
Quando algo não nos corre bem temos a tendência de apontar o dedo a Deus e perguntar: “onde estavas?”
Quando vemos as notícias na televisão de guerras e destruição temos a tendência de apontar o dedo a Deus e perguntar: “porque não fazes nada?”
Temos vontade de nos revoltar e até cobrar a Deus toda a nossa devoção, oração e missão em prol da messe, em troca de benfeitorias eternas. Será legítimo?
Gostaria muito de não ser assolada por preocupações mas, não seria mais santa por isso. Que testemunho daria eu aos outros se amar Deus apenas porque ele me dá o que quero?
Que testemunho daria aos outros se abandonasse a minha fé apenas porque Deus, aparentemente, me virou as costas, provando-me com a doença, morte ou dificuldades financeiras?
É mais fácil testemunhar Deus quando assistes a milagres, mas será tão mais importante nos momentos em que estiveres a passar dificuldades teres a capacidade de, ainda assim, louvares a Deus e a mostrar que confias Nele.
Toma por exemplo o amor de uma mãe ou pai.
Quando é que nos focamos mais nos filhos? Precisamente quando mais eles precisam de nós. Podem ter mil e um defeitos, mas basta tossir ou estarem abatidos que lá vamos nós com todo o amor.
E é muito fácil falar dos nossos filhos quando eles são bons alunos, atletas, educados, mas não será mais valente aquele que apesar de reconhecer as fragilidades do filho ainda tem a coragem de testemunhar o quanto o ama?
E nós? Basta a vida correr mal que duvidamos logo do amor de Deus e pomos em causa a nossa fé como se ela de nada nos valesse.
Será que ainda não nos apercebemos que a nossa fé, a nossa confiança, enfim o nosso amor a Deus é o que nos salva? O que seria de nós, se apesar das contrariedades, não tivéssemos a certeza de que não estamos sós e que nada é em vão?
Por isso se um dia estiveres a passar um mau momento e te perguntarem: “Ainda assim tens fé?” Lembra-te de responder: “O que seria se não tivesse?”
E tu amiga, quando sentiste que a tua fé te salvou?
Raquel Rodrigues
Por essas raias adentro todos somos, desde há muito, dum espaço schengen muito mais generoso que o acordado em 1985. Há mais de dois mil anos, consumado e assinado a sangue, foi inaugurado um ‘espaço’ que nos desafia à fraternidade universal, sem fronteiras! Até os putim, os trump, os netanyahu e outros que tais, devem fazer parte da mochila de quem ultrapassa as fronteiras de si próprio para se preocupar com os outros, sem esquecer os predadores e as suas vítimas. Sim, também o bem dos predadores, para que reconsiderem o terrível sofrimento das suas vítimas e o mal que fazem a si próprios e ao mundo; e pelo bem das vítimas, para que não paguem na mesma moeda dos predadores, moeda desprezível, há muito desvalorizada e sem cota no mercado do bem viver e do viver bem.
Muitos dos leitores terão lido o livro de Giovanni Guareschi: ‘O Pequeno Mundo de Dom Camilo’. Outros, com certeza, viram o filme do cineasta francês Julien Duvivier, de 1952, baseado nesse livro, em que, o ator Fernandel faz o papel de Dom Camilo, o pároco da povoação, e Gino Cervi, o papel de Peppone, o governante local, comunista ferrenho. O livro realça as peripécias de Dom Camilo com Peppone e de Peppone com Dom Camilo. Dois cavalheiros, mas com singularidades muito próprias. Eram como o “cão e o gato”, diria o povo. Na hora agá, porém, sempre acabava por permanecer o bom senso e a humanidade. Os empecilhos eram superados, a tolerância, mesmo que rabugenta, lá vencia, e até não se inibiam de partilhar confidências e uma bebida lá na tasca do sítio. Apesar de inimigos ideológicos, ambos primavam pela dedicação à terra e amor à população, e cada um reconhecia a importância do outro no bem-estar da mesma. Quando algum deles estava na mó de baixo, lá estava o outro a defendê-lo perante o povo.
