domingo, 15 de setembro de 2019

Nossa Senhora das Dores


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A devoção a Nossa Senhora das Dores remonta aos inícios do segundo milénio, quando se desenvolveu a com-paixão para com Maria junto à cruz de Jesus, onde a Virgem vive e sente os sofrimentos do seu Filho. O primeiro formulário litúrgico desta festa surgiu em Colónia, na Alemanha, no ano de 1423. Sisto IV inseriu no Missal Romano a memória da Senhora da Piedade. A atenção à “Mãe dolorosa” desenvolve-se gradualmente sob a forma das Sete Dores, representadas nas sete espadas que Lhe trespassam o peito. Os Servos de Maria, que celebravam a memória desde 1668, favoreceram a sua extensão à igreja latina, em 1727. Pio X colocou a memória no dia 15 de Setembro.

Presente junto da Cruz, Maria vive e sente os sofrimentos de Seu filho. Por isso a liturgia lhe dedica hoje especial atenção, depois de ter celebrado ontem a Exaltação da Santa Cruz. As dores da Virgem, unidas aos sofrimentos de Cristo foram redentoras, indicando-nos o caminho da nossa dor.
Oração


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! Ave, Maria Dolorosa! Deus vos salve, Maria, cheia sois de dores! Jesus crucificado está contigo, digna sois de ser chorada e compadecida entre todas as mulheres, e digno é de ser chorado e compadecido Jesus, fruto bendito de teu ventre. Santa Maria, Mãe do Crucificado, dai lágrimas a nós crucificadores de teu Filho, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Oferecimento para todos os dias

Oh, Deus meu! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. Oh, Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo! Eu vos adoro profundamente e Vos ofereço o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo, presente em todos os tabernáculos do mundo, em reparação dos ultrajes com que Ele é ofendido. Pelos méritos infinitos de seu Santíssimo Coração e a intercessão do Imaculado Coração de Maria, peço-Vos a conversão dos pecadores.

Oração

Oh, Virgem! A mais dolorosa do mundo depois de teu Filho, cujas dores estiveste perpetuamente associada, rogo-vos que me alcances fortaleza para sofrer por meus pecados, como vós sofrestes pelos nossos, a fim de que, crucificando minhas paixões e concupiscências na cruz de Cristo, levando-a pelo caminho de minha vida, caminhando em direção ao Senhor e perseverando constantemente ao vosso lado, Mãe minha, ao pé da cruz de vosso Filho, viva sempre e morra contigo, redimido e santificado pelo Sangue preciosíssimo de nosso Redentor.

Lembrai-vos, Virgem Mãe de Deus, quando estiverdes na presença do Senhor, de falar em favor nosso e apartar Sua indignação de nós. Oh, Santíssima Mãe! Faz-me esta graça: fixai, em meu coração, com eficácia, as chagas de Jesus crucificado. Fazei que de Cristo em mim leve a morte, que participe de Sua Paixão e sorte e medite em Suas chagas. Para que não arda nos eternos fogos, defendei-me Vós, Oh! Virgem, com teus rogos, no dia do juízo. E Vós, Oh! Cristo, ao sair eu desta vida, por vossa Mãe querida, fazei que chegue à palma de vitória. Quando meu corpo mora, tens que minha alma adquira do paraíso a glória.

Rezar três Ave-Marias.

Rogai por nós, Virgem dolorosíssima, que estivestes constantemente junto à cruz de Jesus Cristo. Nossa Senhora da Boa Morte, rogai por nós!

https://formacao.cancaonova.com

Quanto vale para Deus?

Jesus Cristo
Jesus quis morrer na Cruz para nos salvar.
Por aquilo que o Senhor fez por ti, reconheças o quanto vales para Ele. Nesta festa da Exaltação da Santa Cruz, manifeste sua gratidão conversando um pouco com Deus. Pare um instante para fazer uma meditação católica.

O AMOR DE DEUS



https://www.youtube.com/watch?v=ZOe9oK6PmrE

A liturgia deste domingo centra a nossa reflexão na lógica do amor de Deus. Sugere que Deus ama o homem, infinita e incondicionalmente; e que nem o pecado nos afasta desse amor...
A primeira leitura apresenta-nos a atitude misericordiosa de Jahwéh face à infidelidade do Povo. Neste episódio - situado no Sinai, no espaço geográfico da aliança - Deus assume uma atitude que se vai repetir vezes sem conta ao longo da história da salvação: deixa que o amor se sobreponha à vontade de punir o pecador.
Na segunda leitura, Paulo recorda algo que nunca deixou de o espantar: o amor de Deus manifestado em Jesus Cristo. Esse amor derrama-se incondicionalmente sobre os pecadores, transforma-os e torna-os pessoas novas. Paulo é um exemplo concreto dessa lógica de Deus; por isso, não deixará de testemunhar o amor de Deus e de Lhe agradecer.
O Evangelho apresenta-nos o Deus que ama todos os homens e que, de forma especial, Se preocupa com os pecadores, com os excluídos, com os marginalizados. A parábola do "filho pródigo", em especial, apresenta Deus como um pai que espera ansiosamente o regresso do filho rebelde, que o abraça quando o avista, que o faz reentrar em sua casa e que faz uma grande festa para celebrar o reencontro.

https://www.dehonianos.org


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

A FORÇA DAQUELA FRAQUEZA!...

