segunda-feira, 29 de junho de 2026

Seguir Jesus


“A cruz é sinal positivo na matemática.
Ao seguires Jesus, a tua Cruz irá somar alegrias sem fim à tua vida.…”
Catequese 8º Ano

Como é bom ter algo.

Ter roupa para vestir.

Ter pão para comer.

Ter uma casa para descansar.

Ter um carro para chegar onde quero.

Ter um amigo para partilhar as alegrias.

Ter uma Religião para viver em comunidade.

Ter um Batismo que faz de mim Filha.

Nada me falta.

“Tenho borboletas na barriga!”

E…

…sou Feliz!

Porque ambiciono para a minha vida o Ser!


Ser aconchego para alguém quando está frio.

Ser alimento para quem tem fome de Fé.

Ser albergue para os que caminham sem Esperança.

Ser mãe que transporta os filhos com a oração diária.

Ser amiga que carrega as dores e as angústias.

Ser a religião que desamarra o coração dos preconceitos banais e sem sentido.

Ser perdão e misericórdia para os que vivem sem Deus e sem Amor…


Hoje, quero a Cruz de Cristo em mim.

Sou Dele…

e sei que Jesus me ama muito mais do que eu me amo…

porque por mim e por ti O Cristo dá, a cada dia, a Sua própria Vida!


Liliana Dinis

Celebramos hoje São Pedro.




As chaves de Pedro não servem para fechar

Celebramos hoje São Pedro.
Talvez o imaginemos de chaves na mão, firme, seguro, quase perfeito. Mas o Evangelho apresenta-nos um homem bem diferente.
Pedro era impulsivo. Falava antes de pensar. Tinha o coração maior do que a prudência. Prometia mais do que era capaz de cumprir.
Quando ouviu dizer que queriam prender Jesus, fez voz grossa:
— "Ainda que todos Te abandonem, eu nunca Te abandonarei."
Não estava a fingir.
Acreditava sinceramente naquilo que dizia. Estava convencido de que seria capaz de morrer pelo Mestre.
Mas chegou a noite.
Chegou o medo.
Chegou a solidão.
E bastaram as perguntas de uma criada para fazer cair todas as certezas.
Três vezes negou conhecer Jesus.
Três vezes.
Não sabemos exatamente o que se passou dentro dele. Sabemos apenas que Pedro descobriu, da forma mais dura, que uma coisa é a imagem que fazemos de nós próprios; outra, bem diferente, é a verdade do nosso coração quando a vida nos coloca à prova.
Talvez por isso Jesus lhe tenha dito:
"Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja."
Não porque Pedro fosse uma rocha.
Mas porque decidiu apoiar a sua vida na verdadeira Rocha, que é Cristo.
A Igreja não nasceu da perfeição dos homens.
Nasceu da fidelidade de Deus.
Pedro caiu, mas deixou-se levantar.
Errou, mas não desistiu.
Chorou, mas não fugiu da misericórdia.
Foi precisamente um pecador perdoado que Jesus escolheu para confirmar os irmãos na fé.
Talvez seja esta a grande lição para os nossos dias.
Vivemos com demasiada facilidade a apontar o dedo aos erros dos outros. Há sempre alguém de quem falar, alguém para julgar, alguém que, na nossa opinião, já não merece uma segunda oportunidade.
Por vezes, até dentro da Igreja, surgem os "santaneiros" de ocasião: rápidos a condenar, lentos a compreender; prontos para fechar portas, mas pouco disponíveis para abrir o coração.
Conta-se que certa vez uma mulher, conhecida pela sua vida desregrada, entrou numa igreja para rezar. Uma pessoa muito "piedosa" escandalizou-se por a ver ali.
Esqueceu-se de uma coisa.
A Igreja nunca foi um clube de pessoas perfeitas.
É a casa onde os pecadores aprendem, todos os dias, a recomeçar.
Pedro compreendeu isso.
Por isso disse um dia:
— "Afasta-Te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador."
E mais tarde reconheceu:
— "Senhor, para quem iremos? Só Tu tens palavras de vida eterna."
E, depois da sua queda, já não fez promessas grandiosas.
Limitou-se a dizer:
— "Senhor, Tu sabes tudo. Tu bem sabes que Te amo."
Quem experimentou a misericórdia deixa de olhar os outros de cima.
Passa a olhá-los ao lado.
Por isso Pedro aparece sempre representado com umas chaves.
E talvez ainda hoje caiamos na tentação de pensar que as chaves servem para fechar portas.
Mas as chaves do Evangelho não servem para impedir a entrada.
Servem para abrir caminhos.
Abrir a porta a quem procura Deus.
Abrir espaço para quem regressa.
Abrir o coração àqueles que julgávamos perdidos.
Afinal, a porta que Jesus abriu na Cruz continua aberta.
E ninguém tem o direito de a fechar.

