Que coisa é esta de que se fala de cima do altar, mas que se vive nas nossas casas?
Não é fácil, mas confesso que desde pequena fui fascinada pela santidade que considero ser o mais próximo da perfeição. Mas hoje, parece que nos afastamos tanto da santidade. Que raio!
O discurso do ódio parece normalizado. O insulto como algo banal.
Parece que nos fascinamos por discursos em que se ofende desde "burros, estúpidos, ladrões"...e um sei lá de impropérios que envergonham qualquer santo.
As pessoas aplaudem como se estivessem a ver um espetáculo de comédia.
As pessoas assistem como se fosse um circo romano em que a palavra é como Leão que mata.
E sabem o que mais me incomoda?
Não é quem as vocifera, mas quem se acomoda, quem se cala ou pior, quem adora. Pessoas com responsabilidade política, e não só, insultam sem qualquer pudor. E quando são confrontados, viram o prego e acusam os outros de lhes tirar" liberdade de expressão ".
Não acham estranho como as regras mudam dependendo do lado em que estamos. E sabem, lamento profundamente ouvir isto de quem se sente dono de religião, crente, e com Deus do seu lado. Lamento ouvir o nome de Deus como fundamento a qualquer ato de ódio. Sim, ódio porque se alimenta da agressividade para justificar a maldade.
Vejo gente com enorme responsabilidade, palco e tempo de antena a semear o mal, mas a sentirem se os únicos donos e defensores do bem.
Hoje, podíamos todos parar um pouco, longe de ideologias, crenças e valores políticos e pensar o que é realmente ser Santo. O Papa Francisco é exímio nas palavras sobre esse tema, mas nós somos os responsáveis por colocá- las em prática.
Sejamos Santos, ou pelo menos morremos a tentar.
E tu amiga, como fazes o teu caminho para a santidade?
A Igreja, acolhendo uma tradição monástica que vem do século XI, dedica o dia 2 de Novembro à memória dos fiéis defuntos. Depois de ter celebrado a glória e a felicidade dos Santos, no dia 1 de Novembro, a Igreja dedica o dia 2 à oração de sufrágio pelos "irmãos que adormeceram na esperança da ressurreição". Assim fica perfeita a comunhão de todos os crentes em Cristo.
O silêncio é a melhor atitude perante a morte. Introduzindo-nos no diálogo da eternidade e revelando-nos a linguagem do amor, põe-nos em comunhão profunda com esse mistério imperscrutável. Há um laço muito forte entre os que deixaram de viver no espaço e no tempo e aqueles que ainda vivem neles. É verdade que o desaparecimento físico dos nossos entes queridos nos causa grande sofrimento, devido à intransponível distância que se estabelece entre eles e nós. Mas, pela fé e pela oração, podemos experimentar uma íntima comunhão com eles. Quando parece que nos deixam, é o momento em que se instalam mais solidamente na nossa vida, permanecem presentes, fazem parte da nossa interioridade. Encontramo-los na pátria que já levamos no coração, lá onde habita a Santíssima Trindade. Escreveu o Pe. Dehon: "Vivo muito com os meus mortos: os meus pais, amigos, antigos diretores, antigos alunos. Uma centena dos meus religiosos já partiu para junto do Bom Deus, entre eles, homens que muito trabalharam e rezaram... Saúdo-os todas as manhãs e todas as noites, com os meus padroeiros celestes" (NQT XLIV, 139). Paulo encoraja-nos a vivermos positivamente o mistério da morte, confrontando-nos com ela todos os dias, aceitando-a como lei de natureza e de graça, para sermos progressivamente despojados do que deve perecer até nos vermos milagrosamente transformados no que devemos ser. Deste modo, a "morte quotidiana" revela-se um nascimento: o lento declínio e o pôr-do-sol tornam-se aurora luminosa. Todos os sofrimentos, canseiras e tribulações da vida fazem parte desta "morte quotidiana" que nos levará à vida imortal. Havemos de viver fixando os olhos na bem-aventurada esperança, confiando na fidelidade do Senhor, que nos prometeu a eternidade. Vivendo assim, quando chegar ao termo desta vida, não veremos descer as trevas da noite, mas veremos erguer-se a aurora da eternidade, onde teremos a alegria de