Mas, a que propósito vem isto agora? - perguntarão. Vem vem, vem muito a propósito. Não é uma viola no enterro. É o enterro da viola de quem, porventura, toca a vida a desprezar os outros. Até esquece que a própria oração não pode ter essas fronteiras, mesmo que force a engolir alguns sapinhos em seco ou a ter de os empurrar com o dedo. Os diálogos de Dom Camilo com a imagem de Cristo crucificado, são mais que eloquentes nesse sentido. Apesar de comunista, ateu e rival do Padre, Peppone, em horas de aperto, dirige-se à igreja para suplicar a Dom Camilo que rezasse pelo seu filho, gravemente doente. O Padre, vendo-o tão desesperado e a chorar, comoveu-se, esqueceu a sanha política, prometeu rezar pela criança e até a guerra fria sentiu uma folgazinha. No entanto, Dom Camilo, interiormente amuado pelo atrevimento de Peppone, sente necessidade de ir confidenciar e pôr o Crucificado ao corrente do que se estava a passar. A resposta do Crucificado não se fez esperar. Diz-lhe Dom Camilo: "Senhor, Vós sabeis quem é Peppone. Ele roubou, ameaçou, fez a vida negra à igreja e aos vossos fiéis. Mas hoje ele chorou". E responde-lhe Cristo: "Camilo, o sofrimento dele também é sofrimento teu. Tu deves perdoar e rezar pela criança". E insiste Dom Camilo: "Mas Senhor, Vós não podeis pedir-me tanto! A criança é filho daquele comunista. É pedir demais!". E volta Cristo: "Dom Camilo, não te esqueças de que Eu também perdoei aos que me crucificaram". Dom Camilo, vencido pela palavra e pelo sorrizinho de Cristo, reza pela cura da criança que acaba por recuperar a saúde. Peppone, muito reconhecido, vai à igreja para agradecer, como sabia e sentia, a ajuda divina na sua causa.
É certo que ninguém deve criticar a forma de rezar de quem quer que seja. No entanto, os mestres nessa área dizem-nos que é preciso aprender a rezar: “Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou os seus discípulos” (Lc 11, 1). Sem dúvida que cada um é cada qual e lá tem o seu caminho e o seu jeito de caminhar, desde que esse jeito e caminho não constituam uma romaria ao redor de si mesmo. Poderá haver gente que se tem como centro do mundo. Tudo faz para que todos girem à sua volta e olhem para si. Até pensa que pode envolver o próprio Deus nessa sua singularidade. Primeiro, eu. Segundo, eu. Terceiro, eu. Quarto, eu. Sempre, eu. E se alguma coisa sobrar para além do meu eu, ó Senhor, que seja para aqueles de quem gosto e me possam ajudar! Nunca reza por outras causas, nem pelos outros, muito menos pelos inimigos ou adversários! Toda a oração que deixa os outros de fora, que deixa o mundo para trás, é uma farsa, afirmava o Papa Francisco: “Se a oração não recolhe as alegrias e as tristezas, as esperanças e angústias da humanidade, torna-se uma atividade ‘decorativa’, uma atitude superficial, teatral, uma atitude intimista”.
O catecismo da Igreja Católica diz-nos que a oração pelos outros nos conforma de perto com a oração de Jesus, o qual intercedeu por todos. Jesus é o único intercessor junto do Pai em favor de todos, em particular dos pecadores, incluindo os que lhe fizeram mal, os próprios inimigos. E continua a fazê-lo, pois possui um sacerdócio eterno, um sacerdócio que não acaba, está vivo para sempre, a fim de interceder por nós (cf. Hb 7, 24-25).
