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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Inscrições na catequese paroquial




Com o início do novo ano pastoral recomeçam também as atividades da Catequese na Paróquia de Arronches. Como habitual, as inscrições estarão abertas durante um curto período de tempo para planeamento de turmas e horários, e atribuição de catequistas.
A Paróquia apela à colaboração de todos para que esta missão de evangelização possa prosseguir da melhor forma. Quanto mais cedo a inscrição, mais fácil se torna o trabalho de todos os catequistas responsáveis pela preparação do novo ano que se inicia.
 Apelamos aos pais ou encarregados de educação a fazerem a inscrição dos seus filhos na catequese paroquial, não de modo contrafeito, mas com o gosto e a responsabilidade de quem deseja o maior bem para os seus filhos, assumindo também, com interesse, o compromisso de participarem nas actividades programadas ao longo do ano.





domingo, 1 de outubro de 2017

Formação de ministros extraordinários para a orientação de funerais é uma prioridade na diocese


Foto Agência ECCLESIA/HM, Missa de encerramento da Assembleia Diocesana

Assembleia Diocesana assinalou a instituição do «Domingo da Palavra»


Alter do Chão, 30 set 2017 (Ecclesia) – O bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco disse hoje à Agência ECCLESIA na Assembleia Diocesana de Abertura do Ano Pastoral que formação de ministros extraordinários para a orientação de funerais é uma prioridade na diocese.

“Não estamos longe de morrer alguém e não termos quem os assista, em nome da Igreja”, afirmou D. Antonino Dias na Assembleia Diocesana, que decorreu hoje em Alter do Chão.

Para o bispo de Portalegre-Castelo Branco, em causa não está a dispensa dos sacerdotes desse ministério, mas a concretização da “corresponsabilidade” dos leigos.

“Acontecerá um dia não termos sacerdotes e vamos continuar a dar resposta”, referiu D. Antonino Dias.

Para o padre Nuno Folgado, diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral, a aposta na formação de ministros para a celebração das exéquias na ausência de presbítero corresponde à “diferença entre a Igreja ter uma resposta nesse momento de dor ou não ter nada para dizer”.

“Temos! E é essa a pastoral”, sublinhou o padre Nuno Folgado.

O diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral disse que a comunidade acolhe “naturalmente” a emergência de leigos no exercício de diferentes ministérios, exceto os que aparecem “à procura de um serviço que lhe seja prestado”.

“A pouco e pouco vai sendo natural”, na certeza de que “não é tudo o mesmo”, disse o padre Nuno Folgado, acrescentando que outro setor prioritário da pastoral diocesana é a “manutenção”, admitindo o significado negativo que a palavra possa ter.

“Temos de fazer pastoral da manutenção porque temos gente a precisar de nós, que toda a vida viveu em Igreja e hoje continua a precisar da Igreja para ser feliz. Temos de ter muito respeito por essas pessoas”, sublinhou o padre Nono Folgado.

O diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral lembrou também que a Diocese de Portalegre Castelo Branco está na linha da frente da corresponsabilidade laical, e quer continuar a “inovar, renovar e comprometer” os diferentes grupos nas comunidades.

Na Eucaristia de encerramento da Assembleia Diocesana, D. Antonino Dias disse que a Diocese de Portalegre-Castelo Branco vai celebrar o “Domingo da Palavra”, proposto pelo Papa Francisco, no terceiro domingo do Advento, o “domingo da alegria”.

“Determinamos que o domingo da palavra na nossa dioceses seja em cada ano o terceiro domingo do advento, o domingo da alegria”, disse o bispo diocesano, na homilia da Missa.

“Que desta iniciativa do domingo da palavra usufruam não só as comunidades como tais, mas também as comunidades de vida consagrada, as famílias, os grupos de reflexão paroquial, os movimentos de apostolado, todos os serviços eclesiais, cada pessoa, seja qual for a sua vida profissional”, referiu D. Antonino Dias.

PR

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Informação Paroquial

Resultado de imagem para jubileu da misericórdia

A 8 Dezembro, Dia da Imaculada Conceição, o Papa Francisco dará inicio ao ANO SANTO DO JUBILEU DA MISERICÓRDIA, com abertura da Porta Santa da Basílica de S. Pedro em Roma.



Dia 13 de Dezembro, domingo, início do Ano Santo do Jubileu da Misericórdia, na Diocese de Portalegre Castelo Branco, com a abertura da porta Santa da Sé de Portalegre, às 19:00H com celebração presidida pelo Vigário Geral.

Se quiser participar nesta celebração, o autocarro partirá às 18:00H, do Largo Serpa Pinto ( Largo da Cadeia), mediante inscrição prévia junto da colaboradora habitual.

Celebração da Imaculada Conceição

Dia 8 de Dezembro, Terça - feira

Horário das Eucaristia:


ALEGRETE- 10.00H

ESPERANÇA- 11.00H

ARRONCHES- 12.00H

DEGOLADOS- 16.00H






quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Papa Francisco: não se fechar às surpresas de Deus

Papa pede que fieis mantenham-se abertos às novidades de Deus: quando uma pessoa vai pelo caminho, sempre encontra coisas novas, que não conhecia

                                
Abrir-se às surpresas de Deus, sem se fechar aos sinais dos tempos. Foi o que pediu o Papa Francisco na missa de dia 13 na Casa de Santa Marta.

Comentando as palavras de Jesus aos doutores da lei, o Papa exortou os fiéis a não permanecerem apegados às próprias ideias mas a caminharem com o Senhor, encontrando sempre coisas novas.

"Porque estes doutores da lei não percebiam os sinais dos tempos e pediam um sinal extraordinário…E por que é que não percebiam? Antes de mais, porque estavam fechados. Fechados no seu sistema, tinham sistematizado muito bem a lei, uma obra prima. Todos os judeus sabiam o que que se podia fazer e o que não se podia fazer, até onde se podia ir. Tudo bem arrumado. E assim estavam seguros."

"Não percebiam que Deus é o Deus das surpresas, que Deus é sempre novo. Nunca se renega a si mesmo, nunca diz que o que tinha dito era errado, nunca, mas sempre nos surpreende. Eles não percebiam isto e fechavam-se naquele sistema feito com tanta boa vontade e pediam a Jesus: ‘Dá-nos um sinal! E não percebiam os muitos sinais que Jesus fazia e que indicavam que o tempo estava maduro. Fechados!"

Em segundo lugar, tinham esquecido que eram um povo a caminho. Em caminho. E quando se caminha, quando uma pessoa vai pelo caminho, sempre encontra coisas novas, que não conhecia.

Os doutores da lei, fechados em si mesmos, “não tinham percebido que a lei que defendiam e amavam era uma pedagogia que havia de levar a Jesus Cristo. “Se a lei não nos aproxima de Jesus Cristo é uma lei morta.

"Isto deve fazer-nos pensar: estou apegado às minhas coisas, às minhas ideias, fechado. Ou estou aberto ao Deus das surpresas? Sou uma pessoa fechada, ou uma pessoa que caminha? Creio em Jesus Cristo? Sou capaz de captar os sinais dos tempos e ser fiel à voz do Senhor que neles se manifesta? Podemos fazer-nos hoje estas perguntas e pedir ao Senhor um coração que ame a lei, porque a Lei é de Deus. E que ame também as surpresas de Deus, sabendo que esta lei santa não é finalizada a si mesma."

(Rádio Vaticano)