domingo, 29 de março de 2026

Procissão de Ramos

 

A celebração do Domingo de Ramos, hoje, dia 29 de março, abriu solenemente a programação da Semana Santa na Paróquia. Com a tradicional Benção dos Ramos na Igreja de Nª Srª da Luz, seguida da procissão de Ramos até *a igreja Matriz onde foi celebrada missa ás 12h.











DOMINGO DE RAMOS

 

https://www.youtube.com/watch?v=eq7Ruq5v5hs&list=PLAqKRngqwuSfPdOPEvu7KzjdvMvB1w33f&index=165

A liturgia deste último domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.

A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste "servo" a figura de Jesus.
Jesus, o "servo" sofredor, que faz da sua vida um dom por amor, mostra aos seus seguidores o caminho: a vida, quando é posta ao serviço da libertação dos pobres e dos oprimidos, não é perdida mesmo que pareça, em termos humanos, fracassada e sem sentido. Temos a coragem de fazer da nossa vida uma entrega radical ao projecto de Deus e à libertação dos nossos irmãos? O que é que ainda entrava a nossa aceitação de uma opção deste tipo? Temos consciência de que, ao escolher este caminho, estamos a gerar vida nova, para nós e para os nossos irmãos?
Temos consciência de que a nossa missão profética passa por sermos Palavra viva de Deus? Nas nossas palavras, nos nossos gestos, no nosso testemunho, a proposta libertadora de Deus alcança o mundo e o coração dos homens?

A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
Os valores que marcaram a existência de Cristo continuam a não ser demasiado apreciados no séc. XXI. De acordo com os critérios que presidem à construção do nosso mundo, os grandes "ganhadores" não são os que põem a sua vida ao serviço dos outros, com humildade e simplicidade, mas são os que enfrentam o mundo com agressividade, com auto-suficiência e fazem por ser os melhores, mesmo que isso signifique não olhar a meios para passar à frente dos outros. Como pode um cristão (obrigado a viver inserido neste mundo e a ser competitivo) conviver com estes valores?
Os acontecimentos que, nesta semana, vamos celebrar, garantem-nos que o caminho do dom da vida não é um caminho de "perdedores" e fracassados: o caminho do dom da vida conduz ao sepulcro vazio da manhã de Páscoa, à ressurreição. É um caminho que garante a vitória e a vida plena.

O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz, revela-se o amor de Deus - esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Contemplar a cruz, onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus, significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade... Olhar a cruz de Jesus significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias; significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens; significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor... Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de uma dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.

https://www.dehonianos.org/

sábado, 28 de março de 2026

INFORMAÇÃO PAROQUIAL

                      ZONA PASTORAL DE ARRONCHES

PREPARAR E CELEBRAR A PÁSCOA 2026



 Domingo 29 de Março -- Domingo de Ramos
Muda a hora, entra em vigor a hora de Verão, adiantar os relógios 1hora

ARRONCHES -11h45m- BENÇÃO DOS RAMOS, Igreja de Nª Srª da Luz seguida de PROCISSÃO até á Matriz. 12h00 Missa
 
15h00 - Missa e Benção dos Ramos em Besteiros ( Srª da Lapa)

SEGUNDA- FEIRA, 30 DE MARÇO- ALEGRETE-18H00. CONFISSÕES
SEGUNDA- FEIRA, 30 DE MARÇO- ARRONCHES-19H00. CONFISSÕES

QUINTA- FEIRA - 2 DE ABRIL- SÉ DE PORTALEGRE- 10H00- MISSA CRISMAL COM BENÇÃO DOS SANTOS ÓLEOS

QUINTA- FEIRA - 2 DE ABRIL- ARRONCHES- 18H00- CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR, MISSA E LAVA-PÉS

QUINTA- FEIRA - 2 DE ABRIL- ALEGRETE- 18H00- CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR,

SEXTA-FEIRA- 3 DE ABRIL- 15H00 - ARRONCHES. CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DE JESUS

SEXTA-FEIRA- 3 DE ABRIL- 15H00 - ALEGRETE. CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DE JESUS

SEXTA-FEIRA- 3 DE ABRIL- 21H00 - VIA SACRA EM VALE DE CAVALOS

SÁBADO, 4 DE ABRIL- ARRONCHES. 21H30- SOLENE VIGÍLIA PASCAL COM AS 4 LITURGIAS: LITURGIA DALUZ E BENÇÃO DO LUME NOVO E DOS CÍRIOS PASCAIS DE TODAS AS COMUNIDADES, LITURGIA DA PALAVRA, BENÇÃO DA ÁGUA E LITURGIA BATISMAL E LITURGIA EUCARÍSTICA.