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Persas, cartaginenses, romanos e afins, usavam a cruz, em diversas formas e feitios, para torturar e matar, cruel e sadicamente. Embora com muitas outras configurações e motivos, não falta hoje quem continue a levantar cruzes para crucificar os outros, lavando as mãos calejadas em iniquidades. Por causa de todas essas cruzes e injustiças humanas ao longo da história, aconteceu a Cruz, a Cruz com letra maiúscula, sempre atualizada, e que recordamos de uma forma muito especial no dia da sua Exaltação, na festa da Exaltação da Santa Cruz. Falamos daquela Cruz que foi usada para torturar e matar Jesus segundo a brutalidade do tempo, mas na qual Ele venceu a morte e fez brotar a Vida. Daquela Cruz que nos ajuda a contemplar o mistério de Deus uno e trino, o mistério de Deus que se fez homem, o mistério do homem Deus que Se esvaziou a Si próprio, Se tornou semelhante aos homens, assumiu a condição de servo, fez-Se obediente até à morte e morte de Cruz, como lemos nas Escrituras. Apresentando-nos o sofrimento de Deus e de toda a humanidade, dela brota a vida, a vida divina que nos foi oferecida por Cristo. Não é fim em si mesma nem exaltação da dor. É o preço da nossa liberdade, é a síntese de quanto Jesus sofreu por nós, tem força de vitória e é sinal de que a vida de Cristo foi abraçada por quem a usa e vive na esperança da ressurreição. Beija-la é beijar Cristo e a Sua vida, é adorar o Filho de Deus que se entregou por nós, para nossa salvação, numa atitude de infinita solidariedade para com todos, sem nos atribuir culpas. Ela manifesta a loucura do amor de Deus por nós, resume a proposta de vida que Jesus nos faz, ajuda-nos a descobrir a cruz da nossa vida e a saber morrer nela, por amor.
Por isso, não deve ser tratada com gestos e palavras vazias, nem ser usada, rotineira e supersticiosamente, a pensar que só pelo facto de andar no bolso ou estar pendurada lá na parede ou ao peito, já santifica pessoas, lugares e ambientes. Tampouco deve ser olhada como um sinal de masoquismo ou tida como objeto de adorno ou amuleto para trazer ao pescoço ou no pulso, misturada com outros objetos conotados com feitiçarias ou maus olhados, como figas, chifres, ferraduras, pentagramas... como se tudo fosse igual a tudo!
Ela é o símbolo por excelência de todo o cristão, não só porque nela se reconhece a dimensão humana e divina do Deus crucificado, mas também porque nela se constata uma enorme e sempre inacabada dimensão social. Sim, a Cruz não é um símbolo fechado em si, um símbolo para agasalhar e fechar os corações em egoísmos pietistas, zelosos no individualismo. Ela tem uma dimensão social, tem função e força solidária e fraterna. Se nela recordamos a história de Jesus, no centro dessa história estão todas as vítimas da crueldade humana que reclamam justiça, o que só acontecerá pela transformação pessoal e social que estamos desafiados a fomentar, ao jeito de Jesus e com Ele. Ao contemplar essa Cruz, o cristão é levado a ver o que sem ela não seria capaz de enxergar e assumir, é constantemente desafiado a viver na verdade, sente-se enviado às periferias existenciais a fazer com que todos participem na alegria do amor de Deus que em Cristo morreu por todos. Quando verdadeiramente se contempla a Cruz, não se pode deixar de revolucionar a própria vida e de influenciar a consciência social da comunidade envolvente.