Padre João Torres

domingo, 28 de junho de 2026

Seguir Cristo na partilha com os irmãos

 

https://www.youtube.com/watch?v=W36l6nCyRNU&list=PLAqKRngqwuSfPdOPEvu7KzjdvMvB1w33f&index=159

Nas leituras deste 13º Domingo do Tempo Comum, cruzam-se vários temas. No geral, os três textos que nos são propostos apresentam uma reflexão sobre alguns aspectos do discipulado. Fundamentalmente, diz-se quem é o discípulo (é todo aquele que, pelo baptismo, se identifica com Jesus, faz de Jesus a sua referência e O segue) e define-se a missão do discípulo (tornar presente na história e no tempo o projecto de salvação que Deus tem para os homens).

O Evangelho é uma catequese sobre o discipulado, com vários passos. Num primeiro passo, define o caminho do discípulo: o discípulo tem de ser capaz de fazer de Jesus a sua opção fundamental e seguir o seu mestre no caminho do amor e da entrega da vida. Num segundo passo, sugere que toda a comunidade é chamada a dar testemunho da Boa Nova de Jesus. No terceiro passo, promete uma recompensa àqueles que acolherem, com generosidade e amor, os missionários do "Reino".
Às vezes, as pessoas procuram os ritos cristãos por tradição, por influências do meio social ou familiar, porque "a cerimónia religiosa fica bonita nas fotografias...". Sem recusarmos nada devemos, contudo, fazê-las perceber que a opção pelo baptismo ou pelo casamento religioso é uma opção séria e exigente, que só faz sentido no quadro de um compromisso com o "Reino" e com a proposta de Jesus.
Integrar a comunidade cristã é assumir o imperativo do testemunho. Sinto verdadeiramente que isso é algo que me diz respeito - seja qual for o lugar que eu ocupo na organização da comunidade?

 Na primeira leitura mostra-se como todos podem colaborar na realização do projecto salvador de Deus. De uma forma directa (Eliseu) ou de uma forma indirecta (a mulher sunamita), todos têm um papel a desempenhar para que Deus se torne presente no mundo e interpele os homens.
Antes de mais, o texto sugere que o projecto de salvação que Deus tem para os homens e para o mundo envolve toda a gente e é uma responsabilidade que a todos compromete. Uns são chamados a estar mais na "linha da frente" e a desenvolver uma acção mais exclusiva e mais exposta; outros são chamados a desenvolver uma acção menos exclusiva e mais discreta, mas nem por isso menos importante. Mas uns e outros decidiram sentir a responsabilidade de colaborar com Deus. Estou consciente disso? Empenho-me verdadeiramente em descobrir o papel que Deus me confia no seu projecto e em cumpri-lo com generosidade?