DOMINGO, 5 DE ABRIL- PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
( Horário habitual das missas nas Paróquias)

QUINTA-FEIRA, 9 DE ABRIL- ARRONCHES-21H00- CONFISSÕES E ENSAIO DOS CRISMANDOS

DOMINGO, 12 DE ABRIL- ARRONCHES- 12H00- CELEBRAÇÃODOS CRISMA DOS JOVENS DE ARRONCHES E DEGOLADOS  E ADULTOS QUE SE PREPARAM PARA ISSO, PRESIDIDA PELO NOSSO BISPO, D. PEDRO FERNANDES.

Quando vier a Primavera. Alberto Caeiro

 


https://www.youtube.com/watch?v=ZNWEmKLLFWA




Alberto Caeiro é o Mestre dos heterónimos pessoanos e do próprio Fernando Pessoa. Poeta bucólico, "de espécie complicada", Caeiro dizia que "o verso nunca se emenda". Recordamos o autor de "O Guardador de Rebanhos" com este poema "Quando vier a Primavera", dito pelo ator Pedro Lamares.


Quando vier a primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro in Poemas inconjuntos

sexta-feira, 27 de março de 2026

IMAGEM MARCANTE!... HISTÓRICA!... INESQUECÍVEL! ...



Março de 2020, dia 27, sexta-feira!
 Dia chuvoso aquele, dramático e triste! Ao entardecer, numa Praça habituada a multidões diárias, mas totalmente vazia, Francisco, sozinho, em direto para todo o mundo, sobe vagarosamente aquela praça sob o olhar atento e meigo de crentes e não crentes. Foi um momento solene e comovente, para, qual rocha firme em papel de Pedro, como interlocutor da solidariedade humana e da esperança no Senhor da vida, abraçar a Humanidade sofrida e fazer da Palavra de Deus e da oração um gesto extraordinariamente solidário, espiritualmente unificador, pedindo ao Senhor a bonança no meio daquela tempestade pandémica.
Como ele afirmou, “Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados “vamos perecer”. E o Papa reconhecia que no meio de toda esta história, muitos companheiros de viagem, muitas pessoas habitualmente esquecidas, escreveram “os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos - mas muitos - outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho. Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras”.
Francisco baseara a sua reflexão em Mc 4, 35-41, quando os discípulos, aflitos no meio duma tempestade no mar da Galileia, acordam Jesus que dormia sossegado na proa do barco e lhes disse: “Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”. A pandemia, tal como esta “tempestade – dizia Francisco - desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de ‘empacotar’ e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente ‘salvadores’, incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades. Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso ‘eu’ sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela (abençoada) pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos”.
“Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”. Francisco afirmava que esta palavra de Jesus “atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora, nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: “Acorda, Senhor!”. Nesta Quaresma, dizia o Papa, ressoa este apelo urgente: “Convertei-vos…”. Um apelo sempre atual: é “o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros (...) Não somos autossuficientes, sozinhos afundamo-nos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores, das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas ruins. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida não morre jamais”.

D. Antonino Dias
Caminha, 27-03-2026.

Papa visita Mónaco com apelos à paz e à ecologia

Leão XIV vai realizar primeira viagem internacional na Europa



Cidade do Vaticano, 25 mar 2026 (Ecclesia) – A Santa Sé apresentou hoje o programa da viagem de Leão XIV ao Principado de Mónaco, agendada para 28 de março, destacando temas como a paz, a defesa da vida e a ecologia.

“[O Mónaco é um] país de dimensões reduzidas, mas com um grande horizonte, no qual o Pontífice poderá oferecer uma primeira reflexão sobre o seu papel na Europa”, disse aos jornalistas o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni,

A deslocação, na véspera da Semana Santa, é a primeira de um Papa na era contemporânea ao Mónaco, segundo Estado mais pequeno do mundo, a seguir ao Vaticano.

