
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Informação Paroquial
quarta-feira, 29 de abril de 2015
"Eu não estou longe; apenas estou do outro lado do Caminho"
Santo Agostinho: "O amor não desaparece jamais"
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, eu continuarei sendo.
Me deem o nome que vocês sempre me deram,
falem comigo como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste.
Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Eu não estou longe,
Apenas estou do outro lado do Caminho...
Santo Agostinho
sources: ALETEIA
terça-feira, 28 de abril de 2015
Oremos por... NEPAL

Pelo menos 3.218 pessoas morreram no Nepal após o terremoto de sábado no país, anunciaram as autoridades nepalesas em um balanço actualizado.
"O balanço alcançou 3.218 mortes e outras 6.500 pessoas ficaram feridas", disse Rameshwor Dangal, diretor do departamento de gestão de catástrofes do ministério de Interior.
O balanço anterior registrava 2.430 mortes.
Nos países vizinhos, incluindo Índia e China, a tragédia provocou outras 90 mortes.
O terremoto de 7,8 graus de magnitude, o mais violento dos últimos 80 anos no país, provocou vários tremores secundários e diversos deslizamentos no monte Everest, onde 18 pessoas faleceram no início da temporada de alpinismo.
O balanço pode ser ainda mais grave no Nepal, onde as agências humanitárias ainda têm dificuldades para avaliar o alcance da devastação e as necessidades da população.
Quase um milhão de crianças precisam de ajuda urgente, segundo o Unicef.
Milhares de crianças dormem ao relento desde o terremoto, ao lado dos pais, e o risco de propagação de doenças é elevado, segundo o Fundo da ONU para a Infância.
"Pelo menos 940.000 crianças que vivem nas áreas mais afetadas pelo terremoto no Nepal têm uma necessidade urgente de ajuda humanitária", afirma um comunicado.
"As restrições de acesso à água potável e às instalações de saúde expõem as crianças a doenças que se propagam pelo ar. Ao mesmo tempo, algumas crianças estão separadas de suas famílias", adverte o Unicef.
A organização está mobilizando equipes e enviará a Katmandu dois aviões de carga com 120 toneladas de ajuda humanitária, incluindo medicamentos, barracas e cobertores.
O governo do Nepal enviou três helicópteros para tentar resgatar os alpinistas que permanecem bloqueados no Everest.
Quase 150 pessoas permanecem nos campos 1 e 2 e as autoridades acreditam que não têm ferimentos graves. Eles serão levados para o campo base e não para a base da montanha, segundo o governo.
sources: AFP
Dez ensinamentos da Bíblia para as horas difíceis
1 - “Nada temas, pois eu te resgato, eu te chamo pelo nome, és meu!” (Is 43,2)
2 - “‘Uns põem sua força nos carros, outros nos cavalos: Nós, porem, a temos em o Nome do Senhor, nosso Deus”. (Salmo 19,8)
3 - “E toda essa multidão saberá que não é com espada e nem com lança que o Senhor triunfa, pois a batalha é do Senhor, e ele vos entregou em nossas mãos”. (1 Samuel 17,47)
4 - “Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor”. (Jeremias 17,7)
5 - “Não temais, não vos deixais atemorizar diante dessa multidão imensa, pois a guerra não compete a vós, mas a Deus”. (2 Crônicas 20,15)
6 - “Não vos assusteis, não tenhais medo deles. O Senhor, vosso Deus, que marcha diante de vós, combaterá Ele mesmo em vosso lugar, como sempre o fez sob os vossos olhos”. (Deuteronômio 1,29-30)
7 - “Não os temas, lembra-te do que fez o Senhor, teu Deus, ao Faraó e a todos os egípcios” (Deuteronômio 7,18)
8 - “Coragem! e sede forte. Nada vos atemorize, e não os temais, porque é o Senhor vosso Deus que marcha a vossa frente: ele não vos deixará nem vos abandonará”. (Dt 31,6)
9 - “Porque a vitória no combate não depende do número, mas da força que desce do céu… O próprio Deus os esmagará aos nossos olhos. Não os temais” (1 Mac 3,19-22).
10 - “Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé” (1 João 5,4)
Por Blog Canção Nova Felipe Aquino
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Papa Francisco pede que homilias não sejam monótonas
E “nunca recusem o Baptismo a quem o pedir”, advertiu o Papa
Francisco falava na Basílica de São Pedro, onde ordenou 19 sacerdotes formados nos seminários diocesanos de Roma.
O Papa recordou inicialmente que todo o povo santo de Deus foi constituído povo sacerdotal, “todos nós!”. No entanto, “o Senhor Jesus quis escolher alguns em particular, para que, exercendo publicamente na Igreja em seu nome o exercício sacerdotal em favor de todos os homens, continuassem a sua pessoal missão de mestre, sacerdote e pastor”. O bispo – observou o Santo Padre – arrisca ao refletir sobre um vocacionado e ao escolhê-lo, “assim como o Pai arriscou com cada um de nós”.
Dirigindo-se àqueles que em poucos instantes “seriam promovidos à ordem dos presbíteros”, o Santo Padre recordou que “seriam partícipes da missão de Cristo, único Mestre". "Deem a todos - disse ele - a palavra de Deus que vós mesmos recebestes com alegria. Leiam e meditem assiduamente a Palavra do Senhor para acreditar naquilo que leram, ensinar aquilo que aprenderam na fé e viver aquilo que ensinaram”.
“E isto seja alimento para o Povo de Deus; que as vossas homilias não sejam monótonas, que as vossas homilias cheguem justamente ao coração das pessoas porque saem do coração de vocês, para que aquilo que vocês dizem a eles seja aquilo que vocês tenham no coração. Assim se dá a Palavra de Deus e a vossa doutrina será alegria e apoio aos fiéis de Cristo, o perfume de vossa vida será o testemunho, para que o exemplo edifique, mas as palavras sem exemplo são palavras vazias, são ideias e não chegam nunca ao coração, e até mesmo fazem mal, não fazem bem!”.
O Papa recordou aos futuros sacerdotes, que quando celebrarem a Missa, devem “reconhecer aquilo que fazem. Não fazer com pressa!”.
“Imitem aquilo que celebram – não é um rito artificial, um ritual artificial – pois assim participando ao mistério da morte e ressurreição do Senhor, levareis a morte de Cristo nos vossos membros e caminhais com Ele na novidade da vida”.
“Nunca recusem o Batismo a quem o pedir!”, advertiu o Santo Padre. “E com o Sacramento da Penitência, perdoai os pecados em nome de Cristo e da Igreja”.
“E eu, em nome de Jesus Cristo, o Senhor, e da sua Esposa, a Santa Igreja, vos peço para não vos cansarem de serem misericordiosos. No confessionário vocês estarão para perdoar, não para condenar! Imitem o Pai que nunca se cansa de perdoar”.
Ao continuar a traçar o perfil de um verdadeiro sacerdote, Francisco advertiu: “conscientes de terem sido escolhidos entre os homens e constituídos a seu favor para esperar as coisas de Deus, exerçam na alegria e na caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, unicamente com a intenção de agradar a Deus e não vós próprios. É feio um sacerdote que vive para agradar a si mesmo....É um pavão!”.
Por fim, o Papa exorta a serem “ministros da unidade na Igreja, na família”, para conduzi-la a Deus Pai por meio de Cristo no Espírito Santo”, tendo sempre diante dos olhos “o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir; não para permanecer nas suas comodidades, mas para sair e buscar e salvar aquilo que estava perdido”.
(Rádio Vaticano)
sources: RÁDIO VATICANO
Celebração dos Jubileus sacerdotais 2015
No próximo dia 1 de maio, sexta feira, será a celebração dos jubileus sacerdotais na nossa Diocese
domingo, 26 de abril de 2015
4º Domingo de Páscoa Ano B
https://www.youtube.com/watch?v=MErKszDHtOI
4º Domingo de Páscoa Ano B
Temos certeza de que somos imensamente amados por Jesus.
Seu amor nos acompanha, vela por nós, nos defende dos inimigos, nos perdoa e cura nossas enfermidades espirituais.
