terça-feira, 11 de setembro de 2018

INFORMAÇÃO PAROQUIAL

APRESENTAÇÃO DE CONTAS DA FESTA DE Nª SRª DA ASSUNÇÃO- ARRONCHES

RECEITA:                                               DESPESA:

Cadeiras-              69,56€                       Músicos-                 800,00€
Bolos-                  240,00€                       Electricista-            100,00€
Entradas-             301,23€                      Catering-                 300,70€
Mesas/ Bar-         511,00€                       Banda/ lanche-        200,00€                        
Quermesse-         700,45€                      Licenças e Transp.-   80,00€
Donativo-              300,00€                
Ofert. Missa -        130,06€                         TOTAL-                1480,70€                      
Donativo J. Freg.-1000,00€

TOTAL-          3252,30€

SALDO POSITIVO FINAL: 1771,60€ ( mil setecentos e setenta e um euros e sessenta cêntimos)


DIA DIOCESANO DO MOVIMENTO DA  MENSAGEM DE FÁTIMA

Recorda- se que  no próximo dia 15 de Setembro, sábado, decorrerá no Centro Cultural em Arronches, o Dia Diocesano da Mensagem de Fátima.

Terá início às 9:30h com a recepção e Acolhimento e terminará com a celebração da Eucaristia , na Igreja Matriz, pelas 16;00h.

O almoço convivio  decorrerá nos Celeiros.

NO DOMINGO, 16 DE SETEMBRO NÃO SERÃO CELEBRADAS EUCARISTIAS EM NENHUMA DAS NOSSAS PARÓQUIAS

DEGOLADOS : As Eucaristias  retomam o horário das 17H 30m aos Domingos


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Um Deus que puxa


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Deus continua a surpreender tudo e todos. Deus continua a chamar os últimos, os insignificantes. Deus continua a dar oportunidade a quem o mundo já lhe retirou tudo. Deus continua a puxar por quem já não tem nada por onde se lhe pegue. Deus não faz história por quem se diz escolhido, mas sim com aqueles que nunca pensaram que pudessem ser dignos de tal escolha.

Deus fá-lo e com todas as certezas. Fá-lo com a certeza de que juntos de Si todos são parte integrante do Seu amor e da Sua misericórdia. Fá-lo com a certeza de que juntos de Si ninguém é fraco.

A beleza de um Deus que puxa tudo e todos para que nada lhes falte. Um Deus que puxa mostrando que a sua especialidade é dar possibilidade aos impossíveis.

Deus puxa não de forma autoritária, nem por mero egoísmo. Deus puxa para que a Sua vida dê vida a tantas e tantas vidas. Deus puxa para que não sejamos engolidos pela idolatria que menospreza e escraviza.

O Deus, revelado em Jesus Cristo, está permanentemente a arriscar.

Arrisca no amor, para que todos sejam amados. Arrisca na misericórdia, para que todos sejam salvos. Arrisca na Sua fé, para que todos se voltem para a vida. Arrisca na Sua entrega, para que todos possam ter relação conSigo.

Deus arrisca e quando arrisca tudo traz consigo aqueles que não contam. Deus arrisca e quando arrisca deixa tudo de Si aos outros. Deus arrisca para que todos sejam "puxados" e assim deixarem-se serem amados.


Emanuel António Dias

domingo, 9 de setembro de 2018

"Faz-te ao Largo"- envio de missionária


SDPJuventude e Vocações de Portalegre Castelo Branco


"Faz-te ao Largo" é o tema de envio e que preenche o caminho até São Tomé e Principe da Ana Beatriz.

A nossa Bia é formada em Psicologia, com residência "entre" Lisboa e Alter do Chão (Arciprestado de Ponte de Sor), e após um ano de Formação com a OMG dos Leigos para o Desenvolvimento, segue como voluntária em missão para São Tomé e Principe, por um período de pelo menos um ano.

O seu crescimento e a sua caminhada espiritual deixa-nos a todos muito felizes e orgulhosos, e certamente aos olhos dos jovens da diocese de Portalegre - Castelo Branco, um claro exemplo a seguir.