A segunda leitura
recorda que o cristão é alguém que, pelo Baptismo, se identificou com Jesus. A partir daí, o cristão deve seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida e renunciar definitivamente ao pecado.
Em termos concretos, o que é que implica a nossa adesão a Cristo? Paulo responde: significa morrer para o pecado e viver para Deus. O que é que significa "pecar"? Significa fechar-se no próprio egoísmo e recusar Deus e os outros. "Pecar" é recusar a comunhão com Deus e ignorar conscientemente as suas proposta
s; é recusar fazer da vida um dom, um serviço, uma partilha de amor com os irmãos... Os homens do nosso tempo acham que falar de "pecado" não faz sentido e que o discurso sobre o pecado é um discurso antiquado, repressivo, alienante. No entanto, o "pecado" existe: é o egoísmo que gera injustiça e exploração; é o orgulho que gera conflito e divisão; é a vingança que gera violência e morte. O que se pede ao discípulo de Jesus é que renuncie a esta realidade e oriente a sua vida de acordo com outros critérios - os critérios e os valores de Jesus.


https://www.dehonianos.org/

sábado, 27 de junho de 2026

Acolher significa... viver pintado

 


Acolher significa... viver pintado

Diante das nossas DESCONFIANÇAS, de todos os INTERROGATÓRIOS que sempre fazemos antes de abrir as portas a alguém, somos convidados por Jesus a deixarmo-nos pintar pela vida do outro.
Para acolher incondicionalmente o outro
é necessário despir-se de todos os escuros e cinzentos
que fabricamos com a marca dos
PRÉ-CONCEITOS, dos julgamentos fáceis, da mania da superioridade...
Precisamos da máxima hospitalidade, na maior simplicidade!
A pessoa vale o que vale o seu coração;
cada pessoa vale pelo que dá. Cada um só tem o que dá!
A minha vida vale o que vale o meu amor pelos outros.
Muitas vezes enchemo-nos de coisas e sentimos o peso insustentável do vazio. Sentimos que temos coisas mas elas não falam, sentimos que não somos capazes de multiplicar a vida.
Jesus faz o elogio da hospitalidade.
se alguém der de beber,
nem que seja um copo de água fresca,
a um destes pequeninos... Não perderá a sua recompensa”.
Agrada-me este Deus concreto e palpável,
onde cada rosto é terra prometida,
lugar de acolhimento,
de dom e de entrega....
tudo aquilo que fazemos de bom,
de amor, tudo tem um eco e nós temos de acreditar nisso...
Eu acho que às vezes nós acreditamos pouco nos gestos de amor...
acreditamos mais nas coisas MATERIAIS,
acreditamos mais nos NÚMEROS que vemos,
do que acreditamos na força potenciadora do amor...
que é acolher a cor do outro em mim.
Ter a ousadia de viver pintado...

Padre João Torres

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Não resolve nada e, ainda assim, muda tudo

 


A mensagem chegou-me por WhatsApp como tantas outras: chegou sem contexto, sem aviso, no meio de coisas pequenas que ocupam o dia.

Era uma mensagem do Tiago, um colega do meu hospital.
Simples, directo:

— “Uma questão… Quem era a Verónica?"

Fiquei a olhar para o ecrã durante uns segundos.
Podia ter respondido logo: “Não aparece na Bíblia.” E teria sido verdade.

Mas também teria sido curto demais. E, se calhar, seria até um pouco defensivo, como se fechasse a porta à pergunta antes mesmo de a deixar entrar.

Escrevi:

“Curiosamente… não aparece nos Evangelhos. Mas na tradição bíblica foi a mulher que limpou o rosto de Jesus quando ele levava a cruz às costas.”

“Exacto… mas por acaso não sei quem ela era” – respondeu ele.

Completei a minha resposta:

“Não há muitas referências sobre ela, apenas que durante o caminho de Jesus para o Calvário, uma mulher sai da multidão, aproxima-se dele e limpa-lhe o rosto com um pano, e nesse pano teria ficado impressa a face de Cristo”.

“Pois... Eu sabia que havia mais qualquer coisa, que não "apenas" limpar o rosto. Obrigado”

A conversa ficou ali. Curta. Quase banal.