A comparação do Bom Pastor dá sentido a toda a missão da Igreja.
Quando Cristo deu a Pedro a autoridade na Igreja, usou da comparação do Bom Pastor, ordenando-lhe: “Apascenta minhas ovelhas” (Jo 21, 17).
Feliz Dia do Bom Pastor
Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Isso pede vocação, força e fé. Somente quem se esvazia de si mesmo numa entrega total a Deus é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai sabe fazer. Sei que a missão do sacerdote é árdua, mas sei também que a alegria do servir é maior do que todos os desafios!
O padre é um ser humano sujeito a tentações, fraquezas e também emoções e sentimentos. É claro que, em alguns casos, nem sempre os limites humanos são superados, mas a graça divina e a oração constante são a melhor ajuda para os momentos de dificuldade. Por isso padre, saiba que eu estou orando sempre por você.
Meus sinceros votos de felicitações pelo seu dia, padre Fernando!
sábado, 25 de abril de 2015
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
A Igreja celebra, no próximo dia 26 de abril, IV domingo da Páscoa, o 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.
Tema: «O êxodo, experiência fundamental da vocação
Amados irmãos e irmãs!
O IV Domingo de Páscoa apresenta-nos o ícone do Bom Pastor, que conhece as suas ovelhas, chama-as, alimenta-as e condu-las. Há mais de 50 anos que, neste domingo, vivemos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Este dia sempre nos lembra a importância de rezar para que o «dono da messe – como disse Jesus aos seus discípulos – mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). Jesus dá esta ordem no contexto dum envio missionário: além dos doze apóstolos, Ele chamou mais setenta e dois discípulos, enviando-os em missão dois a dois (cf. Lc 10,1-16). Com efeito, se a Igreja «é, por sua natureza, missionária» (Conc. Ecum. Vat. II., Decr. Ad gentes, 2), a vocação cristã só pode nascer dentro duma experiência de missão. Assim, ouvir e seguir a voz de Cristo Bom Pastor, deixando-se atrair e conduzir por Ele e consagrando-Lhe a própria vida, significa permitir que o Espírito Santo nos introduza neste dinamismo missionário, suscitando em nós o desejo e a coragem jubilosa de oferecer a nossa vida e gastá-la pela causa do Reino de Deus.
A oferta da própria vida nesta atitude missionária só é possível se formos capazes de sair de nós mesmos. Por isso, neste 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de reflectir precisamente sobre um «êxodo» muito particular que é a vocação ou, melhor, a nossa resposta à vocação que Deus nos dá. Quando ouvimos a palavra «êxodo», ao nosso pensamento acodem imediatamente os inícios da maravilhosa história de amor entre Deus e o povo dos seus filhos, uma história que passa através dos dias dramáticos da escravidão no Egipto, a vocação de Moisés, a libertação e o caminho para a Terra Prometida. O segundo livro da Bíblia – o Êxodo – que narra esta história constitui uma parábola de toda a história da salvação e também da dinâmica fundamental da fé cristã. Na verdade, passar da escravidão do homem velho à vida nova em Cristo é a obra redentora que se realiza em nós por meio da fé (Ef 4, 22-24). Esta passagem é um real e verdadeiro «êxodo», é o caminho da alma cristã e da Igreja inteira, a orientação decisiva da existência para o Pai.
Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino. Como diz Jesus, «todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna» (Mt 19, 29). Tudo isto tem a sua raiz mais profunda no amor. De facto, a vocação cristã é, antes de mais nada, uma chamada de amor que atrai e reenvia para além de si mesmo, descentraliza a pessoa, provoca um «êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus» (Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est, 6).
A experiência do êxodo é paradigma da vida cristã, particularmente de quem abraça uma vocação de especial dedicação ao serviço do Evangelho. Consiste numa atitude sempre renovada de conversão e transformação, em permanecer sempre em caminho, em passar da morte à vida, como celebramos em toda a liturgia: é o dinamismo pascal. Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.
Esta dinâmica do êxodo diz respeito não só à pessoa chamada, mas também à actividade missionária e evangelizadora da Igreja inteira. Esta é verdadeiramente fiel ao seu Mestre na medida em que é uma Igreja «em saída», não preocupada consigo mesma, com as suas próprias estruturas e conquistas, mas sim capaz de ir, de se mover, de encontrar os filhos de Deus na sua situação real e compadecer-se das suas feridas. Deus sai de Si mesmo numa dinâmica trinitária de amor, dá-Se conta da miséria do seu povo e intervém para o libertar (Ex 3, 7). A este modo de ser e de agir, é chamada também a Igreja: a Igreja que evangeliza sai ao encontro do homem, anuncia a palavra libertadora do Evangelho, cuida as feridas das almas e dos corpos com a graça de Deus, levanta os pobres e os necessitados.
Amados irmãos e irmãs, este êxodo libertador rumo a Cristo e aos irmãos constitui também o caminho para a plena compreensão do homem e para o crescimento humano e social na história. Ouvir e receber a chamada do Senhor não é uma questão privada e intimista que se possa confundir com a emoção do momento; é um compromisso concreto, real e total que abraça a nossa existência e a põe ao serviço da construção do Reino de Deus na terra. Por isso, a vocação cristã, radicada na contemplação do coração do Pai, impele simultaneamente para o compromisso solidário a favor da libertação dos irmãos, sobretudo dos mais pobres. O discípulo de Jesus tem o coração aberto ao seu horizonte sem fim, e a sua intimidade com o Senhor nunca é uma fuga da vida e do mundo, mas, pelo contrário, «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 23).
Esta dinâmica de êxodo rumo a Deus e ao homem enche a vida de alegria e significado. Gostaria de o dizer sobretudo aos mais jovens que, inclusive pela sua idade e a visão do futuro que se abre diante dos seus olhos, sabem ser disponíveis e generosos. Às vezes, as incógnitas e preocupações pelo futuro e a incerteza que afecta o dia-a-dia encerram o risco de paralisar estes seus impulsos, refrear os seus sonhos, a ponto de pensar que não vale a pena comprometer-se e que o Deus da fé cristã limita a sua liberdade. Ao invés, queridos jovens, não haja em vós o medo de sair de vós mesmos e de vos pôr a caminho! O Evangelho é a Palavra que liberta, transforma e torna mais bela a nossa vida. Como é bom deixar-se surpreender pela chamada de Deus, acolher a sua Palavra, pôr os passos da vossa vida nas pegadas de Jesus, na adoração do mistério divino e na generosa dedicação aos outros! A vossa vida tornar-se-á cada dia mais rica e feliz.
A Virgem Maria, modelo de toda a vocação, não teve medo de pronunciar o seu «fiat» à chamada do Senhor. Ela acompanha-nos e guia-nos. Com a generosa coragem da fé, Maria cantou a alegria de sair de Si mesma e confiar a Deus os seus planos de vida. A Ela nos dirigimos pedindo para estarmos plenamente disponíveis ao desígnio que Deus tem para cada um de nós; para crescer em nós o desejo de sair e caminhar, com solicitude, ao encontro dos outros (cf. Lc 1, 39). A Virgem Mãe nos proteja e interceda por todos nós.
Vaticano, 29 de Março – Domingo de Ramos – de 2015.
Franciscus PP.
BOM PASTOR
https://www.youtube.com/watch?v=xk2sQk1yRxo
O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.
A primeira leitura afirma que Jesus é o único Salvador, já que “não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (neste “Domingo do Bom Pastor” dizer que Jesus é o “único salvador” equivale a dizer que Ele é o único pastor que nos conduz em direcção à vida verdadeira). Lucas avisa-nos para não nos deixarmos iludir por outras figuras, por outros caminhos, por outras sugestões que nos apresentam propostas falsas de salvação.