A Bia parte para a sua missão na próxima quarta feira às 11h00. Ficamos a aguardar por umas palavras de testemunho para que possa inspirar muitos dos nossos jovens à oração, à entrega de si ao próximo e à missão sem "fronteiras". Daqui a um ano ficamos à espera para sabermos em viva voz os resultados desta aventura.

Quem quiser saber mais sobre a Organização Cristã dos Leigos para o desenvolvimento pode consultar o seguinte site: http://www.leigos.org

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Ó minha alma, louva o Senhor


https://www.youtube.com/watch?v=huXwSydFMBI


A liturgia do 23º Domingo do Tempo Comum fala-nos de um Deus comprometido com a vida e a felicidade do homem, continuamente apostado em renovar, em transformar, em recriar o homem, de modo a fazê-lo atingir a vida plena do Homem Novo.
Na primeira leitura, um profeta da época do exílio na Babilónia garante aos exilados, afogados na dor e no desespero, que Jahwéh está prestes a vir ao encontro do seu Povo para o libertar e para o conduzir à sua terra. Nas imagens dos cegos que voltam a contemplar a luz, dos surdos que voltam a ouvir, dos coxos que saltarão como veados e dos mudos a cantar com alegria, o profeta representa essa vida nova, excessiva, abundante, transformadora, que Deus vai oferecer a Judá.
No Evangelho, Jesus, cumprindo o mandato que o Pai Lhe confiou, abre os ouvidos e solta a língua de um surdo-mudo… No gesto de Jesus, revela-se esse Deus que não Se conforma quando o homem se fecha no egoísmo e na auto-suficiência, rejeitando o amor, a partilha, a comunhão. O encontro com Cristo leva o homem a sair do seu isolamento e a estabelecer laços familiares com Deus e com todos os irmãos, sem excepção.
A segunda leitura dirige-se àqueles que acolheram a proposta de Jesus e se comprometeram a segui-l’O no caminho do amor, da partilha, da doação. Convida-os a não discriminar ou marginalizar qualquer irmão e a acolher com especial bondade os pequenos e os pobres.
O Evangelho deste domingo garante-nos, uma vez mais, que o Deus em quem acreditamos é um Deus comprometido connosco, continuamente apostado em renovar o homem, em transformá-lo, em recriá-lo, em fazê-lo chegar à vida plena do Homem Novo. Este Deus que abre os ouvidos dos surdos e solta a língua dos mudos é um Deus cheio de amor, que não abandona os homens à sua sorte nem os deixa adormecer em esquemas de comodismo e de instalação; mas, a cada instante, vem ao seu encontro, desafia-os a ir mais além, convida-os a atingir a plenitude das suas possibilidades e das suas potencialidades. Não esqueçamos esta realidade: na nossa viagem pela vida, não caminhamos sozinhos, arrastando sem objectivo a nossa pequenez, a nossa miséria, a nossa debilidade; mas ao longo de todo o nosso percurso pela história, o nosso Deus vai ao nosso lado, apontando-nos, com amor, os caminhos que nos conduzem à felicidade e à vida verdadeira.