Também o Espírito Santo, de acordo com a vontade de Deus, intercede por todos nós, “com gemidos inefáveis” (Rom 8, 26b-27). Interceder pelos outros é próprio dum coração conforme com a misericórdia de Deus: assim é desde Abraão. As primeiras comunidades cristãs faziam desta forma de partilha uma força de comunhão, de unidade, uma força missionária. Todos, como ainda hoje acontece, eram incluídos na sua oração: pessoas, famílias, povos, autoridades, inimigos, perseguidores, os que rejeitavam o Evangelho e o próprio Deus, as necessidades da Igreja e dos Estados, a paz, a cura de doenças e causas específicas (cf. CIgC2634-2636). São Paulo, em todas as suas orações, pedia com alegria por todos (Fil 1, 4.7), dava graças a Deus por todos (Fil 1,3; Rom 1,8), agradecia a graça que Deus a todos concedia em Jesus Cristo (1Cor 1,4).
Esta atitude de Paulo é “uma visão espiritual, de fé profunda, que reconhece aquilo que o próprio Deus faz neles. E, simultaneamente, é a gratidão que brota de um coração verdadeiramente solícito pelos outros” (EG282). Colocar-se como intercessor entre Deus e as pessoas ou circunstâncias, manifesta humildade, amor, compaixão, caridade, solidariedade. Ao longo da História da Humanidade, grandes homens e mulheres, que influenciaram os destinos do mundo eram grandes intercessores. Colocar-se no lugar do outro, sentir as suas dores e necessidades, interceder pelas suas causas e dificuldades, buscar ativamente a intervenção divina em seu favor, é um ato de amor e de serviço ao próximo.
D. Antonino Dias
Caminha, 12-06-2026

Hoje começo a minha reflexão por subscrever estas palavras de Pedro Chagas Freitas... "o que não é essencial torna-se ridículo e quase tudo não é essencial" isto no seguimento das ridículas mesmices com que brindamos os nossos dias e que tantas vezes, nos frustram, nos abalam, nos fazem perder o nosso precioso tempo, em prol daquilo que verdadeiramente deve importar!
Costumo, até, dizer que há quem tenha o dom de tornar o fácil difícil só porque sim e porque de empatia percebe pouco, centrando o seu mundo no seu umbigo. E assim age como se esses seus quês fossem a" jóia da coroa" sem pensar que o "ouro sobre azul" está a anos luz dessas mesquinhices que brotam por aí como ervas daninhas!
Por isso importemo-nos com o que importa e transportemos para os outros mais leveza e menos fardo.
Termino como comecei citando outras palavras, do mesmo autor, que diz: "... o risco a sério, o medo verdadeiro, arranca-nos as camadas de estupidez com que nos embrulhamos a vida toda!"
Pensemos nisto.
Lucília Miranda

CRISMA/CONFIRMAÇÃO SEM PERSEVERANÇA:
FÉ VERDADEIRA OU SIMPLES TRADIÇÃO?
“Se conferir a Crisma é uma das maiores alegrias do bispo, há outra coisa que é motivo de tristeza. É que, às vezes, quando o bispo confere a Crisma, o dom do Espírito Santo, nunca mais vê os adolescentes! Desaparecem da paróquia. E, a esse respeito, quero pedir: dediquem uma atenção especial a um dos dons do Espírito Santo chamado perseverança. Não esqueçam o que viveram neste tempo, para que a alegria também chegue a Roma, para celebrarmos juntos, rezarmos juntos, para essa alegria viva em seus corações e para que continuem sendo discípulos fiéis de Jesus Cristo. Sejam perseverantes na fé, para que voltem à paróquia — há muitas atividades, muitas oportunidades —, mas sobretudo na vida de fé, porque Jesus Cristo quer caminhar com vocês, com cada um de vocês e com todos vocês em comunidade - o que é tão importante. Não vivemos a fé sozinhos, vivemos juntos. E formar essas relações de amizade, de comunidade, é uma maneira de viver a perseverança como discípulos de Jesus.” (Papa Leão XIV, 16.5.2026)
As palavras do papa são ao mesmo tempo um apelo e um diagnóstico doloroso da realidade. Fala da alegria do Crisma, mas também da tristeza de ver tantos jovens desaparecerem da vida da comunidade logo depois de receberem o sacramento. E a pergunta impõe-se: terá razão? Infelizmente, basta olhar para a realidade das nossas paróquias para perceber que sim.