Na segunda leitura, o autor da primeira Carta de João convida-nos a contemplar o amor de Deus pelo homem. É porque nos ama com um “amor admirável” que Deus está apostado em levar-nos a superar a nossa condição de debilidade e de fragilidade. O objectivo de Deus é integrar-nos na sua família e tornar-nos “semelhantes” a Ele.
http://www.dehonianos.org/
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Papa Francisco: a Palavra de Deus incomoda o coração dos pagãos
"A verdadeira história da Igreja é a história dos santos e dos mártires: perseguidos e mortos por aqueles que acreditavam possuir ‘a verdade’. Coração corrupto, mas ‘a verdade’”
Em sua homilia, na Casa Santa Marta, o Papa comentou a passagem evangélica que mostra o julgamento de Estevão e o seu apedrejamento.
Os mártires – afirmou o Papa – não precisam de “outros pães”, o único pão é Jesus. E destacou que Estevão “não precisava negociar e assumir compromissos”.
O seu testemunho era tão forte que os seus delatores “não conseguiam resistir à sabedoria” e ao espírito “com o qual ele falava”. Assim como Jesus, também Estevão teve de enfrentar testemunhas falsas e a rebelião do povo que o julgava.
“A Palavra de Deus sempre desagrada alguns corações. A Palavra de Deus incomoda quando você tem o coração duro, o coração pagão, porque a Palavra de Deus o interpela a ir avante, buscando e matando a fome com aquele pão do qual falava Jesus. Na história da Revelação, muitos mártires foram mortos pela fidelidade à Palavra de Deus, à Verdade de Deus”.
O Papa prosseguiu observando que o martírio de Estevão é parecido com o de Jesus: morre “com aquela magnanimidade cristã do perdão, da oração pelos inimigos. Quem perseguia os profetas, assim como a Estevão – disse Francisco –, “pensava em dar glória a Deus, acreditava que com isso era fiel à Sua Doutrina”. Hoje, acrescentou, “gostaria de recordar que a história da Igreja, a verdadeira história da Igreja é a história dos santos e dos mártires: perseguidos e mortos por aqueles que pensavam em glorificar Deus, por aqueles que acreditavam possuir ‘a verdade’. Coração corrupto, mas ‘a verdade’”.
“Nesses dias, quantos Estevãos existem no mundo! Pensemos nos nossos irmãos degolados na praia da Líbia; pensemos naquele jovem queimado vivo por seus companheiros porque era cristão; pensemos naqueles migrantes que em alto mar foram jogados por outros, porque cristãos; pensemos naqueles etíopes assassinados porque cristãos... e muitos outros. E tantos que nós nem sabemos, que sofrem nas prisões porque cristãos... Hoje a Igreja é Igreja de mártires: eles sofrem, dão a vida e nós recebemos a bênção de Deus por seu testemunho”.
Francisco acrescentou que existem também “os mártires escondidos, aqueles homens e mulheres fiéis" à "voz do Espírito, que buscam novas estradas para ajudar os irmãos e amar melhor Deus e são acusados, caluniados, perseguidos por tantos Sinédrios modernos que se crêem donos da verdade: tantos mártires escondidos!”. “E também tantos mártires escondidos que, por serem fiéis em sua família, sofrem pela fidelidade".
(Rádio Vaticano)
Como é o olhar de Deus?
Ele conhece cada canto da minha vulnerabilidade, atravessa minha humanidade, vê minha alma
olhar que inunda meu coração de amor,
que me enche de entusiasmo e esperança.
Creio no olhar de Deus,
esse que me motiva a sair de mim mesmo,
a crescer, a dar o melhor de mim.
Um olhar que me convida a doar-me aos outros,
sem mesquinhez e de todo coração.
Creio no olhar de Deus,
que me enche de alegria e me faz sorrir,
que me dá paz e me convida a levantar-me,
sacudir a poeira e continuar caminhando.
Creio no olhar de Deus,
que atravessa minha humanidade,
que vê minha alma
e conhece cada canto
da minha vulnerabilidade.
Creio no olhar de Deus,
esse transparente,
que me deixa sereno
e me faz reconhecer-me
como filho...
Um filho nos braços do Pai.
sources: Oleada Joven
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Portugal: Campanha apela à ação pelas vitimas da imigração
Várias organizações católicas apelaram hoje aos portugueses para que se vistam de branco para chamar à atenção para a situação das vítimas da imigração forçada, muitas das quais morrem a tentar chegar à Europa.
As várias organizações católicas "apelam a todos os portugueses para que, no próximo domingo, 26 de abril, coloquem nas suas janelas um pano branco ou usem uma peça de roupa branca e se unam, em oração ou num minuto de silêncio, aos milhares de pessoas solidárias com todos os que buscam uma vida melhor e partem diariamente das suas terras na procura legítima de melhores condições de vida", adiantam em comunicado à agência LUSA.
A campanha, denominada "somostodospessoas" junta organizações como a Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), Comissão Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio Renascença, Serviço Jesuíta aos Refugiados e Sociedade de São Vicente de Paulo.
Para os organizadores trata-se de "um gesto simples" que pretende ser "uma manifestação de indignação" e de "inconformismo com uma cultura do descartável".
No comunicado é afirmado que este ano já pereceram no "Mediterrâneo mais de 1.500 pessoas", um número 50 vezes superior ao de 2014 e que os acontecimentos dos últimos dias, "obrigam a não ficar calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo, particularmente os que têm responsabilidades políticas".~
As organizações da Igreja Católica lembram que este emigrantes forçados "são pessoas como nós que se vêm obrigadas a fugir do seu país porque vivem situações que ferem gravemente a sua dignidade e colocam em risco a sua sobrevivência e das suas famílias".
Os signatários sustentam que a União Europeia "pode e deve fazer mais por cada uma destas pessoas", nomeadamente através da ação nos países de origem.
As organizações da Igreja Católica pedem medidas que "ultrapassem a excessiva preocupação securitária e de controlo de fronteiras" e esperam "alternativas de maior humanização".
Nas redes sociais é sugerido o marcador (hashtag) para as redes sociais, #somostodospessoas, citando a intervenção do Papa Francisco no último domingo: "São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos, feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade".
Educris com agência Lusa
ENCONTRO DIOCESANO DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
ENCONTRO DIOCESANO DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
VILA VELHA DE RODÃO
02 DE MAIO DE 2015
PROGRAMA
09H30 – Chegada e Acolhimento, no CDCR
10H00 – Oração da Manhã
10H15 – Palestra pelo Pe Dr Jorge Guarda
Tema – “Santificados em Cristo e seus testemunhas hoje”
11H15 – Intervalo
11H45 – Diálogo (ou partilha por grupos)
13H00 – Almoço partilhado
14H30 – Momento musical
16H15 – Adoração Eucarística
17H00 – Eucaristia
18H00 – Encerramento do encontro
Para o almoço, o Centro de V. V. de Rodão, fornecerá uma sopa quente a todos os participantes.
Pede-se que todos levem o seu farnel e façam a sua entrega no inicio, para posterior partilha ao almoço. A guarda e distribuição ficará a cargo de associados de V. V. de Rodão.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Ao ver seu lixo revirado, dona de restaurante faz cartaz emocionante
Para renovar sua fé na humanidade
Os exemplos de pequenos-grandes atos que mudam a vida das pessoas não param de aparecer, ainda bem!Ashley Jiron é dona do pequeno restaurante P.B. Jams, em Warr Acres, no estado americano de Oklahoma, e ficou muito chocada ao perceber que o seu lixo havia sido revirado por alguém em busca de comida. Mas, em vez de simplesmente ignorar o que aconteceu ou ainda tentar dificultar o acesso ao lixo, ela fixou em sua porta um cartaz simples, mas arrebatador:
“Para a pessoa que vai atrás de nosso lixo para sua próxima refeição, você é um ser humano e vale mais que uma refeição de uma caçamba de lixo. Por favor, entre durante o horário de funcionamento para um sanduíche, vegetais frescos e um copo d’água sem nenhum custo. Não farei perguntas. Sua amiga, a dona”, escreveu Ashley no cartaz que se espalhou pela internet e ganhou espaço no noticiário americano.
Ela deu uma entrevista para a emissora local KFOR, e contou que percebeu há uma semana que algumas sacolas de lixo estavam fora da caçamba, abertas, e que parte dos restos de alimentos haviam sido levados.
