domingo, 23 de agosto de 2026

Quem é Cristo para mim?

 

https://www.youtube.com/watch?v=r-q--g9oqi8&list=PLAqKRngqwuSfPdOPEvu7KzjdvMvB1w33f&index=152

No centro da reflexão que a liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum nos propõe, estão dois temas à volta dos quais se constrói e se estrutura toda a existência cristã: Cristo e a Igreja.

O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-n'O como "o Messias, Filho de Deus". Dessa adesão, nasce a Igreja - a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves - isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.
"E vós, quem dizeis que Eu sou?" É uma pergunta que deve, de forma constante, ecoar nos nossos ouvidos e no nosso coração. Responder a esta questão não significa papaguear lições de catequese ou tratados de teologia, mas sim interrogar o nosso coração e tentar perceber qual é o lugar que Cristo ocupa na nossa existência... Responder a esta questão obriga-nos a pensar no significado que Cristo tem na nossa vida, na atenção que damos às suas propostas, na importância que os seus valores assumem nas nossas opções, no esforço que fazemos ou que não fazemos para o seguir... Quem é Cristo para mim?

A primeira leitura mostra como se deve concretizar o poder "das chaves". Aquele que detém "as chaves" não pode usar a sua autoridade para concretizar interesses pessoais e para impedir aos seus irmãos o acesso aos bens eternos; mas deve exercer o seu serviço como um pai que procura o bem dos seus filhos, com solicitude, com amor e com justiça.
O texto convida-nos a uma reflexão sobre a lógica e o sentido do poder... Sugere que o poder é um serviço à comunidade. Quem exerce o poder, deverá fazê-lo com a solicitude, o cuidado, a bondade, a compreensão, a tolerância, a misericórdia, e também com a firmeza com que um pai conduz e orienta os seus filhos. Nessa perspectiva, o serviço da autoridade não é uma questão de poder, mas é uma questão de amor. Será impensável considerar que alguém pode desempenhar com êxito cargos de responsabilidade, se não for guiado pelo amor. É esta mesma lógica que os cristãos devem exigir, seja no exercício do poder civil, seja no exercício do poder no âmbito da comunidade cristã.

A segunda leitura é um convite a contemplar a riqueza, a sabedoria e a ciência de Deus que, de forma misteriosa e às vezes desconcertante, realiza os seus projectos de salvação do homem. Ao homem resta entregar-se confiadamente nas mãos de Deus e deixar que o seu espanto, reconhecimento e adoração se transformem num hino de amor e de louvor ao Deus salvador e libertador.
Esse Deus omnipotente, que nunca conseguiremos definir, controlar e explicar não é um concorrente ou um adversário do homem, preocupado em afirmar a sua grandeza e omnipotência à custa da humilhação do homem... Mas é um pai, preocupado com a felicidade dos seus filhos e com um projecto de salvação que Ele pretende que os homens acolham. É verdade que muitas vezes não percebemos o alcance desse projecto; mas se virmos em Deus, não um concorrente mas um pai cheio de amor, aprenderemos a não nos fecharmos no orgulho e na auto-suficiência e a acolhermos, com gratidão, os seus dons - como um menino que recebe do pai a vida, o alimento, o afecto, o amor.

https://www.dehonianos.org/

sábado, 22 de agosto de 2026

477 anos da criação da Diocese de Portalegre – Castelo Branco - D. Pedro Fernandes

 


No âmbito dos 477 anos da criação da Diocese de Portalegre – Castelo Branco, D. Pedro Fernandes, Bispo Diocesano, deixa uma mensagem de celebração, gratidão e esperança para o futuro da nossa Diocese.
E porque o futuro também passa por novas formas de estar e comunicar, esta mensagem marca igualmente 𝘂𝗺𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗲𝘁𝗮𝗽𝗮 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗗𝗶𝗼𝗰𝗲𝘀𝗲.
Mais presença nas redes sociais, mais proximidade e uma 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗽𝗮́𝗴𝗶𝗻𝗮 𝗻𝗼 𝗜𝗻𝘀𝘁𝗮𝗴𝗿𝗮𝗺, para partilhar a vida, a missão e o caminho da nossa comunidade diocesana.
𝗦𝗶𝗴𝗮 𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗽𝗮́𝗴𝗶𝗻𝗮 𝗲 𝗳𝗮𝗰̧𝗮 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗲𝘁𝗮𝗽𝗮!
[Instagram: diocese.portalegre.cbranco]