http://www.dehonianos.org

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

CONVÍVIOS FRATERNOS: UMA EXPERIÊNCIA FELIZ

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CONVÍVIOS FRATERNOS: UMA EXPERIÊNCIA FELIZ

Estávamos em maio de 1968. A guerra nas colónias portuguesas ensombrava o presente e o futuro dos rapazes em serviço militar obrigatório. O jovem Padre António Valente de Matos, Capelão Militar, sentindo necessidade de incutir esperança e alegria naquela juventude, sonha e leva a cabo, na cidade de Castelo Branco, com jovens militares, a primeira experiência de um Movimento que se haveria de impor como fonte de alegria e de graça a marcar a vida de milhares e milhares de jovens, rapazes e raparigas, ao longo dos tempos. Estamos a falar do Movimento dos Convívios Fraternos. Um Movimento laical que nasceu de jovens para jovens e vai construindo a sua história em Portugal, no Brasil, Angola, Moçambique, Luxemburgo, Suíça, França, continuando a rasgar caminhos de bem-fazer. É uma experiência comunitária, em três dias. Uma experiência vivida na amizade e na confiança, na escuta e no silêncio que confronta. Aí se propõe a vivência, o testemunho e o anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo como oportunidade de realização individual, familiar e social, apontando os meios de perseverança nesses caminhos (cf. Caminho de Libertação, pág. 9). É o início de uma evangelização através de uma experiência vivencial da fé, favorecida pelo esforço pessoal e pela presença de um clima de amor cristão que, naturalmente, leva aquele ou aquela que participa, a questionar a sua vida, a relacioná-la com os critérios do Evangelho e a compará-la com o testemunho cristão dos outros participantes (cf. Id. Pág.15). Isto é: desperta a fé e motiva para uma vida nova em Jesus Cristo, procurando responder às necessidades, interrogações e aspirações mais profundas da juventude dos nossos dias, e também já de casais, de acordo com uma compreensão cristã da vida e da história dos homens no mundo (Id. Pág. 21).
Cada um, nesse encontro consigo próprio e com os outros, vai descobrindo a força e a beleza do amor de Deus em Jesus Cristo que sempre esteve presente na sua vida. Sim, sempre esteve presente. Agora, porém, nessa experiência comunitária, parece que Jesus se faz encontrado. Parece que chega de muito longe e desde há muito tempo ausente para fazer sentir a alegria de um forte abraço de amizade nunca sentida. Apresenta-se, com surpresa agradável e eficaz, como o amigo por excelência que quer que cada um seja feliz. Mais: segreda a cada um, com forte empatia e persuasão, que conta com cada um para ajudar a construir a felicidade dos outros. Na verdade, é uma experiência irrepetível e indizível. Irrepetível porque não há Convívios iguais. Para além da ação do Espírito Santo, eles dependem de quem neles participa e de quem os coordena. A Palavra semeada pode ser a mesma, as pessoas, porém, são diferentes. Diferente é o jeito de quem comunica, diferente é o acolhimento, o terreno e os efeitos da Palavra no coração de cada um que ouve. Indizível porque quem vive um Convívio Fraterno não encontra, depois de o ter feito, palavras que exprimam e façam entender a outros o que verdadeiramente viveu, as portas que se lhe abriram, os horizontes que se lhe rasgaram, os desafios que agora se lhe apresentam. As grandes experiências que marcam a vida não se conseguem dizer, vivem-se, não se explicam.
Celebrar o cinquentenário da fundação dos Convívios Fraternos faz tornar presente os seus fundadores e todos os rapazes e raparigas que ao longo destes cinquenta anos fizeram esta inesquecível experiência, sempre ajudados por outros rapazes e raparigas que fizeram parte das Equipas Coordenadores e das Equipas de Serviço à dinâmica de cada Convívio. Com o seu testemunho de vida, todos foram instrumentos do Espírito Santo a levar cada participante a encontrar-se consigo mesmo, com os outros, com Jesus Cristo, o JC. Irmanados no mesmo ideal de seguir Cristo nos irmãos e O tornarem mais conhecido, mais amado e melhor servido, muitos deles já se encontram junto de Deus, no Convívio Eterno e Universal: rezamos por eles, que eles rezem por nós! Foi na vivência de um Convívio Fraterno que muitos rapazes e raparigas, dóceis à ação e intuições do Espírito Santo, ganharam espaço e coragem, para fazerem um melhor discernimento e mais esclarecida opção vocacional. E, hoje, como fruto desta experiência dos Convívios Fraternos, temos, de facto, pessoas no ministério ordenado, na vida consagrada religiosa e laical, na vida missionária ad gentes e na vocação matrimonial a marcar a diferença. E não só. Quem participa toma consciência do seu compromisso batismal, desperta para a importância do ser Igreja e da integração na tarefa pastoral das paróquias e dos arciprestados, dos movimentos e das obras apostólicas. Sobretudo, faz despertar para a importância do testemunho de vida de cada um, como leigo, como casal, como esposa ou marido, como pai ou mãe de família unida e responsável, como profissional e construtor da verdadeira cidadania, como jovem estudante, ou não, que aí detetou a Luz que dá sentido à vida e dela dá testemunho em todos os lugares, situações e circunstâncias.
A Cruz do Movimento tem, no seu topo, uma chama acesa. É uma alusão à chama da fé, a Jesus Cristo, a Luz que ilumina o nosso caminho e dá sentido à vida. Mas ela está, de facto, no cimo da cruz, como que a dizer-nos que a cruz não faz sentido sem essa luz, sem a fé, sem Cristo. Mas se a cruz nos recorda o amor de Deus manifestado em Cristo que a abraçou e nela se entregou por nós, com amor, também é desafio para todos: “Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me”. É neste levar a cruz de cada dia com alegria e esperança, mesmo que, porventura, muito pesada, que mostramos a nossa identificação com Cristo e testemunhamos que a chama da nossa fé está bem acesa no topo da cruz de cada dia. Que belo testemunho o de viver na certeza de que o Senhor está em nós, nos ama, caminha connosco, não nos abandona e quer precisar de cada um de nós para ser mais conhecido, amado e seguido com alegria e esperança, como Caminho, Verdade e Vida.
Que o Congresso dos Convívios Fraternos e a sua Peregrinação Nacional a Fátima, a decorrerem por estes dias, façam renovar o entusiasmo e a alegria de continuar a servir em nome de Cristo, com Cristo e ao jeito de Cristo.