Matteo Bruni destacou, em conferência de imprensa, que a viagem acontece numa “época de polarização social, em que muitas vezes as vidas são negligenciadas e se nota a necessidade de recompor as fraturas”.

O portal de notícias de Vaticano destaca a existência de imigrantes de 150 países, no Principado, com destaque para a comunidade portuguesa.

O programa oficial arranca às 09h00, com a chegada ao heliporto de Mónaco, onde Leão XIV será recebido pelo Príncipe Alberto II e pela Princesa Charlene, seguindo-se uma visita de cortesia ao Palácio do Príncipe.

Após uma passagem pela Catedral da Imaculada Conceição para um momento de oração com a comunidade católica local, o Papa desloca-se à igreja de Santa Devota para um encontro com jovens e catecúmenos, onde ouvirá testemunhos dos participantes.

O ponto alto desta viagem internacional acontece a partir das 15h30 (menos uma em Lisboa), com a celebração da missa no estádio Louis II, sob a presidência do Papa, perante cerca de 15 mil fiéis.

Todos os discursos da visita serão proferidos em língua francesa, adiantou o Vaticano, explicando que esta deslocação “relâmpago” foi encaixada na agenda antes da viagem apostólica a África, prevista para o mês de abril.

O Mónaco é um dos últimos países europeus a manter o catolicismo como religião de Estado; a Constituição de 1962 garante liberdade de culto aos residentes.

A primeira viagem internacional de Leão XIV levou-o à Turquia e ao Líbano, entre 27 de novembro e 2 de dezembro de 2025.

OC

quinta-feira, 26 de março de 2026

Chorar é amar com os olhos




A morte é o maior inimigo do homem, o mais temível. Ela é a montra maior da nossa fragilidade.

Para o homem contemporâneo, a morte é um tabu: não só temos medo de falar sobre ela, como também lutamos para a esconder. Por exemplo: uma criança ver o cadáver de um amigo ou familiar, pode ficar traumatizada. Ou, o medo irracional de manter o corpo em casa antes do funeral... Escondemos o luto…

No entanto, os cristãos recebem o dom de encarar a morte com esperança! A luz da fé deve iluminar o olhar e ajudar a enfrentar este acontecimento com confiança, na certeza de que a vida não é tirada, mas sim transformada. É verdade que ninguém quer morrer. O crente, porém, pode reconciliar-se com a morte ao ponto de a chamar "irmã", como Francisco de Assis.

A fé em Jesus, morto e ressuscitado, é o fundamento deste dom: o Filho de Deus, com a sua paixão, morte e ressurreição, venceu-a. «Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo!». (1 Coríntios 15. 54-57)

Vista na perspetiva da Páscoa, a morte deixa de nos aterrorizar, revelando-se como uma porta que se abre para uma vida plena e abundante.

Ouvimos no Evangelho deste domingo: «Eu sou a ressurreição e a vida». Observemos a ordem das palavras. A ressurreição vem em primeiro lugar, não a vida. Para Jesus, a libertação vem em primeiro lugar, e depois a vida autêntica.

Viver é o resultado de muitas ressurreições: do medo, do desespero, da violência, da solidão. A ressurreição é uma questão do agora, deste momento! Erguer-se de vidas tranquilas e medíocres, de vidas sem sonhos.

Quantos amigos rodeiam Lázaro, quantas lágrimas! Marta e Maria choram, os judeus, e até Jesus. Este, demonstrando a humanidade de Deus. Admirados, dizem todos os presentes: "Vejam como Ele o amava". Chorar é amar com os olhos. Lázaro ressuscita não pelo poder de um Deus, mas pelo amor de um amigo.

Invejo Lázaro, não porque regressa à vida uma segunda vez, mas porque vive num mundo cheio de amigos.

O "problema da morte" é a oportunidade de meditar sobre o sentido último da nossa existência, ela ajuda-nos a viver melhor o presente.

«O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e o coração do homem não imaginou, são as coisas que Deus tem preparado para aqueles que o amam». (1 Coríntios 2. 9)


Paulo Victória