Uma pergunta. Duas ou três respostas. Um “Obrigado” no fim.

E, no entanto, não saiu de mim.

Eu sabia que havia mais qualquer coisa…”

Foi a última coisa que ele escreveu. E essa frase ficou.

Não ficou por causa da Verónica. Mas ficou por causa desse “mais”.
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Horas depois, entrei numa das Unidades do meu hospital.

Era um daqueles dias cinzentos. Sem grandes acontecimentos, mas com a visibilidade dos cansaços que se vão acumulando em silêncio.

Um doente mais agitado. Outro completamente fechado. Profissionais a fazerem o que podem. E, muitas vezes, a fazerem um pouco mais do que podem…

Sentei-me ao lado de um homem que conheço há algum tempo.

Não lhe disse grande coisa.

Ele também não.

Ficámos ali.

Ao fim de um bocado, passou uma auxiliar.

Vinha com pressa, como quase sempre vêm com pressa, porque o trabalho aperta.

Parou um segundo. Olhou para ele.

— “Tem aqui a cara toda suja…”

Disse-o com naturalidade. Sem peso. Sem discurso.

Foi buscar um pano. Molhou-o. E limpou-lhe o rosto.

Demorou menos de um minuto.

Não houve nenhum silêncio solene. Não houve nenhuma frase marcante. Não houve nada que, visto de fora, justificasse parar.

Acabou. E seguiu. Como quem faz apenas o que tem a fazer.

Mas ele ficou.

Diferente.

Endireitou-se ligeiramente. Passou a mão pelo rosto, como quem reconhece qualquer coisa. E ficou a olhar em frente de outra maneira.

Nada de extraordinário.
E, no entanto, ali estava.
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Lembrei-me da mensagem do Tiago.

“Eu sabia que havia mais qualquer coisa…”

Sim. Há.

Mas não é mais informação. Nem mais detalhe histórico. Nem mais precisão sobre quem era ou deixava de ser.

O “mais” está noutro lugar.

A Verónica, seja ela quem for, não muda o rumo da história. Não impede a cruz. Não altera o fim. Faz um gesto pequeno.

Quase inútil, se for medido pelos resultados.

Mas não é inútil.

Porque naquele momento, alguém deixa de ser apenas sofrimento exposto e volta, ainda que por instantes, a ser alguém.

E isso faz uma diferença gigantesca. Sim, faz…

Não muda tudo à nossa volta, é verdade.

Mas muda alguém.
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Às vezes procuramos o “mais” em explicações e ficamos presos à ideia de que só vale a pena o que resolve. O que é mensurável.

Mas no hospital, tal como na vida, há demasiadas coisas que não se resolvem. E o “mais” está quase sempre nos gestos que passam despercebidos.

E a pergunta da Verónica, que parece antiga, afinal não o é.

Repete-se todos os dias, nos corredores e nas Unidades de internamento:

quando não dá para curar,

quando não dá para impedir,

quando não dá sequer para explicar…

quando tudo é insuficiente,

quando nada parece chegar,

quando o que fazemos é sempre pouco…

ainda assim, fazemos

ou passamos ao lado?

tu passas ao lado

ou aproximas-te?

A conversa acabou com um “Obrigado”.

Mas acho que a resposta, a única que realmente interessa, não se escreve em mensagens.

Escreve-se nisto: num pano molhado, num rosto limpo, num segundo de interrupção do abandono.



Fernando d'oliveira

quinta-feira, 25 de junho de 2026

E tu, já pediste desculpa hoje?




Desculpa.


É outra das minhas palavras favoritas. Devo certamente algumas e tenho algumas a haver, quem sabe, mas a vida segue sem tantas vezes, nos darmos conta do quão importante seria parar, refletir e pedir desculpa, despretensiosa e acima de tudo sinceramente.

Quem me pede desculpa ganha o meu coração, pois tem a hombridade de o fazer mesmo que não seja fácil!

