domingo, 31 de agosto de 2014

Quer se encontrar com Deus? Ouça esta música!


Dois minutos do seu dia para elevar a alma e o coração a Deus


Nada Te Turbe - Coro Virtual de Carmelitas

Agosto, o mês das vocações, é uma excelente oportunidade para recordar o bem que as pessoas consagradas fazem ao mundo: elas nos aproximam de Deus e nos lembram que nosso destino é o céu.

Um coral virtual de carmelitas se uniu para interpretar uma versão da poesia "Nada te perturbe", de Teresa de Ávila, na comemoração dos 500 anos do nascimento da santa. A música foi composta pela carmelita Claire Sokol.

Enquanto ouve a canção, eleve sua alma a Deus em oração e agradeça-lhe pelo seu amor... e pelo dom das vocações no mundo!

A poesia original de Santa Teresa que inspirou a música é esta:

Nada te perturbe, nada te espante:
tudo passa, Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem a Deus tem, nada lhe falta:
só Deus basta.

Eleva o pensamento, ao céu sobe.
Por nada te angusties, nada te perturbe.
A Jesus Cristo segue, com grande entrega
e, venha o que vier, nada te espante.
Vês a glória do mundo? É glória vã;
nada tem de estável, tudo passa.

Deseja as coisas celestes, que sempre duram.
Fiel e rico em promessas, Deus não muda.
Ama-o como merece, Bondade imensa.
Quem a Deus tem, mesmo que passe por momentos difíceis,
sendo Deus o seu tesouro, nada lhe falta.
Só Deus basta.

http://www.aleteia.org/pt

Aquele que quiser seguir-me, carregue sua cruz!


https://www.youtube.com/watch?v=XMKPk0JkbZs

Ser discípulo consiste em participar da vida de Jesus,
aceitar seu modo de pensar e de agir,
testemunhar e anunciá-lo ao mundo,
para participar da construção de um reino de paz e de amor.

sábado, 30 de agosto de 2014

Deixa a Luz do Céu Entrar!




Deixa a Luz do Céu Entrar!


"A cada dia, o Senhor nos aponta uma direcção
para a nossa vida, e precisamos estar atentos
a ela.
Quando colocamos a nossa confiança em Deus,
jamais ficamos desorientados e confusos,
porque Ele leva muito a sério os desejos
do nosso coração.
A palavra de Deus é Luz e Farol para
os nossos Pés.
Deixemos nos ser guiados por esta Luz."


SIM, PAI


https://www.youtube.com/watch?v=kyILu84J0iI

« Felizes os que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática »

Seguir Jesus


https://www.youtube.com/watch?v=kHtqhG9PLLE&list=UU6oMVaZiyJ6TkL3P-acTbHA


Sou discípulo/a de Jesus Cristo?

“A Conversão: É a resposta inicial de quem escutou o Senhor com admiração, crê nele pela acção do Espírito, decide-se ser seu amigo e ir após Ele, mudando sua forma de pensar e de viver, aceitando a cruz de Cristo, consciente de que morrer para o pecado é alcançar a vida. No Baptismo e no sacramento da reconciliação se actualiza para nós a redenção de Cristo” (DAp 178,b).

Estou decidi do/a, à conversão? Ou seja, a:

1º Renunciar a mim mesmo;
2º Tomar a minha cruz;
3º Seguir Jesus?

A nossa decisão de colocar Jesus como centro da nossa vida, não acontece de imediato, tudo vai acontecendo passo a passo, à medida em que vamos abrindo o nosso coração para Ele entrar! É o próprio Jesus quem nos atrai!
Quando abrimos o nosso coração, Jesus vai entrando de mansinho na nossa vida, e quando nos damos conta, já estamos totalmente entregue e dependente Dele, pois Jesus já tomou conta de todo o nosso ser, já não nos é mais possível viver sem Ele! É a partir desta nossa entrega total a Jesus, que o medo da cruz desaparece, dando lugar à coragem para o seguimento a Ele!
Quem faz opção Jesus, não fica somente no encantamento da fé, no louvor, nas celebrações dominicais, pelo contrário, ele abraça a sua causa! A missa para ele, não termina na bênção final, ela continua da porta da Igreja para fora, pois é lá fora, no meio do mundo, que o cristão dá testemunho de Jesus, colocando em prática os seus ensinamentos.


É IMPOSSÍVEL SEGUIR JESUS SEM A CRUZ!– Olívia Coutinho

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Viver com Fé

Os caminhos de Deus são os melhores



Deus sempre age em nossas vidas como um Pai que nos ama

Os caminhos de Deus muitas vezes nos parecem incompreensíveis. No entanto, a experiência do amor de Deus e a fé selam em nós uma verdade maior que esta incompreensão: "Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios" (Romanos 8, 28).

Porque os caminhos de Deus podem ser estranhos e incompreensíveis, mas, sem dúvida alguma, são os melhores e deles podemos tirar um bem maior, respeitando sempre a liberdade. Deusnos faz vencer!

"Lembra-te de todo o caminho por onde o Senhor te conduziu durante esses quarenta anos no deserto, para humilhar-te e provar-te, e para conhecer os sentimentos de teu coração, e saber se observarias ou não os seus mandamentos. Humilhou-te com a fome; deu-te por sustento o maná, que não conhecias nem tinham conhecido os teus pais, para ensinar-te que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor. Tuas vestes não se gastaram sobre ti, e teu pai, não se magoou durante estes quarenta anos. Reconhece, pois, em teu coração, que assim como um homem corrige seu filho, assim te corrige o Senhor, teu Deus." (Deuteronômio 8, 2-5).