D.Antonino Dias - Bispo de Portalegre Castelo Branco
Portalegre, 07-09-2018.

Aprender a acusar a si mesmo



Na homilia da missa celebrada nesta quinta-feira na Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que "sem acusar a si mesmo, reconhecer-se pecador, não se pode caminhar na vida cristã".
Acusar a si mesmo é sentir a própria miséria, “sentir-se miseráveis”, míseros, diante do Senhor. Trata-se de sentir vergonha.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Papa Francisco pede educação e trabalho para os jovens africanos


https://www.youtube.com/watch?v=9udRBow56i4


«África é um continente rico, e a maior riqueza, a mais valiosa, são os jovens» – Papa

Cidade do Vaticano, 04 set 2018 (Ecclesia) – O Papa Francisco incentivou hoje à oração para que “os jovens do continente africano tenham acesso à educação e ao trabalho” nos seus países”, no ‘Vídeo do Papa’ com a intenção de oração do mês de setembro.

“A África é um continente rico, e a maior riqueza, a mais valiosa da África, são os jovens; Se um jovem não tem possibilidades de educação, que poderá fazer no futuro?”, pergunta o Papa no vídeo enviado hoje à Agência ECCLESIA e divulgado online.

Para Francisco os jovens do continente africano “devem poder escolher” entre deixar-se vencer pela dificuldade ou “transformar a dificuldade numa oportunidade”.

“O caminho mais eficaz para ajudá-los nesta escolha é investir em sua educação; Rezemos para que os jovens do continente africano tenham acesso à educação e ao trabalho em seu próprio país”, desenvolve o pontífice argentino.

A Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP) destaca que o tema da juventude tem merecido diversas vezes a atenção do Papa Francisco que convocou um Sínodo dos Bispos, sobre o tema ‘Os jovens, a fé e o discernimento vocacional’, e que vai ter lugar entre 3 e 28 de outubro, em Roma.

A Organização Internacional do Trabalho informa que 12,9% dos jovens africanos, entre os 15 e os 24 anos, estão desempregados na África Subsariana.

Segundo as mesmas estatísticas de 2017, esse valor sobe para 28,8 por centro para a mesma faixa etária nos países do norte de África; relativo ao mesmo ano, aa UNESCO estima quase 60 por cento dos jovens africanos, entre os 15 e os 17 anos, não frequentam a escola.

“Para construir um futuro de verdadeira esperança, é fundamental que todos os jovens africanos encontrem possibilidades nos seus países”, realça o diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa.

O padre Jesuíta Frédéric Fornos, que é também diretor do Movimento Eucarístico Juvenil destaca que o ramo juvenil está “em 20 países africanos” ao serviço de uma “educação integral”: “Intelectual, espiritual, comunitária e apostólica.”

CB