"Me machuca alguém ter que fazer isso - disse a dona do restaurante, ressaltando que refeições grátis é o mínimo que ela pode fazer. Eu acho que todo nós já estivemos na posição de precisar da ajuda de alguém e nós apenas precisávamos de alguém para estender as mãos. E se eu puder ser essa pessoa a estender a mão para outro ser humano, eu farei."
O cartaz ficará na porta do restaurante até que a pessoa apareça. Ashley acredita que o orgulho talvez impeça a pessoa de ir, mas torce para que ela apareça e aceite o seu convite.
sources: RAZÕES PARA ACREDITAR
terça-feira, 21 de abril de 2015
Jesus misericordioso, eu confio em Vós!
A poderosa oração de Santa Faustina
Jesus misericordioso, eu confio em Vós!
Nada me trará medo ou inquietação.
Eu confio em Vós, de manhã e à noite, na alegria e no sofrimento,
Na tentação e no perigo, na felicidade e no infortúnio,
Na vida e na morte, agora e para sempre.
Eu confio em Vós e na oração e no trabalho,
Na vitória e no fracasso, acordada ou a descansar,
Na tribulação e na tristeza, nos meus próprios erros e pecados
Eu quero ter inabalável confiança em Vós.
Sois a âncora da minha esperança,
A estrela da minha peregrinação,
O apoio da minha fraqueza,
O perdão dos meus pecados,
A força da minha bondade,
A perfeição da minha vida,
O consolo na hora da minha morte,
A alegria e bênção do meu Céu.
Jesus misericordioso, Vós, forte tranquilidade
E fortaleza segura da minha alma,
Aumentai a minha confiança e tornai perfeita a minha fé
No vosso poder e bondade.
Se eu for a mais pobre das vossas devotas, e a última das vossas servas,
Desejo, porém, tornar-me grande e perfeita, confiando
Que Vós sois a minha Salvação pelos séculos dos séculos.
Que esta minha confiança seja uma referência para Vós,
Agora e em todos os tempos, sobretudo na hora da minha morte!
Amém.
Santa Faustina
(Irmã Faustina Kowalska)
sources: CLEOFAS
Católicos no Japão: pequeno rebanho, grande testemunho
O Papa Francisco afirma que o legado dos “cristãos escondidos” fortalece o Japão
A Igreja católica no Japão tem raízes missionárias: ela começa a crescer principalmente a partir da chegada de São Francisco Xavier e dos seus companheiros missionários, no século XVI, e prossegue em seu crescimento graças à fé e ao trabalho dos primeiros membros japoneses da comunidade.Em 1588, a Igreja católica já contava com mais de 300 mil fiéis no Japão. Eles deram origem à diocese de Funay, cujo centro principal era a cidade de Nagasaki. Ainda no século XVI, porém, e estendendo-se ao longo do século seguinte, começou uma brutal perseguição que até hoje está entre as mais violentas já sofridas pelo cristianismo em toda a sua história. A comunidade católica no Japão foi quase completamente exterminada.
No entanto, alguns cristãos japoneses conseguiram sobreviver, mesmo privados de bispos, sacerdotes e igrejas onde celebrar a liturgia. Apesar da estrita vigilância, eles transmitiram clandestinamente a fé cristã aos seus filhos durante nove gerações, através de rituais e de uma simbologia que as pessoas de fora da comunidade não entendiam.
Essa foi a época dos chamados “cristãos escondidos” (kakure kirishitan): o papa Francisco considera que esse período de provação é um dos dois pilares da história católica do Japão, juntamente com a época dos missionários. E “eles continuam alicerçando a vida da Igreja hoje e oferecendo um guia para a vivência da fé”, afirmou Francisco recentemente, ao receber no Vaticano os bispos do Japão em sua visita Ad Limina (dia 20 de março de 2015).
Apesar de pequena, Francisco disse que a comunidade católica do Japão é hoje muito respeitada pelos japoneses por causa do serviço que ela presta a todos, independentemente da religião. É um ato de servir que se baseia abertamente na identidade cristã, e, por isso mesmo, um testemunho prático de cristianismo verdadeiro.
O papa citou como exemplos deste serviço cristão a resposta dada às devastações causadas pelo terremoto e pelo tsunami de 2011, além dos esforços que a comunidade católica japonesa realizou em defesa da paz durante os setenta anos seguintes às bombas atómicas lançadas em 1945 sobre Hiroshima e Nagasaki. A mesma Nagasaki que já tinha sido, quatro séculos antes, o centro da principal diocese católica no Japão.
Perdoar e servir, em suma, é a maneira concreta e autêntica com que o pequeno rebanho católico japonês tem conseguido dar testemunho num país profundamente laico. A conquista do respeito e da admiração do povo é um indicativo de que, por meio deles, o Espírito Santo está agindo.
sources: ALETEIA
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Papa Francisco: a paciência em suportar
A comunidade renascida do Espírito Santo é purificada justamente “em meio às dificuldades, às perseguições”
Na missa matutina de terça-feira (14/04), celebrada na Casa Santa Marta, Francisco advertiu que os cristãos não devem acumular riquezas, mas colocá-las a serviço de quem necessita.O Papa centralizou sua homilia num trecho dos Atos dos Apóstolos que descreve a vida da primeira comunidade dos cristãos. O Pontífice destaca que existem dois sinais de “renascimento numa comunidade”. O primeiro deles é a harmonia:
“A comunidade renascida ou daqueles que renascem no Espírito tem esta graça da unidade, da harmonia. O único que pode nos dar a harmonia é o Espírito Santo, porque ele também é harmonia entre o Pai e o Filho, é o dom que faz a harmonia. O segundo sinal é o bem comum, isto é: ‘Não havia entre eles necessitado algum, ninguém considerava seu o que possuía’, estava a serviço da comunidade. Sim, alguns eram ricos, mas a serviço. Estes são os dois sinais de uma comunidade que vive no Espírito”.
O dom da paciência nas dificuldades
Trata-se de um trecho curioso, notou o Papa, porque “logo depois começam os problemas dentro da comunidade, como por exemplo, o ingresso de Ananias e Safira, que tentam “trapaceá-la”:
“Estes são os patrões dos benfeitores que se aproximam da Igreja, entram para ajudá-la e usá-la para os próprios negócios, não? Depois há as perseguições que foram anunciadas por Jesus. A última das bem-aventuranças de Mateus: ‘Bem-aventurados quando vos injuriarem e vos perseguirem por minha causa. Alegrai-vos. E se leem tantas perseguições desta comunidade. Jesus promete isto, promete muitas coisas belas, a paz e a abundância: ‘Tereis cem vez mais com as perseguições’”.
Na “primeira comunidade renascida do Espírito Santo – recorda o Papa – existe isso: a pobreza, o bem comum mas também os problemas, dentro e fora”. Problemas dentro, como “aquele casal de negociantes e, fora, as perseguições”. Pedro, contudo, diz à comunidade para que não se maravilhe diante das perseguições, porque é “o fogo que purifica o outro”. E a comunidade renascida do Espírito Santo é purificada justamente “em meio às dificuldades, às perseguições”. Existe, portanto, um terceiro sinal de uma comunidade renascida: “a paciência em suportar: suportar os problemas, suportar as dificuldades, suportar as injúrias, as calúnias, suportar as doenças, suportar a dor” da perda de um ente querido.
Não acumular riquezas mas administrá-las para o bem comum
A comunidade cristã, afirma ainda, “demonstra que renasceu no Espírito Santo quando é uma comunidade que procura a harmonia, não a divisão interna; “quando procura a pobreza”, “não o acúmulo de riqueza para si, porque as riquezas são para o serviço”. E quando “não se enraivece imediatamente diante das dificuldades ou se sente ofendida”, mas é paciente como o Cristo:
"Nesta segunda semana de Páscoa, durante a qual celebramos os mistérios pascais, nos fará bem pensar em nossas comunidades, sejam estas diocesanas, paroquiais, familiares ou tantas outras, e pedir a graça da harmonia que é mais do que simplesmente unidade – é a unidade harmônica, a harmonia, que é o dom do Espírito – de pedir a graça da pobreza – não aquela da miséria, da pobreza: o que significa? Que se eu tenho aquilo que tenho e deve administra-lo bem para o bem comum e com generosidade – e pedir a graça da paciência, da paciência”.