Como sabemos, Paulo foi grande perseguidor dos cristãos. Quando Jesus se fez encontrado por ele a caminho de Damasco, Paulo, na graça da conversão, entendeu de tal forma o significado da Cruz e da sua teologia que fez dela o fundamento da sua incansável pregação. Jesus morrera na Cruz por todos, sim, mas também morrera por ele: Ele “me amou e se entregou por mim”!... Isto transformou-o completamente e fez dele o Apóstolo por excelência: “Ai de mim se não evangelizar”. Na força do Espírito, anunciava com tanta paixão e garra a fé em Cristo morto e ressuscitado, que o cristianismo se foi impondo ao arrepio dos grandes poderes instalados, das culturas adversas e dos costumes reinantes. De facto, para o poder instalado e arrogante, Jesus foi tido como um subversivo a quem era preciso dar a morte, era incómodo demais, os seus discípulos também. Para os judeus, a Cruz contradizia o seu entendimento da majestade e da omnipotência divinas. Olhando apenas para o seu umbigo, eles esperavam um Messias rodeado de glórias e de triunfos arrasadores e espetaculares. Por isso, o Calvário constituía um escândalo, não passava de um enorme e triste fracasso. Por sua vez, os gregos, os sábios do tempo, olhavam para o sofrimento da Cruz e para a dor que ela simbolizava como uma autêntica loucura, um insulto ao bom senso e à razão. No entanto, esta loucura e esta debilidade de Deus manifestaram-se mais sábias e mais fortes que a sabedoria e a fortaleza humana. E ao longo da história, mesmo em momentos de aparente fracasso, foi sempre a Cruz que levou a melhor. Mesmo que porventura alguém a invocasse para agir desumanamente, nunca ela justificou nem justificará as razões sem razão do mais forte ou perverso, nem tampouco significará o sofrimento sem sentido. Sempre manifestará a urgência da solidariedade fraterna e do amor que dá sentido à vida e ao sofrimento, mesmo quando alguém se ache no direito de fazer da vida dos outros uma verdadeira “Colina das Cruzes”.
“Eis a minha vida entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim”. A Eucaristia atualiza o compromisso de Jesus para connosco em toda a sua radicalidade. Contemplar a Cruz e participar na Eucaristia é fazer memória, é atualizar, é tornar presente o amor gratuito com que Jesus Cristo nos amou, até ao fim, dando a vida. Ele não é um Deus que ama em abstrato. Ele ama e compromete-se connosco no meio das nossas fraquezas, conflitos e tensões ao ponto de sofrer imenso e dar a vida por isso. E disse-nos: “fazei isto em memória de Mim”, como quem diz, “não vos esqueçais do que Eu fiz por vós”. Ou ainda, por outras palavras: “quando vos virdes em situações semelhantes àquelas em que Eu me vi, fazei como Eu fiz: não pactueis com a injustiça, com a hipocrisia, com a mentira, com o fingimento, com a exploração, com ambições e covardias, com o tráfico de interesses e as invejas, com a violência e a indiferença, as traições e o descarte... Sede sensíveis às necessidades dos irmãos, ajudai-os a levar a sua cruz, sede libertadores dando voz a quem a não tem...Numa palavra: fazei como Eu fiz... dai a vida... e vivereis... e tereis a alegria plena... e reconhecerão que sois Meus discípulos... só a verdade vos libertará”.
Animados pela alegria da ressurreição e fortalecidos pela força do Espírito, os cristãos jamais se cansaram de anunciar que Deus tornou Senhor e Cristo o Jesus crucificado: “Deus O ressuscitou dos mortos”, disto nós somos testemunhas. E “o que nós vimos e ouvimos, isso agora vos anunciamos...”.
Cruz e Ressurreição fazem parte da fé pascal. Uma coisa sem a outra é reduzir ou falsificar a pessoa e o gesto de Jesus. Talvez seja levantar muitíssimas mais cruzes, mas sem Cruz nem Ressurreição!