Deus age muitas vezes dessa maneira em nossa vida: como um Pai. Ele nos ensina, nos corrige, nos faz conhecer-nos melhor, nos guia pelo bom caminho, cuida de nós, nos dá aquilo de que precisamos para continuar. E, em suma, Ele nos ama.

Eu mesmo passei por momentos de provação, tempos difíceis, nos quais se manifestou o que havia em meu coração, e assim pude me conhecer melhor.

Mas devo dizer que, em todos esses momentos, Deus sempre esteve presente, consolando-me e ensinando-me com a sua Palavra, escutando a minha oração, fortalecendo-me e reavivando a minha esperança, amando-me!

Além disso, no final Ele sempre saiu vencedor, pois "não é, porém, Efraim, filho querido, eternamente amado por mim? Todas as vezes que falo contra ele, mais viva se torna em mim a sua lembrança. E meu coração se comove ao pensar nele. Terei compaixão dele - oráculo do Senhor" (Jeremias 31, 20).

Outras muitas vezes, os caminhos de Deus são muito mais incompreensíveis, mas leve em consideração sempre sua Palavra sobre você, pois "assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado minha vontade e cumprido sua missão" (Isaías 55, 11).

E, como garantia disso, Deus venceu a morte, o destino inevitável da sua vida, e lhe deu a esperança da vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Ele mesmo entrou na morte para mostrar-lhe que você não tem nada a temer, e para amá-lo até o extremo.

Deus realmente ama você. Confie nele!

(Artigo publicado originalmente por Mensajero del Amor de Dios)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Falar com Deus

De onde vem a Oração da “Salve Rainha”?

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A “Salve Rainha” é uma das orações mais populares entre os católicos. Ela é atribuída ao monge Hermannus Contractus que a teria escrito por volta de 1050, no mosteiro de Reichenan, na Alemanha. Eram tempos terríveis aqueles na Europa central, com muitas calamidades naturais, destruindo as colheitas, epidemias, miséria, fome e a ameaça contínua dos povos bárbaros normandos, magiares e muçulmnaos que invadiam os povoados, saqueando e matando.

Certamente o monge Hermannus experimentava as piores misérias da vida humana neste “vale de lágrimas”, como disse. Nesta prece “bradamos” como “degredados”, “suspiramos gemendo e chorando”, vemos o mundo como “um vale de lágrimas”, como um “desterro”. Entretanto, essa visão da vida acaba num sentimento de esperança que a ultrapassa e domina com a confiança em Nossa Senhora.

Ao considerar a condição humana, o monge Hermannus via muitos motivos de tristeza, mas, ao fixar sua atenção na Virgem Maria, Rainha do céu de da terra, a quem se dirige, mostra-se animado por um horizonte de expectativas reconfortantes e consoladoras, pois ela, a Virgem Maria, é “Mãe de misericórdia”, “Vida, doçura, esperança nossa salve”, “Advogada nossa”, de “olhos misericordiosos”.

Frei Contractus tinha consciência da triste época em que vivia, mas tinha outras razões, além disso tudo. Conta a sua históira que ele nasceu raquítico e disforme; adulto, mal conseguia andar e escrevia com dificuldade, de mirrados que eram os dedos das suas mãos. Nasceu em 18 de fevereiro de 1013 em Altshausen, na Swabia hoje Alemanha.

Nasceu com uma fenda no palato, e um problema de espinha bífida (dividida em lóbulos iguais). Seus pais não tinham condição de cuidarem da criança e em 1020 (com sete anos) o entregaram para a Abadia de Reichenau, onde ele ficou o resto de sua vida. Contam que, no dia do seu nascimento, ao constatarem o raquitismo e má formação do bebê, seus pais caíram em prantos. Sua mãe Miltreed, mulher muito piedosa, ergueu-se então do leito e, lá mesmo, consagrou o menino à Mãe de Deus. Consagrado a Ela, foi educado no amor e na confiança em relação a Ela. E, anos mais tarde, foi levado de maca, por ser deficiente físico, até o mosteiro de Reichenan, onde com o tempo chegou a ser mestre dos noviços, pois o que tinha de inapto seu corpo, tinha de perspicaz seu espírito.

Muito inteligente se tornou monge beneditino com a idade de 20 anos. Era um gênio, estudou e escreveu vários livros sobre astronomia, teologia, matemática, história e poesias em latim, grego e árabe. Professor aos 20 anos ficou conhecido pelos seus colegas na Europa. Construiu alguns instrumentos musicais e equipamentos de astronomia. Ficou cego e com isso parou de escrever. É o mais notável poeta de seu tempo e ainda ficou famoso ao escrever a oração da “Salve Rainha”e ainda o “Alma Redemporis Mater”. Faleceu em 21 de setembro de 1054 em Reichenau de causas naturais. Beatificado e culto confirmado em 1863. Sua festa é celebrada no dia 25 de setembro.

Foi no fundo de todas essas misérias, que a alma de Frei Contractus elevou à “Rainha dos Céus” esta prece, mescla de sofrimento e esperança, que é a “Salve Rainha”.

Quando veio a ser conhecida pelos fiéis, a “Salve Rainha” teve um sucesso enorme, e logo era rezada e cantada por toda parte. Um século mais tarde, ela foi cantada também na catedral de Espira, por ocasião de um encontro de personalidades importantes, entre elas, a do imperador Conrado e a do famoso São Bernardo, conhecido como o “cantor da Virgem Maria”, pelos incendidos louvores que lhe dedicava nos seus sermões e escritos, ele que foi um dos primeiros a chamá-la de “Nossa Senhora”.