As vezes somos magoados pelos outros sem intenção, aí a desculpa pode tardar, mas não deve falhar "desculpa se te sentiste magoado, mas não foi essa a minha intenção" e desfazem- se mal-entendidos que, às vezes, duram a vida inteira!

Outras vezes somos magoados à séria e aí quando a desculpa é de coração é um momento tão bonito e tão importante que pode transformar vidas!

E é por isso que abomino a célebre frase: "as desculpas não se pedem, evitam-se" porque para mim é exatamente o contrário: AS DESCULPAS NÃO SE EVITAM, PEDEM-SE.


Lucília Miranda

quarta-feira, 24 de junho de 2026

S. João Baptista


https://www.youtube.com/watch?v=uHqgkPCCVQw

João Batista, além da Virgem Maria, é o único santo de quem a Liturgia celebra o nascimento para a terra. João, como "Precursor" de Jesus teve, de fato, um papel único na História da Salvação. Filho de Zacarias e de Isabel, a sua vida não desabrochou por iniciativa humana, mas por dom de Deus a dois pais de idade avançada e, por isso, já sem possibilidade de gerar filhos. Situado na charneira entre o Antigo e o Novo Testamento, como Precursor, João é considerado profeta de um e outro Testamento. O paralelismo estabelecido por Lucas entre a infância de Jesus e de João Batista levou a Liturgia a celebrar o nascimento de ambos: o de Jesus no solstício de Inverno e o de João no solstício de Verão.

A festa do nascimento de João Batista leva-nos a pensar no amor preveniente de Deus e na importância das suas preparações para o acolhermos devidamente e com fruto. Deus prepara o nascimento de João: um anjo anuncia a Zacarias que a sua mulher, idosa e estéril, vai ter um filho, cujo nascimento alegrará a muitos; inesperadamente, o nome da criança não é Zacarias, mas João, cujo significado é: "Deus faz graça"; João é enviado a preparar os caminhos do Senhor, o "ano de graça" do Senhor, a vinda de Jesus. Como o agricultor prepara o terreno antes de lhe lançar a semente, assim Deus prepara os tempos e os corações para receberem os seus dons. É por isso que havemos de viver vigilantes, de estar atentos à ação de Deus em nós e nos outros, para a sabermos discernir no meio dos acontecimentos humanos e nas mais variadas situações da nossa vida. João ajuda-nos a estarmos atentos a Jesus e ao que Ele quer fazer em nós e no nosso mundo. João acreditou e indicou Jesus aos que o seguiam: "depois de mim, virá alguém maior do que eu... Eis o Cordeiro de Deus!"
Por todas estas razões, a festa de hoje é um dia de alegria para a Igreja. E, todavia, João foi um profeta austero, que pregou a penitência com uma linguagem pouco amável: "Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da cólera que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de conversão e não vos iludais a vós mesmos, dizendo: 'Temos por pai a Abraão!'" (Mt 3, 7-8). O profeta exortava a uma penitência que se torna alegria, alegria da purificação, alegria da vinda do Senhor.
A missão de João Batista é, de certo modo, a missão de todo o crente: preparar a vinda do Senhor, o que é mais do que simplesmente anunciar. É preciso por ao serviço de Jesus não só as nossas palavras, mas também a nossa vida toda.

Oração

S. João Batista, glorioso Precursor de Jesus,
 verdadeiro amigo do Esposo,
 ensinai-me o espírito de penitência 
e o amor da pureza para alcançar uma união, 
cada vez maior, com Jesus, o Salvador, e com Maria, sua Mãe. 
Ensinai-me a viver essa união em todos os momentos da minha vida,
 incluindo o meu apostolado em que procuro preparar, 
como vós, os caminhos do Senhor.
 Que a minha ternura por Jesus se torne, 
cada vez mais, semelhante à vossa.
 Ámen.

https://www.dehonianos.org/liturgia/?mc_id=460