nos sentir uma só coisa com o Senhor. Depois de muitas tribulações, seremos completamente seus, e essa pertença será plena bem-aventurança na visão do seu rosto. Para o cristão, o sofrimento é um tempo de "disponibilidade pura", de "pura oblação" e, ao mesmo tempo, uma forma eminente de apostolado, em união a Cristo vítima, na comunhão dos santos, para salvação do mundo. Vivendo assim, prepara-se, assim, para o supremo ato de oblação, para o último apostolado, o da morte: configurados "a Cristo na morte" (Fil 3, 10) (Cf. Cst n. 69).Se a morte de Cristo na Cruz é o ato de apostolado mais eficaz, que remiu o mundo, o mesmo se pode dizer da morte do cristão em união com a morte de Cristo. Não se quer com isto dizer que, sob o ponto de vista humano, a morte do cristão deva ser uma "morte bonita", tal como não foi bonita, com certeza, a morte de Cristo aos olhos dos homens. Foi, pelo contrário, uma "liturgia esquálida", de abandono e de desolação. O importante é que seja uma morte "para Cristo e em Cristo" (S. Inácio de Antioquia, SC 10, 132). Imolados com Ele, com Ele ressuscitaremos. Se, na humildade do dia a dia, vivemos a nossa oblação-imolação com Cristo, oblato e imolado pela salvação do mundo, estamos preparados para o último apostolado da nossa vida: a oblação-imolação da nossa morte, o extremo sacrifício, consumado pelo fogo do Espírito, como aconteceu na morte de Cristo na cruz: "Por um Espírito eterno ofereceu a Si mesmo sem mancha, a Deus" (Heb 9, 14). A morte é, então, a nossa última oferta, o momento da suprema, pura oblação: "Se morrermos com Ele, com Ele viveremos" (2 Tm 2, 11).
Oração
Senhor, quero hoje rezar-te por aqueles que desapareceram no mistério da morte. Dá o descanso àqueles que expiam, luz aos que esperam, paz aos que anseiam pelo teu infinito amor. Descansem em paz: na paz do porto seguro, na paz da meta alcançada, na tua paz, Senhor. Vivam no teu amor aqueles que amaste, aqueles que me amaram. Não esqueças o bem que me fizeram, o bem que fizeram a outros. Esquece tudo o mal que praticaram, risca-o do teu livro. Aos que passaram pela dor, àqueles que parecem ter sido imolados por um iníquo destino, revela, com o teu rosto, os segredos da tua justiça, os mistérios do teu amor. Concede-me aquela vida interior que permite comunicar com o mundo invisível em que se encontram os nossos defuntos: esse mundo fora do tempo e do espaço, esse mundo que não é lugar, mas estado, e mundo que não está longe de mim, mas à minha volta, esse mundo que não é de mortos, mas de vivos. Ámen.
As crianças que não vão a funerais, mas celebram o Halloween
Vivemos tempos estranhos. Pais que afastam os filhos dos funerais, “para não traumatizar”, mas vestem-nos de mortos-vivos e fantasmas no Halloween. Dizem que o luto é pesado demais para uma criança. Mas o que é mais pesado? Ver alguém partir com amor e verdade, ou crescer sem nunca aprender a lidar com a perda? A morte não é um espetáculo, é um mistério. E escondê-la não protege, confunde. Quando a criança não é ensinada a despedir-se, ela aprende a fugir da dor. E quem foge da dor, um dia, não saberá o que fazer com ela. Depois, na mesma casa onde se esconde o caixão, penduram-se abóboras e esqueletos para “brincar com o medo”. E o medo entra disfarçado de festa. O Halloween banaliza o feio, o assustador, o sombrio, transforma o medo em entretenimento. Mas o medo não educa. Desensibiliza. E uma criança que brinca com o macabro, sem entender o sagrado da vida e da morte, cresce sem bússola emocional, sem reverência, sem profundidade. Não se trata de proibir festas. Trata-se de ensinar o que tem valor. De mostrar que a beleza é mais forte que o grotesco, que o amor vence a escuridão, que a fé dá sentido ao fim. Leva os teus filhos a um funeral. Deixa-os ver o amor que chora, a lágrima que despede, a mão que acaricia pela última vez. Ensina-lhes que morrer faz parte de viver. Porque uma criança que aprende a enfrentar a morte saberá amar sem medo, sofrer sem se perder, e acreditar na vida que continua.