Dizem que foi nesse dia e lugar que, ao concluir o canto da “Salve Rainha”, cujas últimas palavras eram “mostrai-nos Jesus, o bendito fruto do vosso ventre”, no silêncio que se seguiu, ouviu-se a voz potente de São Bernardo que, num arrebato de entusiasmo pela mãe do Senhor, gritou, sozinho, no meio da catedral: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria”… E a partir dessa data estas palavras foram incorporadas à “Salve Rainha” original.

Nos quase mil anos que se passaram desde que Herman Contractus compôs a “Salve Rainha” uma multidão incontável de fiéis tem se identificado como os sentimentos que ela expressa, vivendo desde sua aflição à doce esperança que inspira sempre a amável Mãe do Nosso Salvador.

Fonte: http://www.newadvent.org/cathen/07266a.htm; http://www.cademeusanto.com.br/beato_hermancontractus.htm

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Procurar o bem

Oferecer a Jesus a própria fé, pede Papa Francisco


No Angelus deste domingo, o Papa Francisco rezou mais uma vez pela paz no mundo

Palavras do Papa Francisco no Angelus de 24 de Agosto de 2014
Cada cristão, cada baptizado, está chamado a oferecer a Jesus a sua própria fé, sincera, para que Ele possa construir a sua Igreja. Foi o que afirmou o Papa Francisco neste domingo, ao meio-dia, na Praça de São Pedro, por ocasião do Angelus com milhares de romanos e peregrinos.

O Papa recordou que neste dia os ucranianos celebram a sua festa nacional, fazendo votos de que se supere no país a situação de tensão e conflito que tantos sofrimentos tem provocado na população.

Na sua alocução, o Papa Francisco comentou o Evangelho deste domingo (Mateus 16), em que Simão, em nome dos Doze, professa a sua fé em Jesus como “o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Considerando “feliz” por esta sua fé, reconhecendo nela um dom do Pai, Jesus atribui-lhe um novo nome – Pedro (Kefa), Rocha. Palavra que a Bíblia referia a Deus. Jesus aplica-a a Simão, não pelas suas qualidades ou méritos humanos, mas sim pela sua fé genuína e firme, que lhe vem do alto.

Jesus – observou o Papa – sente uma grande alegria, porque reconhece em Simão a mão do Pai, a ação do Espírito Santo.

Reconhece que Deus Pai deu a Simão uma fé fiável, sobre a qual Ele, Jesus, poderá construir a sua Igreja, isto é, a sua comunidade. Para iniciar a sua Igreja, Jesus tem necessidade de encontrar nos discípulos uma fé sólida, fiável.

“O Senhor tem em mente a imagem da construção, a imagem da comunidade como um edifício. É por isso que, quando sente a profissão de fé nítida de Simão, o chama rocha, e exprime a intenção de construir a Igreja sobre esta fé”.

"O que aconteceu de modo único em São Pedro, acontece também em cada cristão que matura uma fé sincera em Jesus o Cristo, o Filho do Deus vivo."

"O Evangelho de hoje interpela também cada um de nós. Se o Senhor encontrar no nosso coração uma fé – não digo perfeita, mas sincera, genuína, então Ele vê também em nós pedras vivas com as quais construir a sua comunidade. A pedra fundamental desta comunidade é Cristo, pedra angular e única."

Pela sua parte, Pedro é pedra, enquanto fundamento visível da unidade da Igreja – observou ainda o Papa, sublinhando que “cada baptizado está chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre mas sincera, para que Ele possa continuar a construir a sua Igreja, hoje, em cada parte do mundo.

E o Papa concluiu a sua alocução, antes da reza do Angelus, convidando todos os presentes na Praça de São Pedro a professarem a sua fé em Cristo, Filho do Deus vivo”… com ele repetindo, três vezes, as palavras de Pedro.

Foi depois da recitação das Ave Marias que Papa Francisco dirigiu o seu pensamento (disse) “à amada terra da Ucrânia” (onde se celebra hoje a festa nacional), “a todos os seus filhos e filhas, às sua aspirações de paz e serenidade, ameaçados por uma situação de tensão e de conflito que tarda aplacar-se, gerando tanto sofrimento entre a população civil.”

Confiemos ao Senhor Jesus e a Nossa Senhora toda a Nação e rezemos unidos sobretudo pelas vítimas, suas famílias e todos os que sofrem.

(Com Rádio Vaticano)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

A luz que me ilumina

Coisa rara nunca vista no país dos contrastes

Na Coreia do Sul aumenta o desenvolvimento e a riqueza. Mas também cresce o número de conversões e aumenta a fé católica, uma realidade impressionante, com cerca de 100 mil baptizados por ano.

AURA MIGUEL( RR)
                                  
Nos países onde há dinheiro, bem-estar, avanço tecnológico e consumo, a fé cristã está em queda. Já para não falar na Europa, onde nem todos são assim tão ricos, mas cujos católicos, em geral, têm mais que fazer do que ir à missa.

Ora, na Coreia do Sul passa-se exactamente o contrário: quanto mais cresce o país - em desenvolvimento e riqueza - mais cresce o número de conversões e aumenta a fé católica, uma realidade impressionante, com cerca de 100 mil baptizados por ano (entre crianças, jovens e adultos).

Coisa rara e nunca vista em tempos pós-modernos. E porquê? Os bispos coreanos dizem que a “culpa” é dos milhares de mártires que, há pouco mais de 200 anos, morreram por amor a Cristo. E que agora o seu sangue derramado faz germinar novos cristãos.