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

UM JOVEM CASAL EM BUSCA DO ESSENCIAL


Nesta época mais desejada para os jovens contraírem matrimónio, o aviso nas passagens dos caminhos de ferro não se devia ignorar: "Pare, Escute e Olhe".
Um jovem casal, de Divinópolis, Brasil, que haviam casado no dia 1 de agosto, prometeram-se ir a Itália como viagem de lua de mel. Para as despesas do casamento e a concretização desse sonho, fizeram meses de sacrifícios e poupança. Yago, que trabalha na ação social, até vendeu pães de mel pelas ruas com esse objetivo. Essa angariação de fundos, porém, era curta, não chegava. No entanto, graças aos amigos, o casal conseguiu fazer a viagem de uma semana a Itália. Pontos de maior referência eram a passagem pela Basílica de São Pedro e a possibilidade de se poderem encontrar com o Papa e receber a Bênção que ele costuma dar aos recém casados. Danielly explica: "Com a graça de Deus queríamos conversar com ele: uma palavra, uma frase, aquilo que ele dissesse, que iria edificar o nosso coração, iria edificar o nosso matrimónio. E valeu muito a pena! Valeu muito a pena a viagem, a visita, algo sobrenatural mesmo, muito, muito além do que a gente podia imaginar ou sonhar."
E lá estiveram na audiência desta quarta-feira, dia 12 de agosto, tendo, após a Audiência Geral, se encontrado com o Santo Padre Leão XIV. E porque o Papa se aproximava, sentiram a possibilidade de até lhe dirigirem uma palavra. Yago, na esperança de que isso acontecesse, confessou: "Naquele momento, quando ele estava vindo, cumprimentando a gente, só me vinha uma pergunta: o que é que eu posso perguntar? E, pra mim, a pergunta que me vinha mais ao meu coração era isso: o meu maior desejo do coração é ter uma família santa. Então eu vou-lhe perguntar isso. Aí, eu fiquei treinando em italiano. Como é que eu vou perguntar isso? Eu falo até meio travado assim, porque eu queria perguntar em italiano pra que ele pudesse entender. E foi mágico ver ele olhando meus olhos, respondendo a essa pergunta. Eu achei que meu coração ia parar ali, naquele momento!". E quando Yago fez a pergunta ao Papa – como ser uma família santa -, ele disse-lhes: “Coloquem tudo nas mãos de Deus. Rezem muito: o rosário, a santa missa, os sacramentos. E muita paciência entre vocês.” Este foi o conselho simples e prático dado a um jovem casal, segundo a notícia. E acrescentou Yago: "estar diante do Papa e pegar na sua mão, foi o entendimento que o amor de Deus é verdadeiro, e que não há nada que nos impeça de conquistar os nossos sonhos, sendo o maior deles a santidade e o Céu". Agora, o sentimento do jovem casal é de gratidão aos amigos e a Deus pelo "carinho e pela sua providência", e pela oportunidade de compartilhar com outros jovens casais o conselho do Papa para construir uma família santa.
Como a sociedade seria diferente se as famílias cristãs marcassem a diferença como verdadeiras famílias cristãs! O Papa Francisco afirmava que a santidade da família não está na perfeição. Está no amor quotidiano, no perdão mútuo, na vivência da fé em gestos simples do dia a dia. É um caminho concreto de aprendizagem, dinâmico, alegre e realista. Não é um produto acabado, mas um projeto que o casal constrói em conjunto ao longo da vida, aprendendo a contemplar o cônjuge com os olhos de Deus, aceitando os seus limites, celebrando as suas virtudes, gerindo as crises de forma a fortalecer a união. É um compromisso, uma aliança sempre renovada e centrada na paciência, no cuidado, na escuta atenta, no respeito pelas diferenças do outro, no crescimento conjunto, na superação de conflitos. A inserção e participação na comunidade é importante, não só como apoio ao casal mas também para a educação dos filhos. Esta educação não se faz com grandes discursos, mas com o testemunho, a oração individual, em família e na comunidade, valorizando o Domingo e os sacramentos, manifestando a beleza da oração simples e da caridade no dia a dia. Há pequenos gestos e atitudes que se tornam extraordinários e eficazes.

D. Antonino Dias
Caminha, 14-08-2026.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O preço de escolher bem

 



O preço de escolher bem

O mal apresenta-se-nos sob a aparência do bem. Desvia-nos do melhor, levando-nos a trocar o melhor por aquilo que é apenas bom. É subtil, mas eficaz, porque nos vai afastando do caminho do bem supremo.