Muitos jovens fazem a catequese, recebem os sacramentos, participam nas celebrações do Crisma e, pouco tempo depois, afastam-se completamente da Igreja. Durante anos prepararam-se para um compromisso de fé que, na prática, rapidamente abandonam. E isto obriga-nos a questionar: estaremos a formar verdadeiros discípulos de Cristo ou apenas a cumprir etapas sociais e culturais?
O Papa insiste na perseverança como dom do Espírito Santo. Mas a perseverança exige decisão, convicção e verdade. A fé não pode ser apenas um momento bonito, uma celebração, uma tradição de família ou um acontecimento para fotografias. Ser cristão implica assumir um caminho, uma pertença, uma comunidade, uma responsabilidade. E talvez a realidade que vivemos seja exactamente o contrário disso: uma fé ocasional, emocional e superficial, sem continuidade nem compromisso.
Também é legítimo perguntar: afinal, o que mais querem os jovens? A Igreja oferece espaços de encontro, atividades, grupos, peregrinações, voluntariado, momentos de oração e convivência. Mas, apesar disso, muitos continuam indiferentes. Talvez porque o problema não esteja apenas na falta de propostas, mas numa cultura onde tudo é provisório, descartável e sem compromisso duradouro, inclusive a fé.
Por isso, as palavras do Papa são incómodas porque tocam numa verdade que muitas vezes evitamos enfrentar. E perante aquilo que se verifica, talvez fosse mais honesto assumir claramente: ou se quer viver a fé seriamente, ou então reconhecer que nunca houve verdadeira adesão a Cristo. Porque pior do que afastar-se é viver de aparência, fazer de conta que se acredita, fazer de conta que se pertence à Igreja, quando no fundo nunca se quis realmente seguir Jesus Cristo.
A fé autêntica não é perfeita, mas é sincera. Pode ter dúvidas, fragilidades e quedas, mas procura permanecer. O problema não é quem luta para acreditar; o problema é transformar os sacramentos em simples cerimónias vazias, sem consequência para a vida. E talvez seja precisamente esse o desafio lançado pelo Papa: deixar de viver um cristianismo de ocasião e recuperar uma fé consciente, madura e perseverante.
(P. António Magalhães Sousa)
Nesta quarta-feira partilhamos as palavras de D. Pedro Fernandes, Bispo de Portalegre-Castelo Branco, proferidas na homilia celebrada no dia 31 de maio de 2026, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.
“O nome de Deus é compaixão, é amor, é comunhão. Verdadeiramente um, indivisível e eterno, e verdadeiramente três, Pai, Filho e Espírito Santo, eternamente distintos e eternamente unidos.
Assim, o que Deus nos diz de si mesmo é que ele é uno e diverso e que unidade e diversidade não se opõem, antes implicam-se. A imagem que temos de Deus muda tudo no modo como estamos diante dele e como nos vemos uns aos outros.
(...) Quando acolhemos a boa nova de que Deus é amor, uno e trino, então percebemos que somos amados, acolhidos por este Deus que a todos nos une e, de tantos e tão diferentes, nos faz ser um só corpo.
Não porque anula as diferenças, isso seria uma violência impossível ao Deus de misericórdia, mas porque coloca as diferenças em relação positiva e construtiva. O rosto trinitário de Deus e a nossa fé no Pai, no Filho e no Espírito Santo contrastam com os modelos polarizados e violentos que parecem prevalecer hoje neste nosso mundo contemporâneo. Neste, as diversidades entre pessoas, grupos e povos são usadas tantas vezes como pretexto para levantar muros, inventar preconceitos e avolumar violência, em vez de serem acolhidas como material de construção de um mundo em que as diversidades concorrem para a complementaridade e para a unidade no diálogo.
(...) Como dizia o Papa Francisco, somos missão. O nosso compromisso na Igreja não é propriamente apenas o de sermos colaboradores dos ministros ordenados, dos diáconos, dos padres, dos bispos, mas de sermos todos seguidores do único missionário, que é Cristo. Todos protagonistas da missão, cada um segundo o dom do Espírito que recebeu.