O Papa ficou impressionado com o que viu. Não só pelas multidões que participaram nas missas que celebrou, mas pelo facto de os fiéis estarem ali de alma e coração, sem perder pitada.

Esta postura dos católicos coreanos remete para dois momentos da visita que provocam a lógica do mundo.

Primeiro, Francisco beatificou 124 mártires e apontou-os como modelo. O quê? Mártir como modelo nos dias de hoje? Porque não disfarçar a fé e safar-se? Ou talvez condescender com os que estão contra e encontrar um meio-termo, para ficar bem visto na sociedade...?

Segundo, Francisco visitou, sem pressa, uma casa de acolhimento para crianças gravemente doentes, com profundas deformações e deficiências, muitas delas incapazes de comunicar. Crianças abandonadas pelos pais e pela sociedade coreana que raramente adopta meninos com problemas.

Então o Papa não tem tanta coisa para fazer? Em tão poucos dias na Coreia e uma agenda tão intensa, logo vai gastar o tempo a saudar cada uma destas crianças e carinhosamente? Podia só entrar, dar a bênção e sair. (Sabe-se lá se elas percebem).

Uma vez mais a lógica do mundo passa ao lado deste fenómeno. A resposta, no entanto, é bem simples e atractiva, tendo sido claramente testemunhada nestes dias pelo Papa e pelos católicos coreanos. Cristo é o amor mais importante da vida.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Três pontos de referência ideais para manter o rumo certo

Os comentários do Papa Francisco sobre os elementos constitutivos da vida


Na coluna “Principio y Fundamento” da revista “Ediciones Mensajero” de Bilbao, o Papa Francisco, repetindo um texto editado em Buenos Aires, publicou “Reflexões espirituais sobre a vida apostólica”.

Trata-se sobretudo de meditações que aproveitam a sugestão do comentário dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola,explicou Claudio Magris, em um artigo no jornal italiano Corriere della Sera. O Papa vai a fundo nos elementos constitutivos da , mas antes ainda da vida, como a culpa, a misericórdia, o desejo, a magnanimidade, a mesquinharia, o conhecimento e a turva acusação de si mesmo, a dúvida e a incerteza, o amor, a força de vontade e a graça.

O artigo apresenta três citações, três frases de outros escritores, que o autor parece confiar suas palavras; três pontos de referência e de orientação.

A primeira é de um padre jesuíta, Alonso de Barzana, que fala do desejo de se dividir em mil para poder estar com todas as pessoas amadas nos mais diversos países da Terra.

A segunda é uma estrofe de uma poesia de Nino Costa - provavelmente homenagem à própria origem e aos próprios pais e avós, aos quais é dedicado o artigo - que fala da melancolia de uma paisagem, do silencioso cansaço do trabalho e de um túmulo em um cemitério estrangeiro, com a ousadia da canção popular que mistura as coisas próximas e distantes.

A terceira citação foi colocada significativamente no meio da página. São duas linhas, dois versos: “O último pedaço para as montanhas/que o floresça de rosas e flores”. Dois versos da canção alpina “O capitão da companhia que se feriu e está para morrer”, chama os outros para que, depois de morto, cortem o seu corpo em cinco pedaços dando um para a pátria (ao Rei, dizia a versão original), um para a companhia, um para a mãe para se lembrar do seu filho, um para sua bela para se lembrar de seu primeiro amor e o último para as montanhas, que o floresça de rosas e flores.

O texto fundamental de um grande santo, uma grande figura histórica e o seu comentário escrito por um Papa são confiados à superior verdade humana de uma canção que fala, com uma simplicidade inconsciente e não necessitada de literatura, de amor e amizade. Concluindo, pão e vinho na comunhão, como uma taberna com os amigos.

Talvez este Papa que, fiel à advertência evangélica de ser simples como os pássaros e astuto como as serpentes, está mudando a Igreja com o ar tranquilo da vida diária normal que desarma pela raiz qualquer reação e está também ensinando novamente os homens a rezar.
sources: Aleteia

domingo, 24 de agosto de 2014

Pedro, feliz é você!


https://www.youtube.com/watch?v=F1gFMJzgxho

Pedro, feliz é você!
Estamos diante do primeiro papa, Pedro, o escolhido por Jesus.
Estamos diante do surgimento da Igreja Católica, fundada por Deus, em Jesus Cristo.
E promete Jesus que os poderes do mal não a abalarão. Não terão domínio sobre nada que esteja intimamente unido a Ele, através da vivência da Boa Nova, o Evangelho!

O poder do mal pode tentar dominar, influenciar na vida dos seguidores do Evangelho, mas nunca terão poder maior que o de Jesus. Sua Igreja é divina.

Irmã Stephen, a religiosa que se tornou enfermeira




Ela, porém, relutou e se perguntava se seria capaz de estudar enfermagem








Muitos de nós já experimentaram os caminhos amplamente inesperados que a vida pode tomar quando nos deixamos guiar por Deus. Ele poderia quem sabe ser chamado de “o Deus da segunda profissão” – talvez porque alguns de nós não O tenhamos escutado muito bem quando éramos mais jovens, ou talvez porque Ele queria que adquiríssemos competências que depois pudesse utilizar para coisas mais elevadas. Nos vinte anos do meu último trabalho na secretaria para a actividade pró-vida da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), tínhamos um ex-arquitecto, um aspirante a professor e mais ou menos quatro procuradores aposentados, inclusive eu.

Poucos de nós pudemos superar a Irmã Stephen Bloesl, religiosa das Irmãs Servas de Cristo Rei, quando falamos de uma vocação dentro de outra vocação. A religiosa chama o momento em que sua vida tomou um novo rumo de momento “amigavelmente de Deus”.