O Senhor, conclui Francisco, “nos faça entender que não somente cada um de nós recebeu no Batismo esta graça de renascer no Espírito mas também as nossas comunidades”.
(Rádio Vaticano)
sources: RÁDIO VATICANO
domingo, 19 de abril de 2015
3º Domingo de Páscoa
https://www.youtube.com/watch?v=5_CfPSGyV_Q
O Evangelho assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial - no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço - que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. Depois desse "encontro", os discípulos são convidados a dar testemunho de Jesus diante dos outros homens e mulheres.
A primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Depois de terem mostrado, em gestos concretos, que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação, Pedro e João convidam os seus interlocutores a acolherem a proposta de vida que Jesus lhes faz.
A segunda leitura lembra que o cristão, depois de encontrar Jesus e de aceitar a vida que Ele oferece, tem de viver de forma coerente com o compromisso que assumiu D Essa coerência deve manifestar-se no reconhecimento da debilidade e da fragilidade que fazem parte da realidade humana e num esforço de fidelidade aos mandamentos de Deus.
Jesus lembra aos discípulos: "vós sois as testemunhas de todas estas coisas". Isto significa, apenas, que os cristãos devem ir contar a todos os homens, com lindas palavras, com raciocínios lógicos e inatacáveis que Jesus ressuscitou e está vivo? O testemunho que Cristo nos pede passa, mais do que pelas palavras, pelos nossos gestos. Jesus vem, hoje, ao encontro dos homens e oferece-lhes a salvação através dos nossos gestos de acolhimento, de partilha, de serviço, de amor sem limites. São esses gestos que testemunham, diante dos nossos irmãos, que Cristo está vivo e que Ele continua a sua obra de libertação dos homens e do mundo.
• Na catequese que Lucas apresenta, Jesus ressuscitado confia aos discípulos a missão de anunciar "em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todos os povos, começando por Jerusalém". Continuando a obra de Jesus, a missão dos discípulos é eliminar da vida dos homens tudo aquilo que é "o pecado" (o egoísmo, o orgulho, o ódio, a violência e propor aos homens uma dinâmica de vida nova.
portugal@dehonianos.org :: www.dehonianos.org
sábado, 18 de abril de 2015
Dia Diocesano do Catequista em Castelo de Vide
No dia 25 de Abril vai acontecer o dia diocesano da catequese. Será em Castelo de Vide.
Destina-se a toda a catequese. Haverá um programa para crianças, outro para adolescentes e jovens e um para os catequistas.
9.30h – Acolhimento no parque José João da Luz (centro de Castelo de Vide – quando se entra).
10.00h – Oração da manhã no mesmo local.
10.30h – Trabalhos por setores:
Catequistas (adultos) conferência: “Catequese: expressão da maternidade espiritual da Igreja”, pelo P. Paulo Malícia, na Fundação Nª Srª da Esperança.
Jovens – Na casa do Povo: Conversa / Jogo – proposta vocacional.
Crianças – Programa musical, no salão dos Bombeiros voluntários.
13.00h – Almoço partilhado, no parque de merendas.
14.30h – Concerto com o P. José Luis Borga, na praça D. Pedro V.
16.00h - Missa de encerramento presidida pelo sr. D. Antonino, bispo da diocese.
Padre Borga no dia diocesano da Catequese!
Cristo Salvador trouxe - nos a salvação
https://www.youtube.com/watch?v=pyZfx48avIM
Estou aqui a fim de que a ressurreição alegre aqueles a quem minha morte entristeceu e perturbou.
Vim para consolar, fortalecer e instruir! Dar-vos a paz!
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Uma carta de mais de mil anos dá testemunho: os cristãos são a alma do mundo
Maior joia da literatura cristã primitiva, a Carta a Diogneto nos conta como viviam os primeiros cristãos
Se não há certeza sobre o seu autor, sabe-se que o destinatário do escrito era um pagão culto, interessado em saber mais sobre o cristianismo, aquela nova religião que se espalhava com força e vigor pelo Império Romano e que chamava a atenção do mundo pela coragem com que os seus seguidores enfrentavam os suplícios de uma vida de perseguições e pelo amor intenso com que amavam a Deus e uns aos outros.
O documento que passou para a posteridade como "a Carta a Diogneto" descreve quem eram e como viviam os cristãos dos primeiros séculos. Trata-se, para grande parte dos estudiosos, da “joia mais preciosa da literatura cristã primitiva”.
Confira a seguir os seus parágrafos V e VI, que compõem o trecho mais célebre deste tesouro da história cristã:
“Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem por sua terra, nem por sua língua, nem por seus costumes. Eles não moram em cidades separadas, nem falam línguas estranhas, nem têm qualquer modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, nem se deve ao talento e à especulação de homens curiosos; eles não professam, como outros, nenhum ensinamento humano. Pelo contrário: mesmo vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes de cada lugar quanto à roupa, ao alimento e a todo o resto, eles testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal.
Vivem na sua pátria, mas como se fossem forasteiros; participam de tudo como cristãos, e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é sua pátria, e cada pátria é para eles estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Compartilham a mesa, mas não o leito; vivem na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm a sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas, com a sua vida, superam todas as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, ainda assim, condenados; são assassinados, e, deste modo, recebem a vida; são pobres, mas enriquecem a muitos; carecem de tudo, mas têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo, recebem a glória; são amaldiçoados, mas, depois, proclamados justos; são injuriados e, no entanto, bendizem; são maltratados e, apesar disso, prestam tributo; fazem o bem e são punidos como malfeitores; são condenados, mas se alegram como se recebessem a vida. Os judeus os combatem como estrangeiros; os gregos os perseguem; e quem os odeia não sabe dizer o motivo desse ódio.
Assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo. A alma está espalhada por todas as partes do corpo; os cristãos, por todas as partes do mundo. A alma habita no corpo, mas não procede do corpo; os cristãos habitam no mundo, mas não pertencem ao mundo. A alma invisível está contida num corpo visível; os cristãos são visíveis no mundo, mas a sua religião é invisível. A carne odeia e combate a alma, mesmo não tendo recebido dela nenhuma ofensa, porque a alma a impede de gozar dos prazeres mundanos; embora não tenha recebido injustiça por parte dos cristãos, o mundo os odeia, porque eles se opõem aos seus prazeres desordenados. A alma ama a carne e os membros que a odeiam; os cristãos também amam aqueles que os odeiam. A alma está contida no corpo, mas é ela que sustenta o corpo; os cristãos estão no mundo, como numa prisão, mas são eles que sustentam o mundo. A alma imortal habita em uma tenda mortal; os cristãos também habitam, como estrangeiros, em moradas que se corrompem, esperando a incorruptibilidade nos céus. Maltratada no comer e no beber, a alma se aprimora; também os cristãos, maltratados, se multiplicam mais a cada dia. Esta é a posição que Deus lhes determinou; e a eles não é lícito rejeitá-la”.
sources: ALETEIA
quinta-feira, 16 de abril de 2015
O que é uma bula?
O Papa acabou de escrever uma bula sobre a misericórdia: se você é católico e acha que "bula" só tem a ver com remédio, precisa ler esta explicação
Uma bula é um documento pontifício relativo a temas de fé ou de interesse geral, concessão de graças ou privilégios, assuntos judiciais ou administrativos, expedido pela Chancelaria Apostólica e autorizado pelo selo do seu nome ou outro parecido, estampado com tinta vermelha.
O termo do latim "bulla" é empregado referindo-se à forma externa do documento, que antigamente era lacrado com uma pequena "bola" (cápsula metálica redonda) utilizada para proteger o selo de cera unido por um cordão a um documento de especial importância, com o fim de certificar sua autenticidade e, consequentemente, sua autoridade.
Com o passar do tempo, "bulla" indicou também o selo e depois todo o documento selado, razão pela qual hoje em dia se usa para todos os documentos papais de especial importância, que possuem, ou pelo menos tradicionalmente deveriam conter, o selo do Pontífice.