Não é o Halloween que assusta. É a indiferença. É criar filhos que sabem brincar com o escuro, mas não sabem acender a luz.
A liturgia do 31º Domingo do Tempo Comum convida-nos a uma reflexão séria sobre a seriedade, a verdade e a coerência do nosso compromisso com Deus e com o Reino. De forma especial, as leituras deste domingo interpelam os animadores das comunidades cristãs acerca da verdade do seu testemunho, da pureza dos seus motivos, do seu real empenho na construção de comunidades comprometidas com os valores do Evangelho.
O Evangelho apresenta-nos o grupo dos "fariseus". Critica violentamente a sua pretensão à posse exclusiva da verdade, a sua incoerência, o seu exibicionismo, a sua insensibilidade ao amor e à misericórdia. Mais do que informação histórica, é um convite aos crentes no sentido de não deixarem que atitudes semelhantes se introduzam na família cristã e destruam a fraternidade, fundamento da comunidade.
Mateus, ao denunciar a tendência dos "fariseus" para impor aos outros pesos insuportáveis, está a avisar-nos contra a tentação de inventar exigências e obrigações, mandamentos e leis que criam escravidão, que oprimem as consciências, que metem medo, que impedem os filhos de Deus de viverem livres e felizes. Isso acontece na Igreja de que fazemos parte? As cargas com que, às vezes, carregamos os homens e mulheres nossos irmãos, serão sempre consequência da radicalidade do Evangelho?
Na primeira leitura um "mensageiro de Jahwéh" interpela os sacerdotes de Israel. Convocados por Deus para serem "mensageiros do Senhor do universo", para ensinar a Lei e para conduzir o Povo para Deus, eles deixaram-se dominar por interesses egoístas, negligenciaram os seus deveres, desvirtuaram a Lei. Eles são, por isso, os grandes responsáveis pelo divórcio entre Israel e o seu Deus. Jahwéh anuncia que não pode tolerar esse comportamento e que vai desautorizá-los e desmascará-los.
Aos animadores das comunidades foi confiada por Deus e pela Igreja a missão fundamental de interpelar a comunidade, de revitalizar o seu ânimo, de recordar a cada crente os seus compromissos, de testemunhar a todos o amor de Deus... Aqueles que, de alguma forma, têm responsabilidades na animação das comunidades, desempenham este serviço com dedicação e entusiasmo, conscientes da grave responsabilidade que assumiram diante de Deus e da Igreja, ou instalam-se no comodismo e na indiferença, deixando que a sua comunidade caminhe à deriva e sem objectivos? Os animadores das nossas comunidades cristãs são apenas funcionários que asseguram o expediente das "nove às cinco", com intervalo sagrado para almoço e sesta, ou são cristãos responsáveis que, fiéis à missão que lhes foi confiada, põem a vida ao serviço de Deus e dos irmãos?
A segunda leitura apresenta-nos, em contraste com a primeira, o exemplo de Paulo, Silvano e Timóteo - os evangelizadores da comunidade cristã de Tessalónica. Do esforço missionário feito com amor, com humildade, com simplicidade, com gratuidade, nasceu uma comunidade viva e fervorosa, que acolheu o Evangelho como um dom de Deus, que se comprometeu com ele e que o testemunha com verdade e coerência.