Quando era jovem, tinha certeza de duas coisas: queria se tornar freira e não queria ser enfermeira. Não estudou química no ginásio e não queria dar injecções em ninguém. Destas coisas tinha certeza.

Quando era adolescente, porém, fez voluntariado em um hospital e trabalhava com idosos em casas de repouso. Quando a sua comunidade abriu a casa para idosos Villa Loretto, em Mt. Calvary, Wisconsis (Estados Unidos), em 1965, ficou feliz de poder ajudar como assistente de enfermagem.

A religiosa professou os votos em 1970, e muito tempo depois uma família agradecida pelos seus cuidados na casa Villa Loretto deu para a Instituição uma bolsa de estudos para que uma das freiras pudesse estudar enfermagem. A madre superiora pediu para a Irmã Stephen levar em consideração aquela providência. Ela, porém, relutou e se perguntava se seria capaz de estudar enfermagem, mas ao fim entendeu que era vontade de Deus.

Conseguiu um diploma de enfermeira, e a vida na casa de cuidados ao idosos continuou com sua rotina normal, até o dia em que as irmãs encontraram um carneiro abandonado. Algo naquele animal deixou os residentes cheios de ternura e alegria.

Até que um dia a Irmã Stephen foi a uma loja de animais e encontrou um filhote de cabra. Ela ficou encantada e voltou para Villa Loretto dizendo para as irmãs que deveriam levar um filhote de cabra para os residentes. Pouco tempo depois as irmãs tinham 15 cabras de leite. Depois chegaram os cavalos, burros, porcos, gansos e etc.

Quando os filhotes são levados nos quartos dos residentes o sorriso invade o local. Quem não se sentiria feliz abraçando um lindo carneirinho? Mas os animais são também um factor que leva até o local as famílias dos visitantes com seus filhos. Em geral as casas de cuidados para idosos não são ambientes particularmente adaptados para crianças. Normalmente para elas não tem nada interessante para fazer, e até mesmo um membro ancião da família parece dolorosamente indiferente para uma criança quando está doente. A casa de idosos poderia ser o último lugar que as crianças gostariam de visitar num passeio de fim de semana. Mas, com tantos animais, a casa Villa Loretto parece uma festa, cheia de risadas.

Enfermeira, directora da enfermaria e aquela que cuida dos animais, Irmã Stephen tem também um outro papel: estrela de documentário. A produtora Carolyn Jones, da Carolyn Jones Productions, decidiu produzir um documentário com o título: “The American Nurse: Healing America” (A freira americana: cura a América). A produtora entrevistou 103 enfermeiras que trabalham em várias estruturas do País. Seis enfermeiras foram escolhidas para participarem do documentário, entre elas a Irmã Stephen, para o ambiente único que criou em Villa Loretto.

É tentador se perguntar qual será a próxima aventura desta dinâmica enfermeira que uma hora está ajudando uma cabra a dar à luz, em outro momento guia as enfermeiras no canto de hinos enquanto toca um instrumento, em outro ainda saúda pacificamente uma residente em fase terminal. A verdade é que só Deus sabe.


SUSAN E. WILLS ( aleteia.org)

sábado, 23 de agosto de 2014

21º Domingo TC


https://www.youtube.com/watch?v=N3KwjpIsKWA&list=UUsju_9KZ3G7f2CqfzVnazBw

Como vivo a minha fé? Onde encontro a porta de entrada para o Reino de Deus?
“A fé em Jesus como o Filho do Pai é a porta de entrada para a Vida. Como discípulos de Jesus, confessamos nossa fé com as palavras de Pedro: “Tuas palavras dão vida eterna” (Jo 6,68); “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16).” (DAp 101).





Beato John Henry Newman (1801-1890), presbítero, fundador do Oratório em Inglaterra
Sermão «O Ministério Cristão»



«Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja»

O ministério de Pedro permanece na Igreja, […] na pessoa daqueles que lhe sucederam; é preciso compreender que a bênção do Senhor, pronunciada primeiramente sobre ele, recai também sobre o menor dos seus servos que «guardam o depósito da fé que lhes foi confiado» (cf 1Tim 6,20). Pedro representa-os e é o símbolo de todos eles.

«És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu. Também Eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te ei as chaves do Reino do Céu.» Promessa sagrada e gloriosa! Seria possível que ela se esgotasse inteiramente na pessoa de Pedro, por grande que fosse este nobre apóstolo? Terá sido inserida na «Boa Nova eterna» (cf Ap 14,6) simplesmente para testemunhar em favor de alguém há muito desaparecido?

Além disso, a Palavra inspirada de Deus costuma exaltar as pessoas? A riqueza desta bênção de Cristo não resiste a qualquer interpretação minimalista que possamos fazer dela? Não transborda, façamos o que fizermos, até que a nossa falta de fé seja vencida pela bondade daquele que assim se comprometeu? Em resumo, não será devido a um conjunto de preconceitos que tantas pessoas estão impedidas de acolher essa promessa de Cristo feita a Pedro em conformidade com a plenitude da graça que a acompanhou? […] Se as promessas feitas por Cristo aos apóstolos não se concretizassem na Igreja ao longo de toda a vida da mesma Igreja, como poderia a eficácia dos sacramentos estender-se para além do período em que eles tiveram início?

Cristo é o único verdadeiro tesouro

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Juventude, levanta-te!



Na Coreia, Papa Francisco envia recado para todos os jovens do mundo



Cenas do Papa Francisco com os jovens na Coreia.

Ao falar de Ti


https://www.youtube.com/watch?v=wNPPGVANrqc

AO FALAR DE TI...