(...) Quando os frágeis e os mais pobres são descartados ou ignorados por uma economia que mata, porque apenas se alimenta da lógica capitalista que desvaloriza as pessoas, os cristãos põem no centro o Deus de Jesus Cristo, que se identificou com todos, especialmente com os mais frágeis. O nosso centro é a periferia, aí onde Deus mora.
(...) Não me canso de dizer que na Igreja não há filhos e enteados, como não há irmãos de primeira e irmãos de segunda. Na Igreja, à imagem da trindade, fazemos festa com a diferença e acolhemo-la como o lugar próprio da nossa unidade. É isso que queremos para o mundo, porque a nossa missão na terra dos humanos identifica-se com a missão de Deus, que nos enviou o seu Filho. Com Cristo na cruz, com Cristo ressuscitado, queremos vencer a violência com a mansidão, o descarte com a hospitalidade, o preconceito com a valorização de todos.”
Movimento da Mensagem de Fátima
Mudar para crescer
A nossa vida é feita de escolhas e decisões,
é assim que aprendemos,
é assim que crescemos,
é assim que mudamos....
Muitas vezes, queremos mudar, mas optamos por não o fazer, com medo, por falta de coragem ou confiança, preferimos ficar parados, sem nada fazer, sem nada mexer, sem nada arriscar.
Por isso, se queremos mudanças, elas têm que partir de nós,
temos de agir em vez de aguardar,
temos de fazer para acontecer.
Ficar parado, também é uma escolha nossa,
também tem resultados e consequências.
A nossa relação com Deus exige, da nossa parte, mudança de coração.
Não podemos criar uma amizade com Ele somente quando nos dá jeito.
Bastando fazer uns sacrifícios, para obter d’Ele o que queremos...
Ele prefere a misericórdia ao sacrifício... ou seja, que mudemos os nossos comportamentos, as nossas relações, em vez de nos preocuparmos com ritos sem sentido.
Jesus chama-nos para a mudança, como fez com Mateus,
um homem mal visto, cobrador de impostos...
E Mateus aceitou tal mudança...
porque acreditou que a sua vida podia ser diferente.
É esta a mudança que Jesus continua a querer que nós façamos:
que cada um de nós mude para crescer.
Será tempo perdido, ficarmos à espera
que as mudanças se façam por si mesmas, aí, só vamos encontrar desilusão.
Padre João Torres

Temos tantas solicitações e programas que há dificuldade em escolher aquilo que realmente vale a pena. Até porque muitas das vezes o conforto da casa fala mais alto e acabamos por adiar projetos, visitas, caminhadas e encontros.
Mas a verdade é que quando queremos arranjamos sempre tempo. Há de tudo:
Aqueles que nunca têm tempo para nada mas que andam metidos em tudo;
Aqueles que não estão metidos em nada, nem querem estar;
E depois há a queles que até nem queriam estar, mas para desenrascar algo acabam por ficar permanentes.
E claro ouvimos “são sempre os mesmos” pois são, e às vezes ainda bem. Ainda bem que temos gente de compromisso que diz ”presente” quando se pergunta qualquer coisa.
Esses são os corajosos. Depois temos aqueles que estão sempre á espera da ultima hora para confirmar se estão ou não presentes nos compromissos.
Isso é válido para quase tudo. Sejam reuniões, ou jantares há sempre alguns que se tem de perguntar diretamente pois têm dificuldade em dizer “sim ou não” gostam de ficar em cima do muro a ver o que acontece.
E pronto!
Temos cada vez mais dificuldade em assumir compromissos e definir prioridades. Estamos muito sujeitos à nossa disposição, ao “quem vai la estar” ou “se vale a pena” e poucas vezes assumimos perante quem nos congrega que fazemos questão de estar.
E imprevistos? Irra, esses é escolher! Há sempre algo que acontece que impede de estar até que descobrimos que na verdade esse imprevisto até era previsível.
Por isso define bem as tuas prioridades, aquilo pelo qual te comprometes.
Que a tua prioridade seja seres feliz…mas não te esqueças da felicidade dos outros.
E tu amiga, quais são as tuas prioridades?
Raquel Rodrigues