Convém estarmos conscientes de que não basta que a Palavra seja proclamada: é preciso que ela seja, também, escutada e acolhida. Escutar não significa apenas "ouvir com os ouvidos", mas também acolher no coração as propostas que nos são feitas por Deus. Estamos sempre disponíveis para nos deixarmos interpelar e transformar pela Palavra que nos é anunciada, ou o nosso coração é como essa terra dura que recebe a semente e a deixa secar?
Feliz coincidência!... E porque não?... É o dia da comunhão universal: dos vivos entre si, dos vivos com os mortos e dos mortos com os vivos, para que todos se digam, com alegria e esperança, e se deem as mãos. É o dia da saudade, e as saudades são as memórias do coração! Ao ouvir a notícia de tão elevada reunião, imaginei as preocupações de quem a convocou e logo recordei Ezequiel, esse grande profeta, lá, na sua guarita de sentinela do povo. Naquele tempo, século VI a. C., Ezequiel foi levado, em visão, a um vale coberto por ossos ressequidos. Interpelado sobre se aqueles ossos poderiam voltar à vida, Ezequiel disse que só se fosse por ‘milagre’. Instado a profetizar sobre eles, logo se ouviu um estranho ruído. Os ossos começaram a movimentar-se, indo cada um ao encontro do seu correspondente. Os tendões despontaram, a carne cresceu, a pele recobriu-os. O profeta voltou a profetizar e o espírito de vida soprou sobre aqueles ossos assim aperaltados, penetrou neles e eles reviveram, colocando-se de pé como se fossem um grande exército. E o que simbolizava tudo isso? A ausência total de vida e de esperança do povo de Israel no exílio, a crise de identidade profunda que atravessava e a humilhação que sentia, faziam-no sentir mirrado, ressequido, abandonado. No entanto, apesar de parecer humanamente impossível devido à prepotência babilónica, a coisa iria mudar! O povo iria receber um novo sopro de vida, iria saltar daquele requietório e regressar para restaurar o seu país, na esperança de voltar a ser o que era, tal como aqueles ossos ressequidos agora reavivados. Perante tal desafio, havia exigências: teriam de assumir a responsabilidade pelo fracasso histórico de um sistema que se corrompeu, provocando o mal estar de todos; haveriam de entender que a simples reforma de um sistema corrompido não gera nenhuma sociedade nova, é sol de pouca dura, voltariam aos mesmos vícios; haveriam de assumir a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, alicerçada na liberdade responsável e na vida digna de todos e de cada um. Ezequiel, porém, foi ainda mais longe. Pegou em duas varas, uma a representar o Reino do Sul, Judá, e a outra a representar o Reino do Norte, Israel/Efraim. Segurou-as muito bem unidas na sua mão, de modo que simbolizassem, perante o povo, que a reunificação geopolítica e espiritual do povo iria acontecer e juntariam sinergias para bem do progresso e da paz (Ez 37). Não é que Portugal esteja em semelhante requietório. Mas que os seus ossos precisam de um novo fôlego de vida, lá isso precisam. E tudo quanto seja feito para os reanimar é sempre bem vindo, mesmo que uns se esmerem e digam que tudo se está a fazer nesse sentido, e, outros, para encobrir que também são culpados da situação, nada de bom fisguem no que aqueles dizem e fazem. E vice-versa, pois claro! Tudo faz parte da dialética democrática. No entanto, se eu fosse alguém com patuá credível junto dos políticos, pedir-lhes-ia, com a persistência espelhada nas parábolas do Juiz iníquo (Lc 18,1-8) e do Amigo importuno (Lc 11, 5-8) que fizessem o favor de dar as mãos e de reunir todas as forças nesse sonho de promover o bem comum, delineando, conjuntamente, o melhor para o país. Não para unir o Norte e o Sul, pois as rivalidades que entre eles possam existir