Senhor,
Eu quero ouvir a Tua voz
Fazer florescer e frutificar a Tua Palavra,
Reconhecer-te, descobrir-te,
Em cada gesto,
Em cada palavra,
Em cada momento,
Em cada esquina da minha vida…
Perdoa o meu silêncio,
A minha falta de resposta…
Eu sei, Senhor,
Que tu conheces como ninguém
O meu coração fraco, débil,
Que a cada passo
Se deixa tentar pelo mal
Para depois se afogar em lágrimas de dor e desespero,
Eu sei também que a Tua mão
Está sempre estendida,
Pronta para me resgatar…
Vens ao meu encontro.
Perdoa, Senhor a minha cegueira,
Apura os meus sentidos e o meu coração
Para que sinta fome e sede de Ti
E Te possa sentir em tudo e todos…
Não permitas que o meu coração endureça,
Atrofie, se torne árido e seco,
Tendo a fonte tão perto de mim.
Não deixes que eu perca o brilho do olhar,
Ao falar de Ti.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Papa Francisco adverte: não se conformar com o espírito do tempo

"Hoje, muitas vezes, experimentamos que a nossa fé é posta à prova pelo mundo", afirmou o Santo Padre



Papa Francisco preside a Missa de beatificação de Paul Yun Ji-Chung e os 123 companheiros mártires from Aleteia on Vimeo.

O Papa Francisco afirmou, que o legado dos mártires pode inspirar todos os homens e mulheres de boa vontade a trabalharem harmoniosamente por uma sociedade mais justa, livre e reconciliada. O Papa falava na homilia da missa de beatificação de Paul Yun Ji-Chung e companheiros mártires, celebrada em Seul (Coreia).

"Hoje, muitas vezes, experimentamos que a nossa fé é posta à prova pelo mundo, sendo-nos pedido de muitíssimas maneiras para condescender no referente à fé, diluir as exigências radicais do Evangelho e conformar-nos com o espírito do tempo. Mas os mártires chamam-nos a colocar Cristo acima de tudo, considerando todas as demais coisas neste mundo em relação a Ele e ao seu Reino eterno. Os mártires levam-nos a perguntar se há algo pelo qual estamos dispostos a morrer", afirmou Francisco.

Além disso – prosseguiu o Papa –, "o exemplo dos mártires ensina-nos a importância da caridade na vida de fé. Foi a pureza do seu testemunho de Cristo, manifestada na aceitação da igual dignidade de todos os batizados, que os levou a uma forma de vida fraterna que desafiava as rígidas estruturas sociais do seu tempo. Foi a sua recusa de separar o duplo mandamento do amor a Deus e do amor ao próximo que os levou a tão grande solicitude pelas necessidades dos irmãos. O seu exemplo tem muito a dizer a nós que vivemos numa sociedade onde, ao lado de imensas riquezas, cresce silenciosamente a pobreza mais abjecta; onde raramente se escuta o grito dos pobres; e onde Cristo continua a chamar, pedindo-nos que O amemos e sirvamos, estendendo a mão aos nossos irmãos e irmãs necessitados".

"Se seguirmos o exemplo dos mártires e acreditarmos na palavra do Senhor, então compreenderemos a sublime liberdade e a alegria com que eles foram ao encontro da morte. Além disso, veremos que a celebração de hoje abraça os inúmeros mártires anónimos, neste país e no resto do mundo, que, especialmente no século passado, ofereceram a sua própria vida por Cristo ou sofreram duras perseguições por causa do seu nome."

"Hoje é um dia de grande alegria para todos os coreanos. O legado do Beato Paulo Yun Ji-chung e dos seus Companheiros – a sua rectidão na busca da verdade, a sua fidelidade aos supremos princípios da religião que tinham escolhido abraçar, bem como o seu testemunho de caridade e solidariedade para com todos – tudo isso faz parte da rica história do povo coreano. O legado dos mártires pode inspirar todos os homens e mulheres de boa vontade a trabalharem harmoniosamente por uma sociedade mais justa, livre e reconciliada, contribuindo assim para a paz e a defesa dos valores autenticamente humanos neste país e no mundo inteiro."

"Possam as orações de todos os mártires coreanos, em união com as de Nossa Senhora, Mãe da Igreja, obter-nos a graça de perseverar na fé e em toda a boa obra, na santidade e pureza de coração e no zelo apostólico de testemunhar Jesus nesta amada Nação, em toda a Ásia e até aos confins da terra", concluiu o Papa Francisco.

[No vídeo acima, você acompanha a fórmula de beatificação]
sources: Vatican

Como um rio na Primavera


https://www.youtube.com/watch?v=epfaYVWZRGQ&list=UU5qvUQO_ILscr6JqcWM2hvw

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Papa beatifica 124 mártires coreanos e faz reflexão sobre o sentido do sacrifício

O catolicismo foi introduzido na Coreia do Sul por laicos letrados, iniciados nesta nova "sabedoria" por jesuítas vindos da vizinha China



"Os leigos foram os primeiros apóstolos" from Aleteia on Vimeo.

O Papa Francisco beatificou neste sábado, em Seul, 124 mártires sul-coreanos, na presença de milhares de fiéis reunidos na Porta de Gwanghwamun, aos quais perguntou sobre o sentido do sacrifício em um mundo confrontado entre a abundância material e uma enorme pobreza.

Primeiro Papa a visitar a Ásia desde 1999, Francisco chegou à Porta de Gwanghwamun em um pequeno carro conversível da Kia fabricado especialmente para a ocasião.

