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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

4 chaves para que «não te roubem o Advento»



iMissio (01-12-2016)

Em um artigo publicado pelo Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), o Pe. Robert Havens fez quatro recomendações importantes para que durante o tempo do Advento, que prepara o caminho para a celebração do Natal no dia 25 de dezembro, não seja um tempo perdido devido ao stresse das festas e ao materialismo.

No texto “Que não te roubem o Advento”, o Pe. Havens, diretor de desenvolvimento institucional da Cáritas da Arquidiocese do México, sublinhou que o Natal “é tão importante, que não podemos ‘digerir’ da noite para o dia. Ninguém prepara um casamento uma noite antes. Como seres humanos, necessitamos de tempo para perceber o que virá, a fim de celebrá-lo corretamente”.

“Um Advento bem vivido assegura um Natal lindo e alegre. Que não perca o seu Advento!”, exortou.

Os quatro conselhos do Pe. Robert Havens para que “não te roubem o Advento” são os seguintes:

1. “Perceber que o Natal se celebra a partir da Véspera de Natal, quando celebramos a chegada de Cristo”, aconselhou o sacerdote.

O Pe. Havens assinalou que, embora “não haja nada de ruim nas pré-festas que fazem parte da nossa cultura, estas não devem ser confundidas com o verdadeiro Natal”.

“Antecipar a celebração do Natal sempre nos deixará vazios, sem a verdadeira alegria. Em um mundo de luzes e decorações, temos que perceber que ‘ainda não!’”, encorajou.

2. O Pe. Robert Havens assinalou que a segunda chave é “fazer um momento de silêncio a cada dia” do Advento.

“Não tem que ser muito tempo: podem ser três minutinhos, por exemplo. Mas três minutinhos inteiros nos quais eu me retiro, faço silêncio e me lembro que Cristo virá no Natal. Cristo virá no Natal!”.

“Se você consegue fazer isto diariamente, sua experiência do Natal neste ano será muito diferente e muito especial”, assegurou.

3. Uma terceira “ajuda para viver bem o Advento”, disse o sacerdote, “é fazer com que este seja um tempo de preparação pessoal, como fazemos durante a Quaresma”.
“Com atos de sacrifício e melhora pessoal, posso ‘limpar’ o presépio do meu coração, onde chegará o Menino Jesus no dia 24”.

Como exemplos de pequenos atos de sacrifício, o Pe. Havens indicou “ficar uma tarde sem escutar rádio, um café sem açúcar, uma Missa durante a semana, um sorriso para uma pessoa ‘difícil’, dar mais dinheiros ao pobre: todas estas são maneiras de ‘varrer o presépio’ para que esteja digno em sua pobreza para o Rei que chegará”.

4. “Finalmente, os símbolos e práticas externas também nos podem para ajudar a tornar o Advento um tempo de preparação”, disse o director de desenvolvimento institucional da Cáritas da Arquidiocese do México.

“Ter uma coroa do Advento em nossa sala ou local de trabalho e acender as velas correspondentes durante algumas horas durante o dia, nos recorda que o Senhor ainda não chegou”, assinalou.

O Pe. Havens aconselhou também a “ler um versículo do capítulo 1 ou 2 do Evangelho de São Lucas na hora de acendê-la”.

“Outra prática é montar o nosso presépio gradualmente, acrescentando uma peça ou uma decoração a cada dia do Advento; mas apenas nos dias em que nos esforçamos para viver bem o nosso Advento”, disse.

[©AciDigital]

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Papa Francisco oferece 7 chaves para entender o Jubileu da Misericórdia




Existem muitas razões pelas quais o Papa Francisco decidiu convocar o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontece desde o dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição, até o dia 20 de novembro de 2016, Solenidade de Cristo Rei.

Em uma nova entrevista publicada pela revista italiana “Credere”, o Santo Padre deu estas sete chaves:

1– Paulo VI pronunciou com força o tema da misericórdia e João Paulo II sublinhou este tema com a Encíclica “Dives in Misericordia” (sobre a misericórdia divina). Por sua vez, São João Paulo II canonizou Santa Faustina Kowalska, que recebeu a missão de Jesus de promover a devoção à Divina Misericórdia. O Santo polaco instituiu, além disso, a Festa da Divina Misericórdia na Oitava de Páscoa.

2– Francisco afirmou que, desta maneira, retoma “uma tradição relativamente recente, embora sempre existisse. Percebi que eu devia fazer algo a fim de continuar esta tradição”, explicou na entrevista.

3– Em sua primeira oração do Ângelus depois de ter sido escolhido como novo sucessor de Pedro após do Conclave, Francisco falou da misericórdia. “Também durante a minha primeira homilia como Papa, no domingo, 17 de março, na paróquia de Sant’Ana, falei da misericórdia”, assegurou. Portanto, “não foi uma estratégia, surgiu dentro de mim: o Espírito Santo quer algo”.

4– O Papa considerou que “é óbvio que atualmente o mundo precisa de misericórdia, necessita compaixão. Estamos acostumados às más notícias, às notícias cruéis e atrocidades maiores que ofendem o nome e a vida de Deus. O mundo tem necessidade de descobrir que Deus é Pai, que é misericordioso, que a crueldade não é o caminho”.

5– O Santo Padre propõe que o Jubileu seja como uma ajuda às pessoas que estão feridas e destruídas e recorda a imagem “da Igreja como um hospital de campanha depois do combate”.

6– O Ano Jubilar da Misericórdia é o Ano do perdão e da reconciliação: “Senti que Jesus quer abrir a porta do Seu coração, que o Pai quer mostrar suas entranhas de misericórdia e, por isso, nos envia o Espírito: para mover-se e para mover-nos”, revelou o Pontífice.

7– As situações de conflito e violência vivenciadas na atualidade em muitos lugares do mundo, fazem com que seja cometido “um sacrilégio contra a humanidade, porque o homem é sagrado, é a imagem do Deus vivo. Então, o Pai diz: ‘detenham-se e venham a mim’. Isto é o que eu vejo no mundo”, explicou o Papa Francisco.
iMissio [©acidigital]