quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O Senhor chamou a Si o Rev.do Padre Luís da Silva Baptista

O Senhor nosso Deus, Deus de toda a consolação e Pai de misericórdia, chamou a Si o nosso Rev.do Padre Luís da Silva Baptista no Hospital de Abrantes.

A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, fato e óculos graduados
Natural de Cabeça das Mós, Sardoal, onde nasceu a 22 de Dezembro de 1927, filho de Francisco da Silva Baptista e de Maria Carolina Baptista, baptizado a 2 de Fevereiro de 1928, o Rev.do Padre Luís fez o percurso formativo dos nossos Seminários e foi ordenado Presbítero a 26 de Maio de 1956 no Seminário de Portalegre.

Serviu a Igreja diocesana, logo de seguida, na Sertã como Coadjutor entre 1956 e Dezembro de 1959. Entre 1960 e 1964 serviu, como Pároco, as Comunidades de Póvoa de Rio de Moinhos e de Caféde. Em 1965 foi nomeado Pároco de Martinchel e Aldeia do Mato, Paróquia onde permaneceu até se retirar para o Sardoal e onde viveu ate ao dia de hoje. Desde 1965 e até ao dia em que se retirou foi também Assistente Regional da ACR na Região de Abrantes.

Como “tratar os defuntos como se fossem simplesmente mortos é falta de humanidade; e tratar os defuntos como se ainda estivessem vivos é falta de sabedoria”, olhamos para os que partem sentindo-nos todos Igreja na comunhão dos santos em que se entra pelo baptismo.
O primeiro celebrante da liturgia exequial é o próprio defunto que, na morte, celebra a sua participação no Mistério pascal de Cristo na plena experiência do encontro pessoal com o Mestre. A Igreja não celebraria, por isso, verdadeiramente, a liturgia exequial senão celebrasse sim a ressurreição de Cristo.

As Exéquias do nosso P. Luís Baptista, presididas pelo nosso Bispo, estão marcadas para amanhã, dia 6 de setembro de 2018: será celebrada Eucaristia pelas 17h00 na Igreja Matriz do Sardoal e, terminada a Eucaristia, o féretro seguirá para o Cemitério de Cabeças das Mós

Rezemos por este nosso irmão que abriu as portas da comunhão com Deus a tantos homens e mulheres no baptismo e na Igreja, que acolheu e juntou à mesa da Eucaristia tantos que de Cristo se quiseram alimentar, que acolheu e acompanhou todos os que se quiseram reconciliar com Deus e a Comunidade, que ungiu de bênção e de esperança a vida de tantos e tantas com quem se cruzou e à cabeceira dos quais foi chamado, enfim, que foi Pastor em nome do Único Pastor, Jesus Cristo.

Deus Omnipotente e eterno, Senhor da vida e da morte,
nós acreditamos que a vida do nosso irmão
Luís, Sacerdote, está agora escondida em Vós;
a sua pessoa, oculta à nossa vista, contemple agora a Vossa beleza e ternura,
e seja iluminada para sempre na luz verdadeira
que em Vós tem a sua fonte inesgotável.

Invoquemos a misericórdia de Deus e demos graças pelo dom da vida sacerdotal do nosso P. Luís Baptista.

Portalegre, 5 de Setembro de 2018

Emanuel Matos Silva, padre, Vigº Clero

DIA DIOCESANO DA MENSAGEM DE FÁTIMA


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Nossa Senhora em Fátima comunicou-nos uma Mensagem simples que “contém uma verdade e um chamamento que, no seu conteúdo fundamental, são a verdade e o chamamento do próprio Evangelho” (João Paulo II, Fátima, 13 de maio de 1982). Esta é a proposta do Movimento da Mensagem de Fátima que, afinal, não exige a ninguém nada mais do que “ser cristão no seu mundo e em Igreja”.

O Secretariado Diocesano do Movimento da Mensagem de Fátima de Portalegre-Castelo Branco promove dia 15 de Setembro um encontro de convívio, reflexão e divulgação, em Arronches, que vai terminar com a Eucaristia presidida por D. Antonino Dias.
O Dia Diocesano da Mensagem de Fátima tem como objectivo “Difundir a mensagem de Fátima, promover o seu conhecimento e a vivência por crianças, adolescentes, jovens e adultos”
Com o tema ‘Graça e Misericórdia:o dom de Fátima, manto de luz’, o encontro inicia-se no Centro Cultural de Arronches, pelas 9h30m e termina após a Eucaristia presidida pelo Bispo diocesano, D. Antonino Dias, às 16h00 na Igreja Matriz.


PROGRAMA

9h 30m - Recepcão e Acolhimento ( Centro Cultural de Arronches)
10h 00m - Oração de Louvor e Oferecimento
10h 15m - Palavra do Revmº Bispo:
" Tempo de Graça e Misericórdia: Viver o dom de Fátima"
10h 45m - Intervalo
11h 00m - Palestra pelo Padre João Luís Silva ( assistente do MMF na Arquidiocese de Évora) : "A Mensagem de Fátima, dom e manto de luz"
12h 00m- Angelus
12h 10m - Viver Fátima ao jeito dos Pastorinhos ( Pe. João Silva)
12h 45m- Almoço ( será servida sopa)


14h 15m - Recitação do Terço do Rosário com as crianças e jovens
15h 00m - Cristão e Mensageiro de Fátima, manto de luz ( testemunhos)
15h 40m - Intervalo
16h 00m - Eucaristia na Igreja Matriz.