Pontes, ruas e estações de metrô próximos à praça foram fechadas, e atiradores de elite foram posicionados nos telhados para garantir a segurança do Papa e dos fiéis.

Ao celebrar a missa em memória dos primeiros cristãos do país,Francisco refez sua advertência da véspera contra a sociedade de consumo, responsável por uma "desesperança" que induz ao consumo de drogas e ao suicídio, e voltou a proferir a fé e o sacrifício de Jesus como um caminho de salvação diante da deterioração dos valores humanos.

"Os mártires nos chamam a recolocar Jesus acima de tudo e a ver tudo neste mundo relacionado com Ele e seu reino eterno. Isto nos leva à pergunta se há alguma coisa pela qual estaríamos dispostos a dar nossas vidas", destacou o Papa no terceiro dia de sua visita ao "país da manhã tranquila".

O exemplo dos mártires coreanos, que aceitavam "a igual dignidade de todos os batizados" e privilegiavam "uma forma de vida fraternal que desafiava às estruturas sociais rígidas de sua época", tem muito a dizer "em uma sociedade onde ao lado de imensas riquezas se desenvolve a mais abjeta pobreza, onde raramente o grito dos pobres é ouvido".

O catolicismo foi introduzido na Coreia do Sul por laicos letrados, iniciados nesta nova "sabedoria" por jesuítas vindos da vizinha China e por missionários europeus.

A vocação dos leigos na Igreja

"Esta história nos fala da importância, da dignidade e da beleza da vocação dos leigos na Igreja", disse Francisco, que beatificou Paulo Yun Ji-Chung e outros 123 mártires, executados a partir do final do século XVIII.

Paulo foi martirizado com um primo por tentar realizar um funeral católico para sua mãe, ignorando os rituais do confucionismo.

Todos os novos beatos eram laicos, com exceção de um padre, James Mun-mo, que veio da China.

O Papa argentino, de 77 anos, iniciou o dia batizando na nunciatura de Seul - onde está hospedado - o pai de um menino vítima do naufrágio do ferry Sewol, ocorrido em abril passado. Um gesto altamente simbólico em um país onde apenas cerca de 100 mil pessoas são batizadas a cada ano.

Na sexta-feira, Francisco evocou outro capítulo doloroso da história contemporânea da Coreia, com a divisão da península após a guerra de 1953.

A Coreia do Norte não permitiu aos católicos atravessar a fronteira para ver o Papa, que pediu aos coreanos dos dois lados que se considerem como "uma só família".

A esperança, disse Francisco, reside sobre tudo na língua comum, que permite aspirar a uma reunificação "sem vencedores nem vencidos".

Uma Igreja influente

Divididos por diocese, centenas de milhares de homens e mulheres esperaram pacientemente o sob um calor sufocante desde as primeiras horas da manhã. Em uma grande meditação, e segundo uma disciplina sul-coreana, eles repetiram cânticos em latim, rezaram, ouviram músicas de piano.

Os mais de cinco milhões de católicos sul-coreanos representam 10,7% da população, mas são muitos entre a elite política e econômica e sua influência vai muito além de seu peso demográfico.

"Eu sou um budista, mas acredito que o Papa pode nos ajudar", declarou Choi Keum-Bok, cujo filho morreu no naufrágio da balsa em abril, e que veio participar da missa de beatificação.

Depois da missa, Francisco seguiu para Kkottongnae, a cerca de 100 km de Seul para visitar um centro de pastoral e social da Igreja que acolhe crianças e adultos com deficiência, comunidades religiosas e leigos engajados.

Nesta ocasião, ele fez um forte gesto simbólico para protestar contra o aborto ao parar, na presença de militantes "pró-vida", diante de uma grande praça na qual cerca de mil cruzes brancas foram plantadas para lembrar as inúmeras gravidezes encerradas.

(AFP)
sources: Agências de Notícias

As 3 melhores maneiras de viver o perdão


Aprenda o jeito mais eficaz de conjugar o verbo perdoar: eu me perdoo, tu me perdoas, eu te perdoo

O Evangelho de Mateus nos traz a grande resposta que Jesus deu a Pedro quando este lhe perguntou quantas vezes é preciso perdoar o irmão, já que a lei dos judeus limitava a quantidade a três vezes.

Pedro, querendo ser generoso, multiplicou esse número por dois e acrescentou mais um, acreditando que a resposta de 7 vezes seria a mesma do Mestre. Mas sua surpresa foi grande ao escutar de Jesus que devemos perdoar até setenta vezes sete, ou seja, sempre.

Foi por isso que Jesus lhe contou a parábola do rei que ajustou contas com os seus empregados, perdoando a um deles tudo o que devia; mas este, ao não fazer o mesmo com uma das pessoas que lhe devia dinheiro, foi chamado novamente pelo rei para ser castigado pelo que deixou de fazer: perdoar. O empregado foi levado à prisão até que pagasse tudo o que devia (cf. Mt 18, 21-35).

Pais, a melhor maneira de ensinar à família o tema do perdão é por meio do nosso exemplo, ou seja, por meio do testemunho que nós damos interna (eu me perdoo) e externamente (eu te perdoo, tu me perdoas) no lar.

Estas três maneiras de perdoar caminham unidas, já que cada pessoa só pode oferecer o que leva no coração.

Para isso, convidamos você a analisar sua vida pessoal por meio de algumas perguntas que o ajudarão a avaliar sua relação com operdão:

Eu me perdoo

Você cometeu muitos erros na vida? Quais? Continua repetindo estes erros? Gostaria de transformá-los em oportunidades? Você quer se perdoar? E se compromete a deixar de cometer esses erros?