A maioria das escolhas decisivas das nossas vidas não são entre o bem e o mal, mas entre dois ou mais bens. Haverá algum mal em escolher um bem que, embora não seja o maior, continua a ser um bem? Sim. Ao fazê-lo, renunciamos a um bem maior.

Há situações em que somos forçados a escolher entre dois ou mais males. Todas as opções são más, mas aqui é ainda mais evidente que temos o dever de escolher o mal menor.

Importa ter a coragem de escolher o bem maior e de renunciar aos bens menores. É sempre duro assumir que deixar boas opções para trás faz parte do preço a pagar para alcançar o melhor. Afinal, é como se apenas merecesse o melhor quem fosse capaz das renúncias que isso implica.

É interessante que associemos a ideia de liberdade a algo muito agradável. A verdade, porém, é que a liberdade não é aquilo que sentimos depois de escolher bem; é aquilo que torna essa escolha possível. Todos somos livres e isso não é uma escolha. Estamos assim condenados a ser responsáveis pelas escolhas que fazemos – as boas e as más.

Somos responsáveis por aquilo que somos, por aquilo que fazemos aos outros e a nós próprios. Mais do que escolher um bem, devemos procurar escolher sempre o melhor de todos os bens. Só assim estaremos a escolher bem.


José Luís Nunes Martins

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Reconhecer Deus



A liturgia convida-nos a seguir Jesus e, muitas vezes, a subir ao monte. O monte significa, entre outras coisas, o afastamento do ruído que nos impede de discernir e ouvir Deus. Não é por acaso que a natureza e a criação divina nos aparece sempre como um elemento revelador de Deus. A beleza da natureza é algo contemplativo mas exige paciência e confiança pois tudo leva o seu tempo. A nossa vida deveria ser assim, mais " longe do mundo e perto de Deus"!

Foi no monte que Jesus se transfigurou, foi no mar que Jesus pôs à prova a fé de Pedro, era no monte que Jesus se recolhia para orar, mas não foi só Jesus. Um dia textos que mais me impactou foi a espera de Elias pela passagem de Deus. Elias esperou que Deus se manifestasse em elementos barulhentos, assustadores e brutais. Mas não! Deus fez-se reconhecer se por uma brisa suave. Que simples! E Elias reconheceu de imediato ao ponto de se ter levantado da gruta e ter cessado a espera. Dizem as escrituras que Elias vivia um momento confuso e turbulento e Deus manifestou se no oposto, e precisamente em tudo aquilo que Elias precisava. Recordo que quando li esta passagem senti de imediato uma enorme empatia e trago na memória a capacidade de parar, descansar, se necessário subir ao monte e ver Deus na beleza, na brisa suave e na serenidade que nestes tempos parecem escassear.

Não há fórmulas secretas para reconhecer Deus mas acredito que Ele se revela a cada um de maneiras diferentes e de acordo com a capacidade individual de cada um de se dispor a ver, sem pressas nem julgamentos e de modo muito mais real do que alguns imaginam.

Mas desenganem-se se acham que Deus nos quer apenas seres contemplativos, se reparares bem depois de todas estas paragens há algo que muda, há algo que os impele à ação e à mudança. Cada um que reconhece Deus tende a mudar de caminho (como os discípulos Emaús), a levantar-se e sair da gruta (como Elias), ou a aumentar a fé (como Pedro), e tantas e tantas outras transformações que a bíblia nos relata. Se estiveres bem atenta verás Deus, ou melhor…sentirás a sua presença.

E tu amiga, estás preparada para aceitar a presença de Deus na tua vida?


Raquel Rodrigues

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Não guardes a tua fé



«Entre todas as coisas magníficas da criação de Deus,
duas deixam para trás as outras;
uma está acima de nós - a imensidão dos céus estrelados;
outra dentro de nós - o espírito do homem.»



Para quem tem Fé em Deus e em todas as Suas criaturas,

o mundo é um verdadeiro paraíso sem fim.

Acreditamos que cada um de nós é único e irrepetível.

Acreditamos que saímos das mãos do Criador, que amorosamente nos desenha,

para vivermos numa intensa obediência à Sua misericordiosa providência.

Acreditamos que cada grão de areia

é colocado estrategicamente pelo Senhor que nos dá a vida,

num local definido, com uma textura distinta e com uma missão muito específica.

Também acreditamos que tudo o que vem de Deus

é para todos, todos, todos e para cada um de nós.

As coisas boas não são só para mim, porque sou mais bonito…

As coisas más não são só para ti, porque mereces…

E… contestar o que Deus providencia é perda de tempo!

Quando acreditamos que Deus nos ama, infinitamente, não há dor, há compaixão!