não significam divisão. São meros ciúmes de quem se ama, mesmo por entre rivalidades clubísticas, culturais e políticas. Seria para lhes pedir que essa coisa a que chamam Direita, Centro, Esquerda e mais as pontas de cada lado que sempre falam zangadas com o mundo e arredores, se reunissem e, de forma sinodal, planeassem, sem preconceitos nem interesses ideológicos, pessoais ou partidários, as áreas e linhas comuns de um Pacto de Regime ou de Estado, a serem doravante assumidas pelos governantes de cada turno. Quem melhor e mais rapidamente as concretizasse é que deveria merecer o voto do povo, o qual, com a parcimónia devida, até reconheceria que os talentosos tribunos se faziam valer, não pela insonsa e demagógica gritaria, mas pela beleza da obra feita. Acredito que os aplausos e a gratidão seriam bem mais sinceros e ajustados. Em Dia de Todos os Fiéis Defuntos, é bom lembrar os mortos sem andar aos pontapés aos vivos. Se outros o não tivessem feito, bastaria Camões para nos convidar a enaltecer “Aqueles que por obras valerosas / Se vão da lei da morte libertando" (C1,E2). Mas sem exagero! Sim, sem exagero, sem ter de chamar por Eça de Queirós para zurzir naqueles que, porventura, passassem o tempo a enaltecer o orgulho glorioso do passado para encobrir que eles próprios são “todos uns eunucos, uns tísicos, uns fadistas de trazer por casa!” (d’Os Maias, C.VI ). A morte física é inevitável, mas a memória e o reconhecimento público são quem resgata os patriotas de antanho, não para defesa de nacionalismos paralisantes, mas para estimulo dos presentes e futuros. Camões recorda e glorifica os heróis do passado e os que viriam a sê-lo. Não apenas os heróis individuais, também “o peito ilustre lusitano”, o herói coletivo (cf. C1,E3). É de presumir que o Conselho de Estado, nesse dia, faça memória dos heróis do passado, mas cuidará, sobretudo, não duvidamos, desse herói coletivo que sempre foi e é o povo português, o qual, apesar das vergastadas da vida e dos mimos das governanças, não desiste de lutar com valentia e garbo, mesmo que por entre alguns desatinos!
Está a chegar a grande 𝗦𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗦𝗲𝗺𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀, (01 a 08 de novembro), este ano sob o tema «𝘊𝘰𝘮𝘶𝘯𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘲𝘶𝘦 𝘳𝘦𝘻𝘢, 𝘴𝘦𝘮𝘪𝘯𝘢́𝘳𝘪𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘧𝘭𝘰𝘳𝘦𝘴𝘤𝘦». Somos convidados a unir-nos em oração pelas vocações sacerdotais, pelos seminaristas e por todos os que os acompanham no caminho de discernimento. O Secretariado da Juventude e Vocações propõe que as comunidades façam Vigília de Oração a 𝗽𝗲𝗱𝗶𝗿 𝗮𝗼 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿 𝘀𝗮𝗻𝘁𝗼𝘀 𝘀𝗮𝗰𝗲𝗿𝗱𝗼𝘁𝗲𝘀.
Haverá, porém, um momento comum com a presença do Bispo Diocesano, D. Pedro Fernandes.: 𝗩𝗶𝗴𝗶́𝗹𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗦𝗲𝗺𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀, na Igreja de São Tiago, em Castelo Branco Neste semana, também o Pré-Seminário iniciará as suas atividades, convidando os jovens a descobrir, num ambiente de partilha, convívio e oração, o que Deus sonha para a sua vida.
𝟳 𝗱𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼: 𝗜 𝗘𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗿𝗲́-𝗦𝗲𝗺𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼, no Seminário de São José, em Alcains, destinado a jovens a partir dos 14 anos. INSCRIÇÕES ABERTAS!
Que cada comunidade cristã seja um lugar de oração, escuta e acompanhamento, onde possam florescer novas vocações ao serviço de Deus e da Igreja. 𝗖𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝘇𝗮, 𝘀𝗲𝗺𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗹𝗼𝗿𝗲𝘀𝗰𝗲!