No dia 11 de abril de 2015, o Papa Francisco escreveu uma Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.
sources: ALETEIA
Romaria do Rei Santo
No próximo dia 19 de Abril, decorrerá a tradicional caminhada até à Ermida do Rei Santo, como é habitual no 3º Domingo da Páscoa, com grupos de caminheiros a partirem em direcção ao Rei Santo desde as localidades de Arronches, Esperança, Mosteiros e La Codosera.
Será celebrada a Eucaristia às 15:00H seguida da procissão.
Após a procissão , os romeiros continuam a confraternizar em redor da igreja, partilhando as merendas, numa festa campestre onde não falta a animação.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Unção dos Enfermos: um sacramento de vivos
Conheça o essencial sobre o mais incompreendido dos sacramentos
- A Unção dos Enfermos é um sacramento, ou seja, um sinal sensível instituído por Jesus Cristo para nos dar a graça santificante e certas graças específicas, que são próprias de cada um dos sete sacramentos (Batismo, Confissão, Eucaristia, Confirmação, Matrimônio, Sacerdócio e Unção dos Enfermos). No caso da Unção dos Enfermos, essas graças específicas são a preparação da alma para o Céu, o perdão dos pecados veniais, das imperfeições e até dos pecados mortais, e, se Deus julgar oportuno para a salvação do enfermo, a graça da recuperação da saúde.
- “Pela sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbíteros, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e contribuam para o bem do povo de Deus” (Catecismo da Igreja Católica - CIC, nº 1499).
- A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas dos que estão no fim da vida. Ela pode ser recebida quando o fiel começa, por doença ou por velhice, a correr o risco de morrer (cf. CIC, nº 1514).
- Se um doente que recebeu a Unção dos Enfermos recuperar a saúde, ele pode, em caso de nova enfermidade grave, receber o sacramento novamente. O sacramento também pode ser repetido no decurso da mesma doença caso ela se agrave. É conveniente receber a Unção dos Enfermos antes de uma operação cirúrgica importante e nos casos de acentuação da fragilidade das pessoas de idade (cf. CIC, nº 1515).
- Só os bispos e presbíteros podem ministrar a Unção dos Enfermos e eles têm o dever de instruir os fiéis sobre os benefícios deste sacramento. Os fiéis devem encorajar os doentes a pedi-lo. Por sua vez, os doentes devem preparar-se para receber o sacramento com boas disposições. A comunidade eclesial é convidada a rodear os doentes com suas orações e atenções fraternas (cf. CIC, nº 1516).
- Ao administrar este sacramento, o ministro unge o doente na fronte e nas palmas das mãos. A prática vem da Igreja primitiva, quando os apóstolos, imitando Jesus Cristo, usavam os óleos e a imposição das mãos para pedir a Deus a cura dos doentes.
- Se possível, o doente deve confessar-se. É por esta razão que só o sacerdote pode administrar a Unção dos Enfermos.
- Uma pessoa comprovadamente morta não pode mais receber este sacramento, já que a Unção dos Enfermos não é um sacramento de mortos nem para pessoas que já não estão no pleno uso das suas faculdades. A Unção dos Enfermos é um sacramento de vivos, voltado a sanar a alma e, se possível, também o corpo do enfermo ou da pessoa prestes a morrer.
- A Igreja determina que se não administre este sacramento aos que "perseveram obstinadamente em pecado grave manifesto" (cf. Cânone 1007), porque é preciso respeitar a liberdade de escolha de cada alma.
- A Unção dos Enfermos é claramente mostrada na Bíblia, sendo prefigurada no Evangelho de Marcos: “Partindo, eles pregavam que todos se arrependessem. E expulsavam muitos demônios e curavam muitos enfermos, ungindo-os com óleo” (Mc 6,12-13). A Carta de São Tiago recomenda o sacramento e explica como ele deve ser ministrado: "Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o aliviará; e, se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados" (Tg 5,14-15).
- Devido à iminência da morte, os sacramentos da Confissão e da Unção dos Enfermos também são oferecidos aos prisioneiros saudáveis sentenciados à pena capital nos países em que ela está em vigor.
O papa Francisco é insistentemente enfático em ressaltar a misericórdia de Deus Pai e em nos convidar a guardar sempre viva a esperança em Deus e na sua bondade infinita. O próprio Jesus Cristo é explícito a este respeito: "Há mais alegria no céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão" (Lc 15,7). Afinal de contas, esta é a mensagem do cristianismo: Deus é nosso Pai, nos ama infinitamente e está disposto a tudo para nos perdoar e nos dar a eterna felicidade ao seu lado. Ele só não quer nos obrigar a isso e respeita a nossa liberdade de aceitar o seu amor.
sources: ALETEIA
terça-feira, 14 de abril de 2015
Perdido no mar, ele leu a Bíblia durante 66 dias
"O que me sustentou foi a Bíblia. Eu a li do começo ao fim."
"Eu estava tranquilamente deitado quando, de repente, ouvi um grande barulho: do nada, uma onda gigante atingiu o barco, ao lado da minha cabeça. Então, rezei com todas as minhas forças: 'Senhor, piedade, salva-me!', várias vezes."Louis Jordan fez esta confissão ao News Channel 3, após seu milagroso resgate, ocorrido no último dia 3 de abril, a cerca de 300 quilómetros de distância da costa da Carolina do Norte (EUA). Ele estava perdido no mar desde o dia 29 de janeiro de 2015.
O barco foi atingido pela tempestade, o mastro quebrou e todo o seu material electrónico (inclusive o GPS) caiu na água. Além disso, Louis quebrou o ombro.
Ele é um marinheiro com pouca experiência, mas seu barco resistiu, e ele também. Mostrou uma força extraordinária.
Seu pai, Frank Jordan, explicou: "Meu filho é de constituição robusta! Ele é um homem forte, não só física, mas também espiritualmente!".
Quando acabou a escassa comida de que dispunha, Louis sobreviveu alimentando-se de pequenos caranguejos recolhidos sobre algas e peixes, que ele pescava com uma técnica original.
"Eles não cooperavam muito, mas descobri que eram atraídos pela roupa que eu lavava na água – explicou. Eu também os apanhava com uma panela."
Ele teve de renovar sua reserva de água doce recuperando as gotas da chuva, uma operação nada fácil, pois, "cada vez que eu recolhia um pouco, uma onda batia no barco e contaminava minha água doce com sal". Mas ele teve paciência e perseverança para não se desidratar.
O náufrago rezava o tempo todo, e afirmou: "O que me sustentou foi a Santa Bíblia. Eu a li do começo ao fim".
Finalmente, salvo por uma embarcação alemã, ele ofereceu seus serviços imediatamente ao capitão, como agradecimento por tê-lo resgatado.
O capitão não aceitou: o náufrago perdeu mais de 20 quilos em sua aventura e realmente precisava se recuperar.
Sua família considera um milagre tê-lo recuperado vivo após tantos dias sem saber nada sobre ele.
ALETEIA TEAM
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Vaticano: Papa nomeia D. Manuel Clemente como membro de Congregação para o Clero
Cardeal-patriarca mantém funções no Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais
Cidade do Vaticano, 13 abr 2015 (Ecclesia) - O Papa nomeou hoje o cardeal-patriarca de Lisboa como membro da Congregação para o Clero e do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais (Santa Sé), a que já pertencia.
Francisco tornou públicas, esta manhã, as responsabilidades que decidiu atribuir aos vários cardeais que criou no consistório de 14 de fevereiro deste ano, incluindo D. Manuel Clemente, nos vários organismos da Cúria Romana.
D. Manuel Clemente, de 66 anos, foi nomeado patriarca de Lisboa pelo Papa Francisco a 18 de maio de 2013, após a resignação do cardeal D. José Policarpo, que faleceu em março de 2014; anteriormente, tinha sido bispo do Porto desde 2007.
Após a nomeação como patriarca de Lisboa, foi eleito como presidente da CEP até abril de 2014 e reeleito no cargo, nesse mesmo mês, por três anos.
