quarta-feira, 1 de julho de 2026

Diocese de Portalegre-Castelo Branco anuncia mudanças nas paróquias


A Diocese de Portalegre-Castelo Branco anunciou um conjunto de nomeações e dispensas pastorais que entrarão em vigor com a tomada de posse dos respectivos responsáveis, prevista para o início de Setembro. As alterações, assinadas pelo bispo diocesano, D. Pedro Fernandes, visam responder às actuais necessidades pastorais da diocese e reforçar a presença da Igreja nas diferentes comunidades.

Entre as principais mudanças no distrito de Portalegre, o Pe. Rui Rodrigues foi nomeado pároco das paróquias de Alegrete e Reguengo, em acumulação com as restantes funções que já desempenha. Já o Pe. Pontien Luboya Ilunga assume a responsabilidade pastoral das paróquias de Arronches, Esperança, Degolados e Mosteiros. O Pe. Fernando Farinha foi dispensado de todas as paróquias para que estava nomeado.

Em simultâneo, o Pe. Pontien Luboya Ilunga deixa de exercer funções como vigário paroquial das paróquias de Fortios e da Sé de Portalegre, cessando igualmente a colaboração pastoral com o Mons. Paulo Dias nas comunidades que este acompanha.

Por sua vez, o Pe. Rui Lourenço passa a desempenhar funções de vigário paroquial nas paróquias da Sé e de São Lourenço, em Portalegre, bem como em Fortios, Reguengo e Alegrete.

Outra das novidades é a colaboração pastoral do diácono Diogo Fernandes, actualmente em formação em Direito Canónico na Universidade Católica Portuguesa. O diácono ficará a residir em Alter e colaborará nas paróquias de Aldeia da Mata, Alter, Cabeço de Vide, Chancelaria, Crato-Mártires, Cunheira, Flor da Rosa, Monte da Pedra, Seda e Vale do Peso.

Na Vigararia de Abrantes registam-se igualmente alterações na organização pastoral. O Pe. Gonçalo Rafael Duarte Gomes foi nomeado pároco in solidum das paróquias de São Vicente, São João e Rio de Moinhos.

Por outro lado, o Pe.Joaquim Lumingo foi dispensado das funções de pároco in solidum das paróquias de Alferrarede, Sardoal, Valhascos, Rio de Moinhos, São Vicente e São João (Abrantes). O Pe. António Castanheira deixa as paróquias de Alferrarede, Sardoal e Valhascos, mantendo-se como pároco in solidum, na qualidade de moderador, das restantes comunidades que lhe estão confiadas. Já o Cón. Emanuel Silva é dispensado das paróquias de São Vicente, São João (Abrantes) e Rio de Moinhos, permanecendo nas restantes paróquias de que é pároco.

Foi ainda anunciada a instalação de uma comunidade da Congregação da Missão (Padres Vicentinos) na Diocese de Portalegre-Castelo Branco. A comunidade ficará sediada na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Castelo Branco, assumindo igualmente a responsabilidade pastoral das paróquias de Santo André das Tojeiras e Sarzedas. A equipa será constituída pelos padres Suresh Praban Siluvayya, António Manuel Bernardo Martins e pelo diácono Vilarino Calisto.

No documento divulgado, D. Pedro Fernandes agradece o trabalho desenvolvido pelos sacerdotes que agora cessam funções nas respetivas comunidades e deseja «os melhores êxitos» aos que assumem as novas responsabilidades pastorais.

Vamos lá!




Arrebita!


Anima-te!

Força! Vá lá, não desanimes. São chavões muito comuns que por vezes têm o condão de nos deixar ainda mais desanimados. E repetimos esses trejeitos sem pensar muito.

A verdade é que, às vezes, precisamos que alguém nos empurre nos puxe para cima e nos relembre que o facto de nos sentirmos miseráveis não nos traz qualquer vantagem. Sim, porque por vezes, sentimo-nos de tal ordem desanimados que o que nos resta é “deixar estar assim”, quieto e sossegado à espera que passe. Por experiência, sei que passa, mas vai deixando mazelas.

Para que a expressão “Vamos lá” não pareça paternalista deve vir acompanhada de lufadas de ar fresco, sugestões, ideias, e não apenas palavras inspiradoras que nos soam a oco.

O “vamos lá”, deve implicar ir mesmo, tomar as dores e procurar soluções.

O “vamos lá” pode ser poderoso quando tu vais lá e ajudas a ver opções.

E sim, vale a pena estimular os outros a sair do seu lugar seguro porque já procuraram tanto, já tentaram tanto e nem sempre as portas se abrem até que um dia alguém se lembrou e te deu a mão.

Nem sempre são os mais próximos que nos conseguem ajudar a sair do sítio, às vezes a ajuda vem de fora, de onde nunca esperarias. Vem sobre forma de mensagens, palavras ou convites inusitados e são esses que nos dão vontade de “ir outra vez à luta”.

Seja por um emprego, uma relação melhor, uma casa ou algo que tanto ambicionamos mas que nos parece tão difícil, seja por o que for, eu sei que tanto posso precisar de um” vamos lá” como posso ser eu a responsável por alguns irem por onde nunca pensaram ir.

E tu, amiga, anima-te, “vamos lá”?


Raquel Rodrigues