Deus espera por mim e por ti, a cada dia.

Mesmo que os nossos passos estejam desalinhados,

o Pai anseia que eu te leve a Jesus e que tu me leves até Jesus…

Deus não pergunta a tua nacionalidade,

nem se nasceste no seio de uma família conceituada.

Deus apenas quer que respeitemos o que é direito, que pratiquemos a justiça e…

que tenhamos uma Fé inabalável, Naquele que morreu para que a salvação fosse possível.

Quem tem Fé em Jesus encontra a cura para qualquer mal.

E até simples migalhas são um manjar repleto de iguarias.

Não guardes a tua Fé!

Faz-te Fé na vida da humanidade…


Liliana Dinis

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

MULHER DA GRANDE FÉ!

 


MULHER DA GRANDE FÉ!

O Evangelho deste Domingo, conta-nos a bela e maravilhosa história de vida, de uma mulher e mãe «libanesa», carregada com o drama da sua filha doente, situação verdadeira ontem como hoje, vem IMPLORAR DE JESUS, num GRITO que lhe sai do fundo das entranhas, que lhe «faça graça», isto é, que olhe para ela com mesma ternura com que ela embala ao colo a sua filha...
O texto diz que Jesus nem lhe respondeu. Mas a mulher não DESISTE, mas INSISTE... AQUELA MULHER NÃO ARREDA PÉ! Não se SENTE, nem se RESSENTE, perante o silêncio frio ou quente de Jesus.
A sua fé, já não se ABALA, com uma boa ou má fala do Mestre!
A sua fé, não CRESCE, nem DESAPARECE, por causa do mau feitio de qualquer um dos seus discípulos.
E é tal a insistência e a persistência, que esta libanesa consegue FAZER IMPLODIR DE COMPAIXÃO o coração de Jesus, com uma verdadeira explosão de fé!
«Mulher da grande fé!», replicou Jesus, «faça-se como queres!»
Esta cena do evangelho provoca, SEM DÓ, NEM PIEDADE, esta nossa fé TÃO POUCA e TÃO POLIDA DE ÁGUA benta e quantas vezes “melindrada”, por tudo e por nada!
Daqui é preciso estender o elogio de Jesus, às mães solteiras, às ciganas, às estrangeiras, ou àquelas que, separadas ou mal casadas, sozinhas e inteiras, suportam com coragem uma maternidade violenta, ou a crueldade de uma doença, que atormenta e desespera!
..... não podíamos encontrar um rosto mais feliz, do que esta mulher, distante e imigrante, tocada pela ternura de Deus... Só cumprimos a vontade do Pai quando vivemos abertos a todo o ser humano que sofre e geme pedindo compaixão...
O Evangelho deste Domingo, conta-nos a bela e maravilhosa história de vida, de uma mulher e mãe «libanesa», carregada com o drama da sua filha doente, situação verdadeira ontem como hoje, vem IMPLORAR DE JESUS, num GRITO que lhe sai do fundo das entranhas, que lhe «faça graça», isto é, que olhe para ela com mesma ternura com que ela embala ao colo a sua filha...
O texto diz que Jesus nem lhe respondeu. Mas a mulher não DESISTE, mas INSISTE... AQUELA MULHER NÃO ARREDA PÉ! Não se SENTE, nem se RESSENTE, perante o silêncio frio ou quente de Jesus.
A sua fé, já não se ABALA, com uma boa ou má fala do Mestre!
A sua fé, não CRESCE, nem DESAPARECE, por causa do mau feitio de qualquer um dos seus discípulos.
E é tal a insistência e a persistência, que esta libanesa consegue FAZER IMPLODIR DE COMPAIXÃO o coração de Jesus, com uma verdadeira explosão de fé!
«Mulher da grande fé!», replicou Jesus, «faça-se como queres!»
Esta cena do evangelho provoca, SEM DÓ, NEM PIEDADE, esta nossa fé TÃO POUCA e TÃO POLIDA DE ÁGUA benta e quantas vezes “melindrada”, por tudo e por nada!
Daqui é preciso estender o elogio de Jesus, às mães solteiras, às ciganas, às estrangeiras, ou àquelas que, separadas ou mal casadas, sozinhas e inteiras, suportam com coragem uma maternidade violenta, ou a crueldade de uma doença, que atormenta e desespera!
..... não podíamos encontrar um rosto mais feliz, do que esta mulher, distante e imigrante, tocada pela ternura de Deus... Só cumprimos a vontade do Pai quando vivemos abertos a todo o ser humano que sofre e geme pedindo compaixão...

Padre João Torres