O 17.º patriarca de Lisboa foi o vencedor do Prémio Pessoa 2009, distinção que evocou a sua obra historiográfica, intervenção cívica e “postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção social da Igreja”.
Manuel José Macário do Nascimento Clemente nasceu em Torres Vedras a 16 de julho de 1948; após concluir o curso secundário, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa onde se formou em História antes de entrar no Seminário Maior dos Olivais em 1973.
Em 1979 licenciou-se em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, doutorando-se em Teologia Histórica em 1992, com uma tese intitulada “Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal. A ‘Sociedade Católica’" (1843-1853).
Ordenado padre em 29 de junho de 1979, o novo patriarca foi coadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa, formador e reitor do Seminário dos Olivais e membro do Cabido da Sé de Lisboa.
D. Manuel Clemente foi nomeado bispo auxiliar de Lisboa por João Paulo II, a 6 de novembro de 1999; a ordenação episcopal teve lugar na igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos) no dia 22 de janeiro de 2000.
Em 2007, Bento XVI nomeou-o bispo do Porto, para suceder a D. Armindo Lopes Coelho; receberia o Papa alemão na cidade nortenha, a 14 de maio de 2010; nesse mesmo ano lançou uma missão especial na diocese.
O patriarca de Lisboa é autor de vários trabalhos sobre o catolicismo em Portugal a partir do Liberalismo, colaborou semanalmente no Programa ECCLESIA, na RTP2.
OC - Agência Ecclesia
Como rezar o terço da Divina Misericórdia?
Entenda o poder destas palavras: "Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!"
Jesus ensinou a Santa Faustina o Terço da Misericórdia e pediu que o espalhasse pelo mundo; graças a Deus se espalhou; é uma fonte de graça e de misericórdia, especialmente para os moribundos.
Segundo o Diário de Santa Faustina, a partir de uma visão em 13 de Setembro de 1935, Irmã Faustina escreveu: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus [...] a ponto de atingir a terra [...] Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição [...]“.
No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou esta oração nas contas do rosário: “Primeiro reze um ‘Pai Nosso’, uma ‘Ave Maria’, e o ‘Credo’. Então, nas contas maiores diga as seguintes palavras:
‘Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. ‘
Nas contas menores, diga as seguintes palavras: ‘Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro’.
Conclua dizendo estas palavras três vezes: ‘Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.’
Mais tarde, Jesus disse a Irmã Faustina: “Pela recitação desse Terço agrada-me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz".
"Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Dizei que nenhuma alma que tenha recorrido a minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame [...]“
” [...] Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso.”
Felipe Aquino especialista aleteia network
sources: CLEOFAS
domingo, 12 de abril de 2015
2ª Domingo de Páscoa - Ano B - Domingo da Divina Misericórdia!
https://www.youtube.com/watch?v=ESWN_puVT5Q
Do mais incrédulo e obstinado dos discípulos de Jesus saiu um dos primeiros,
senão o primeiro, ato de fé explícita na divindade de Cristo:
“Meu Senhor e meu Deus!” e “Porque me viste, tu crês!”
“Felizes aqueles que não viram e creram!”
A Alegria da Ressurreição
A Alegria da Ressurreição: "Não nos ardia o coração, quando ELE nos falava pelo caminho...?"
https://www.youtube.com/watch?v=KX4aaHaZEsc&index=1&list=RDKX4aaHaZEsc
Oito dias dedicados à ALEGRIA... Aquele que morreu crucificado ressuscitou, está vivo!
Para além dos nossos problemas, das nossas dificuldades, daquilo que nos custa e desilude, sabemos que há uma esperança, uma vitória sobre o sofrimento e a morte.
Ajuda-me, Senhor, a ter um espírito orante, um espírito alimentado pela simples consciência de que TU ÉS, de que TU estás perto de mim em todos os momentos.
De que TU, Senhor, estás mais perto de mim do que o ar, o sopro que respiro.
Ajuda-me, Senhor, a ver que TU estás disponível, que TU és um silêncio no meio do caos, uma voz no meio da confusão, uma promessa no centro do tumulto.Ajuda-me, Senhor, a sair dos túmulos da minha tristeza e desencanto com a vida e a encarar cada dia com mais Alegria, com mais Esperança, com mais Fé, com mais Amor!
M.F.
sábado, 11 de abril de 2015
Perguntaram-me se creio em Ti
A oração que um padre escreveu pouco antes de morrer
Em meio às sombras e à ferida
perguntaram-me se creio em Ti.
E digo que tenho tudo quando estou contigo:
o sol, a luz, a paz, o bem, a vida.
Sem Ti, o sol é luz descolorida.
Sem Ti, a paz é cruel castigo.
Sem Ti, não há bem, nem coração amigo.
Sem Ti, a vida é morte repetida.
Contigo o sol é luz enamorada
e contigo a paz é paz florescida.
Contigo o bem é casa repousada
e contigo a vida é sangue iluminado.
E se Tu me faltas, não tenho nada:
nem sol, nem luz, nem paz, nem bem, nem vida.
sources: Revista Ecclesia
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Papa Francisco telefona para a... Antártida!
A manhã do sábado santo foi muito especial para Gabriel Almada, suboficial na base da Força Aérea argentina
Quando se tornou Papa, Francisco disse que foram buscá-lo quase no fim do mundo.Ao sul da Patagônia, que a Argentina compartilha com o Chile, situa-se a Antártida. E foi para esse lugar que o Papa ligou no sábado passado, Sábado Santo.
Às 7h15 da manhã, tocou o telefone do suboficial Gabriel Almada, encarregado das comunicações na base argentina Marambio. Ele estava dormindo e acordou com o telefone tocando. Hesitou em atender, por questões de segurança, pois o número de quem ligava não era identificado, aparecia como "número privado".
- Falo com o Sr. Almada? – perguntou a voz do outro lado.
Desconfiado, o suboficial perguntou várias vezes:
- Quem está falando?
Por alguns instantes, a conversa foi tensa, até que o Papa Francisco"percebeu que eu não ia dar o braço a torcer e estava a ponto de desligar o telefone", e então revelou sua identidade.
"Fiquei paralisado. Uma emoção muito grande, que nunca pensei que viveria em minha vida", contou em uma entrevista televisiva à emissora TN.
Gabriel havia enviado um e-mail ao Santo Padre, pedindo-lhe que escrevesse umas linhas de saudação à sua equipe por ocasião da Páscoa, mas nunca imaginou que o Papa telefonaria para ele.
De fato, ele pediu desculpas ao Papa: "Eu esclareci que não era minha intenção que ele ligasse, porque me parece um atrevimento pedir-lhe isso. Expliquei que eu simplesmente queria uma mensagem escrita para minha equipe, mas que estava imensamente grato pela ligação".
Gabriel viveu o longo diálogo com muita emoção e, depois de desligar, chorou como uma criança. "O que mais ficou gravado no meu coração foi sua humildade, sua forma de falar... Só o fato de ter ligado já emocionou todo mundo da base. É algo inexplicável", disse.
Entre suas funções na base, Gabriel se encarrega da capela de Nossa Senhora do Luján, e foi devidamente autorizado como ministro da Eucaristia.
Nesta capela, ele cuida de uma réplica de Nossa Senhora do Luján. Também tem um cofre com um solidéu do Papa Francisco e um terço abençoado por ele.
A base Marambio, fundada em 1969, é uma base científica e militar permanente situada na ilha antártida Marambio, dependente da Força Aérea Argentina, com capacidade para albergar mais de 50 habitantes.
ESTEBAN PITTARO ( Aleteia)
"Nada te perturbe"
https://www.youtube.com/watch?v=ycy0a5eHgVs
Quer conhecer um roteiro infalível para seu dia a dia?
Leia com atenção:Nada te perturbe,
nada te espante.
Tudo passa.
Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem a Deus tem, nada lhe falta.
Só Deus basta.
Escrita há 500 anos, essa poesia de Santa Teresa de Jesus continua a ensinar o essencial: Só Deus basta! Mas, o que isso significa concretamente?