Tu me perdoas

Você ofendeu alguém com sua atitude ou com as suas ações? Pediu perdão? Gostaria de pedir perdão novamente ou pela primeira vez a essa(s) pessoa(s)? Você se compromete a mudar esta atitude ou jeito de ser que não o deixa crescer como pessoa?

Eu te perdoo

Alguém já lhe pediu perdão? Como você reagiu? Perdoou de verdade? Está disposto a perdoar de coração? Quer dizer a essa(s) pessoa(s) que você realmente a(s) perdoou?

Pais, estas três maneiras de trabalhar o perdão podem nos ajudar a criar fortes laços de amizade na comunidade e mais amor na família. Lembrem-se de que o perdão não pode somente ser ensinado: precisa ser praticado! E há melhor lugar que o lar?

O mais interessante do perdão é que é setenta vezes sete, ou seja, sempre. Não são sete vezes, como supôs Pedro, nem três vezes, como acreditavam os judeus.

Ainda dá tempo, comece agora!

(Artigo publicado originalmente em Por tu Matrimonio)

domingo, 17 de agosto de 2014

Á Vossa direita se encontra a Rainha


https://www.youtube.com/watch?v=yBC74IZubjI


Papa: implorar de Maria a graça de viver alegres

Em missa na viagem à Coreia do Sul, Papa Francisco convida os fieis a não se deixar vencer pela desesperança


O Evangelho é o antídoto contra uma vida vazia. from Aleteia on Vimeo.


O Papa Francisco rezou, durante a missa na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, no estádio de Daejeon (Coreia do Sul), para que Maria conceda aos fieis a graça de viver alegres e saber usar com sabedoria esta alegria.

"Hoje, ao venerar Maria, Rainha do Céu, dirigimo-nos a Ela como Mãe da Igreja na Coreia para Lhe pedir que nos ajude a ser fiéis à liberdade régia que recebemos no dia do Batismo; que guie os nossos esforços por transformar o mundo segundo o plano de Deus; e que torne a Igreja neste país capaz de ser, de uma forma mais plena, fermento do Reino de Deus na sociedade", disse Francisco na homilia.

"Possam os cristãos desta nação ser uma força generosa de renovação espiritual em todas as esferas da sociedade; combatam o fascínio do materialismo que sufoca os autênticos valores espirituais e culturais e também o espírito de desenfreada competição que gera egoísmo e conflitos; rejeitem modelos económicos desumanos que criam novas formas de pobreza e marginalizam os trabalhadores, bem como a cultura da morte que desvaloriza a imagem de Deus, o Deus da vida, e viola a dignidade de cada homem, mulher e criança."

Ao celebrar esta festa da Assunção de Nossa Senhora – prosseguiu o Papa –, "unimo-nos a toda a Igreja espalhada pelo mundo e olhamos para Maria como Mãe da nossa esperança. O seu cântico de louvor lembra-nos que Deus nunca esquece as suas promessas de misericórdia (cf. Lc 1, 54-55). Maria é a cheia de graça, porque «acreditou no cumprimento daquilo que o Senhor lhe dissera» (Lc 1, 45). N’Ela,todas as promessas divinas se demostraram verdadeiras. Entronizada na glória, mostra-nos que a nossa esperança é real e que, já desde agora, esta esperança se estende, «como uma âncora segura e firme para as nossas vidas» (Heb 6, 19), até onde Cristo está sentado na glória".

"Esta esperança – a esperança oferecida pelo Evangelho – é o antídoto contra o espírito de desespero que parece crescer como um câncer no meio da sociedade, que exteriormente é rica e todavia muitas vezes experimenta amargura interior e vazio. A quantos dos nossos jovens não fez pagar o seu tributo um tal desespero! Que os jovens, que nestes dias se reúnem ao nosso redor com a sua alegria e confiança, nunca lhes vejam roubada a esperança!"

"Dirijamo-nos a Maria, Mãe de Deus, e imploremos a graça de viver alegres na liberdade dos filhos de Deus, usar sabiamente esta liberdade para servirmos os nossos irmãos e irmãs, e viver e actuar de tal modo que sejamos sinais de esperança, aquela esperança que encontrará a sua realização no Reino eterno, onde reinar é servir", afirmou o Santo Padre.
sources: Vatican

sábado, 16 de agosto de 2014

Festa da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

A Paróquia de Arronches celebrou na sexta-feira, dia 15 de Agosto, as Festas em Honra da sua Padroeira Nossa Senhora da Assunção.


Pela manhã, a Banda de Música Alpalhoense saudou a população, seguindo-se a Missa na Igreja Matriz e Procissão acompanhada pela banda de música.
Estandartes das diversas Associações arronchenses, Pendões e Andores e muitos fiéis integraram a procissão acompanhada pelo pároco padre Fernando Farinha, que percorreu algumas artérias da vila.


Ao final da tarde cerca das 19h00, na Praça da Igreja teve lugar a abertura da Quermesse, Bar e venda de bolos.


Ao serão cerca das 22h00, como vem sendo habitual nos últimos anos, nas escadarias da Igreja Matriz, realizou-se um espectáculo de fados com os fadistas, Takuia Takaynagi “Taku”, Gonçalo da Câmara Pereira, Leonor Fartouce, Mariana Paulino, seguindo-se uma animada noite onde o caldo verde, chouriço assado e um bom tinto da região fizeram as delícias da assistência.

Entre o público que assistiu e se quis solidarizar com a recolha de fundos para o Museu de Arte Sacra, estiveram presentes ainda figuras grandes do fado, como a fadista Teresa Tarouca.

A Paróquia de Arronches na organização destas festividades contou com o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Assunção.