D. Antonino Dias- Bispo Diocesano
Portalegre-Castelo Branco, 13-09-2019.

«Quem sou EU para ti», pergunta Jesus Cristo



Quem sou EU para ti
quando abres mais uma página da tua vida
corres apressado
porque te esperam os donos do tempo?

Quem sou EU para ti
quando no trabalho palpitas
o calor da necessária actividade
escrita no caderno do teu haver?

Quem sou EU para ti
quando passas na rua e olhas um sem-abrigo
um ser que perdeu a dignidade que trazia consigo
agora um objecto atirado para o poço?

Quem sou EU para ti
quando cansado chegas a casa
onde te esperam mulher e filhos
a quem ainda vais doar o teu sangue?

Quem sou EU para ti
quando esqueces os teus deveres
mergulhado no jardim dos falsos prazeres
fechado no labirinto do teu egoísmo?

Quem sou EU para ti
quando apressado entras na Igreja
para cumprir o ritual dominical
e olhas mais o relógio que a Palavra de Deus?

Quem sou EU para ti
um estranho, um desconhecido
alguém que a história criou para seu recreio
ou o teu Salvador, o teu Senhor?

O Senhor continua a bater à porta,
nunca desiste, a todo o momento insiste a bradar:
Eu sou Aquele que te abençoa com carinho
como uma mãe abraça seu filho querido
e te oferece o maná que procuras sem encontrar.
Dá-me a tua mão
e iremos juntos no caminho da salvação.


Ámen!


                                              J.Guerra


quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Não te rendas


"Não te rendas", poema de Mario Benedetti, traduzido por Inês Pedrosa

Não te rendas, ainda estás a tempo
De alcançar e começar de novo,
Aceitar as tuas sombras,
Enterrar os teus medos,
Libertar o lastro,
Retomar o voo.

Não te rendas que a vida é isso,
Continuar a viagem
Perseguir os teus sonhos,
Destravar o tempo,
Remover os escombros,
e destapar o céu.

Não te rendas, por favor não cedas,
Mesmo que o frio queime,
Mesmo que o medo morda,
Mesmo que o sol se esconda,
E se cale o vento,
Ainda há fogo na tua alma,
Ainda há vida nos teus sonhos.

Porque a vida é tua e teu também o desejo
Porque o quiseste e porque eu te quero
Porque existe o vinho e o amor, é certo.
Porque não há feridas que não cure o tempo.

Abrir as portas,
Tirar os ferrolhos,
Abandonar as muralhas que te protegeram,
Viver a vida e aceitar o repto,
Recuperar o riso,
Ensaiar um canto,
Baixar a guarda e estender as mãos
Abrir as asas
E tentar de novo,
Celebrar a vida e retomar os céus.

Não te rendas, por favor não cedas,
Mesmo que o frio queime,
Mesmo que o medo morda,
Mesmo que o sol se ponha e se cale o vento,
Ainda há fogo na tua alma,
Ainda há vida nos teus sonhos.

Porque cada dia é um começo novo,
Porque esta é a hora e o melhor momento.
Porque não estás só, porque eu te amo.


(Mario Benedetti, escritor, nascido no Uruguai, 1920-2009)
Publicado 5 weeks ago por fernando félix ferreira

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

«Porquê mandar os meus filhos à catequese? É importante?»



As inscrições para a catequese 2019/2020 já estão disponíveis nas nossas paróquias!
 Inscrevam e renovem as inscrições dos vossos filhos
A catequese é muito importante!
Estamos à vossa espera

Muitas pessoas interrogam: «Porquê mandar os meus filhos à catequese? É importante? Eles já se cansam da escola! E, depois, é sempre a mesma coisa: moral e mais moral!»
Encontra-se, igualmente, muita gente que já nem faz estas perguntas, ou que nem espera as respostas. Porque já tomaram a decisão de não levar os filhos à catequese – ou deixam a eles a iniciativa de pedir para ir – e também já não dão muita importância à prática da fé, pela participação na missa, por exemplo.
Para muitas pessoas, a preocupação em relação à Igreja é meramente social: batismo (por tradição), primeira comunhão (para acompanhar os amigos), crisma (para ser padrinho ou madrinha).
Mas, afinal, para que serve a catequese? Para muita gente significa «aprender a doutrina». E o que é isso? Leis, mandamentos, proibições… para a maioria, sem conhecer e entender a fundo, coisas desatualizadas!
Para a Igreja, a catequese serve para revelar a Pessoa que, de maneira extraordinária e inovadora, viveu e nos ensinou orientações para crescermos de forma equilibrada e feliz, com saúde física, mental e espiritual: JESUS CRISTO!
E isso faz-se em diversos anos, para acompanhar a evolução intelectual e afectiva das crianças. Porque à descoberta intelectual de Jesus Cristo, pela leitura da Bíblia, há que associar-se a adesão de amizade e apaixonada ao estilo de vida que Ele propõe.
Aos catequistas, pede-se que nunca se esqueçam de mostrar às crianças a personalidade sedutora de Deus: Pai, Jesus e Espírito Santo. Mais do que falar de Deus, de transmitir doutrinas, que a catequese sejam encontros para falar com Deus, para sentir a sua presença.
Aos pais e à sociedade pede-se que abordem a Bíblia e toda a mensagem cristã como pedagogia para a vida. A tendência natural da educação das famílias e da sociedade é querer preparar as crianças como se tudo corresse bem e não fossem encontrar nunca dificuldades na vida. Mas quem as prepara para as dificuldades? Quem as habilita para não se deixarem traumatizar pelos obstáculos e sofrimentos? Quem as ensina a pensar com liberdade e consciência crítica, a gerir com maturidade os pensamentos e emoções, a expandir a arte da contemplação do belo na natureza e em cada ser vivo, a dar sem contrapartidas, a colocar-se no lugar do outro e a considerar as suas dores e necessidades? O maior e melhor educador é Jesus Cristo.

https://fraternitasmovimento.blogspot.com