Vivemos sobressaltados, preocupados. Inquietos, passamos o dia tentando resolver mil coisas. Ansiosos, não conseguimos dormir bem. Preocupados, acabamos por meter os pés pelas mãos no desejo de evitar que aconteça o que nós consideramos “o pior”. Estressados, acabamos por nos irritar contra tudo e todos. Gritamos no trânsito, gritamos em casa, desmoronamos de cansaço.
O problema está, entre outras coisas, em achar que sabemos o que é o “melhor” e “pior” para nós. Uma vez estabelecido o que consideramos nos convir ou não, tomamos as rédeas para determinar o que consideramos “melhor”. Ocorre que tudo, mas tudo mesmo, passa e o que ontem nos parecia “o melhor”, hoje é, visivelmente, “o pior”.
A raiz da inquietação, estresse, preocupação e ansiedade que aos poucos nos matam, contudo, reside além do fato de tudo passar, reside na fé.
Há a fé que acredita em Deus e reza, contrita, o “Creio em Deus Pai”. Acreditar desse jeito, afirma São Tiago, até os demônios crêem e tremem. Nós, até cremos, quanto a tremer…
Há aquela “fé” que pede a Deus o que acha “necessário”, “imprescindível”, “melhor” e fica ressentida com Deus se ele não atende seu pedido por mais que peça através de todos os meios – diga-se de passagem, nem sempre lícitos. É a fé infantil, diria, até, “birrenta”. Essa fé, “contrariada”, muda de igreja quando não é atendida, assim como criança birrenta põe cara feia e diz aos pais que não é mais filho deles.
Há a fé madura, que crê no Evangelho e na Igreja e vive seus ensinamentos, custe o que custar. É a fé dos santos.
Há a fé que confia em Deus e a ele se entrega inteiramente, tranquila, pois sabe que ele é Pai e sempre providencia o melhor para nós. E, para Deus, o melhor para nós é a santidade.
É essa fé madura e inteiramente confiante no amor de Deus que não se perturba com nada. Sabe ser fiel a Deus e ao Evangelho na penúria e na fartura, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.
Essa fé madura e confiante que é amada por Deus, não se espanta com nada. Nada a escandaliza, ainda que seja grande tristeza. Seus olhos não estão aqui na terra, mas fixos no céu. Sabe que, aqui na terra, tudo passa, tudo muda. Sabe que tudo pode nos enganar e iludir. Sabe, sobretudo, que Só Deus é o mesmo sempre. Só Deus não muda. Só o amor de Deus é sempre o mesmo, pois ele é amor em ato. Essa fé não vive para a terra nem valoriza o que à terra pertence. Vive para o céu, usando as coisas da terra para alcançá-lo.
Por isso tem paciência. Não aquela paciência de autodomínio, nem aquela que rói as unhas e balança as pernas para controlar a impaciência interior. Trata-se, aqui, da paciência-esperança, a paciência-fé, a paciência-amor.
É aquela paciência que sabe que Deus está no comando. Sabe que ele pode tudo e tudo realiza por amor. Está certa de que, no tempo de Deus – e não no seu! – ele mesmo resolverá da melhor forma de todas, sempre visando nossa santificação e a do mundo. Sabe que, ainda que tudo esteja negro, verá a vitória de Deus e que essa vitória nem sempre é tal qual pensamos.
Fé, caridade, esperança, paciência, confiança. Quem a Deus tem, nada lhe falta. Corretíssimo. Mas, quem é mesmo que “tem Deus”. Todos. Porém, Santa Teresa fala aqui daquele que conhece Deus não por palavras e teorias, mas pela oração e pelo amor. Em uma palavra, pelo relacionamento pessoal, relacionamento de amizade. Este, que ora com a Palavra, que tem a Deus como o centro de sua vida, que procura amá-lo em tudo, a este, nada lhe falta. Dele cuida o Pai muito melhor do que as aves do céu e os lírios dos campos, pois ele vale muito mais aos seus olhos.
Nada te perturbe, homem de pouca fé! Nada te espante, mulher de pouca esperança! Tudo, mas tudo, mesmo, passa, exceto Deus. Fica, então, com o Único que é digno do teu amor e deixa-O cuidar de ti. Espera. Confia. Espera sempre, confia sempre. Quem tem a Deus, quem o conhece, quem confia nele, vive de forma diferente, vive de olho no céu e de coração no coração de Deus. Por isso, é tranqüilo e feliz.
Só Deus basta. Dedica-te a Ele. Deixa-te amar por Ele. Ama-o. Nada, então, te perturbará.
sources: COMUNIDADE SHALOM
quinta-feira, 9 de abril de 2015
É válido reclamar diante de Deus?
Uma reflexão importante para quem está passando por momentos de tribulação e sofrimento
Ou podemos simplesmente colocar-nos diante de Deus perguntando-lhe por que as coisas são assim, por que nos aconteceu tal ou qual coisa – pergunta esta que, de qualquer maneira, pode estar carregada de raiva por sentir que o que nos acontece é injusto.
Mas é válido reclamar diante de Deus? Será que essa nossa atitude desagrada nosso Pai do céu? Como agir diante dEle em meio às nossas angústias?
Em primeiro lugar, é preciso recordar que ninguém gosta de sofrer – física, moral, espiritual, economicamente etc. Gostaríamos de ver o sofrimento bem longe de nós, e pedimos isso a Deus na oração.
No entanto, quando uma situação de sofrimento se apresenta em nossa vida e pedimos a Deus que nos ajude, no fundo, parece que esperamos que Ele resolva tudo sozinho como por passe de mágica.
Obviamente, se isso não acontece, chegamos a sentir que Ele não nos escuta ou que se esqueceu de nós. Mas a verdade é que fomos nós que esquecemos que Deus nos conhece muito melhor do que ninguém e sabe do que precisamos e o que é melhor para nós.
Ao reclamar com Deus por não ver as coisas resolvidas como gostaríamos ou no tempo que solicitamos, só demonstramos nosso empenho em conceber Deus de um jeito "humano" demais, com falta de humildade, ao confundir talvez nosso lugar diante do Senhor.
Quando quem pede se esquece de que está falando com seu Pai, com seu Deus, com seu Senhor, perde sua atitude de filho, e do clamor passa à reclamação diante dAquele cuja providência nunca nos abandona.
No entanto, Deus entende perfeitamente o que estamos passando e sabe que esse nosso jeito de reagir é fruto do nosso desespero, do cansaço, da frustração.
Mas, quando acontece algo que nos desagrada ou faz sofrer, costumamos perguntar a Deus: "Por quê?". Esta pergunta dificilmente encontrará uma resposta. Pode ser mais proveitoso para a nossa alma buscar o "para quê" dos acontecimentos.
Jó, na Bíblia, nos dá seu testemunho. Em seu desconcerto, ele também começa buscando os porquês, em seu afã por entender a vontade de Deus. Mas acaba compreendendo que a vontade de Deus nem sempre precisa ser entendida, mas sim seguida com fidelidade, com a atitude de servo humilde.
O próprio Jesus Cristo perguntou ao Pai por que o havia abandonado. Suas palavras enigmáticas nos dão uma grande lição, porque não surgem de uma atitude soberba, mas demonstram o sentimento de solidão e desconcerto de Jesus ao estar na cruz. Mas depois vem a resolução da crise: "Pai, em tuas mãos entrego meu espírito!".
Quando estamos sofrendo, podemos imitar Jesus e nunca esquecer que Deus é nosso Pai; saber que, ainda que neste momento não sintamos sua presença ou não entendamos o que acontece, Ele nunca nos abandonará. Entregar tudo em suas mãos amorosas.
É importante chegar, como Jesus, a experimentar Deus como um verdadeiro Pai; buscar que nossa relação com Ele seja sempre filial, de confiança.
Se fizermos disso uma prática cotidiana, tanto nos momentos agradáveis como nas horas difíceis, tanto no trabalho quanto no descanso, tanto nas conquistas quanto nas perdas, sempre teremos em nossos lábios para Ele o clamor humilde do filho, da criatura, do servo.
sources: SIAME
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