As inscrições estão a cargo da responsável paroquial do MMF, D. Esperança Solano ou junto do Padre Fernando Farinha.


Transmissão em Directo do Terço de 4 de Agosto, a partir da Capelinha das Aparições no Santuário de Fátima, seguido de Procissão de velas.


Angelus TV - Televisão Católica Portuguesa

Transmissão em Directo do Terço de 4 de Agosto, a partir da Capelinha das Aparições no Santuário de Fátima, seguido de Procissão de velas.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Simplicidade e espiritualidade

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Que bom saber que Deus nos procura.
Será que lhe abrimos caminhos e sendas?


[...] Um dos escritores mais profícuos e profundos de nossos tempos e que reflete inteligente e criticamente sobre o ser gente e ser cristão é Christian Bobin. Dele é o seguinte pensamento: “Eliminei muitas coisas inúteis de minha vida e Deus se aproximou para ver o que se passava”. Os que eliminam coisas supérfluas são aqueles que abrem as portas para a chegada do Senhor. Coisas inúteis em geral são coisas complicadas. Vamos tentar fazer um breve elogio da simplicidade.

Simples é aquilo que se opõe a complexo, sofisticado, complicado, aquilo que é formado de um só elemento, o que nosso espírito não tem dificuldade de captar e apreender, tanto no campo prático como no nível das ideias.

André Comte-Sponville, filósofo, assim escreve sobre o tema: “Ser simples é ser natural, sem duplicidade, sem cálculo, sem composição (…). Quase se poderia dizer que simplicidade é esquecimento de si. Nesse sentido a simplicidade é uma virtude, não o contrário de egoísmo como a generosidade, mas o oposto de narcisismo, de presunção, da autossuficiência (…) Por isso é fácil compreender os simples, amá-los, viver com eles”.

Atentemos para o binômio simplicidade e espiritualidade. Jesus gostava de dizer que seu Pai costumava revelar seus mistérios aos simples e humildes. Estamos diante de uma visão da simplicidade como despojamento. Voltemos a Comte-Sponville referindo-se à contemplação ligada à simplicidade: “É a atitude da consciência quando ela se limita a considerar a coisa como ela é, sem querer possuí-la, utilizá-la, julgá-la”. Thomas Merton diz que “a contemplação não é visão, porque ela vê sem ver e conhece sem compreender”. No campo da espiritualidade, simplicidade é o movimento de ir para além das palavras, dos conceitos e dos raciocínios. E agora Simone Weil a nos ajudar: “Quando se ouve Bach ou uma melodia gregoriana, todas as faculdades da alma se orientam para ou se calam para apreender esta coisa perfeitamente bela, cada uma à sua maneira. A inteligência entre outras: nada tem a ver com afirmar ou negar, mas de tudo se alimenta. A fé não deveria ser um adesão desse tipo? Os mistérios da fé são degradados na medida em que são objeto de afirmação ou de negação, quando na verdade precisam ser objeto de contemplação”.

Cuidado para não simplificar demais as coisas! Pode haver sério risco nesse campo. Simples sim, mas não simplório. Defender a simplicidade sem mais pode significar a recusa de refletir, de ver a realidade como ela é, deixando de fazer as necessárias distinções. Pode ser que elogiemos a simplicidade para acobertar nossa preguiça de pesquisar, de buscar, de discernir. Uma inadequada busca de simplicidade leva a um certo empobrecimento do mundo. Virtus in medio, sempre.

O evangelho é anunciado por aqueles que vivem com simplicidade. “Esta sociedade precisa descobrir que precisamos voltar a uma vida simples e sóbria. Não basta aumentar a produção e alcançar um nível superior de vida. Não é suficiente ganhar sempre mais, comprar cada vez mais coisas, desfrutar de maior bem-estar. Esta sociedade precisa como nunca do impacto de homens e mulheres que saibam viver com poucas coisas. Crentes capazes de mostrar que a felicidade não está em acumular bens. Seguidores de Jesus que nos lembram que não somos ricos quando possuímos muitas coisas, mas quando sabemos desfrutá-las com simplicidade e compartilhá-las com generosidade. Os que vivem uma vida simples e uma solidariedade generosa são os que melhor pregam hoje a conversão de que mais necessita a nossa sociedade” (Pagola, O caminho aberto por Jesus, Marcos, p. 133-134).

Christian Bobin deve ter ficado feliz quando Deus veio saber o que se passava com ele quando simplificava sua vida… Quem sabe preparava o caminho para a comunhão com o Senhor…

Fonte:
https://pt.aleteia.org/…/08/28/simplicidade-e-espiritualid…/

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Quando Deus coloca amigos em sua vida

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A presença dos amigos pode ser a chave para que você seja transformado por Jesus
A vida pode ser cruel. Nem sempre ela é tão colorida como um dia de sol no verão, ou tem cheiro de flores como na primavera. O inverno, em alguns momentos da vida, se torna devastador e cobre nossos sonhos e esperanças. E esse inverno pode demorar a passar.

Uma das histórias contadas na Bíblia que mais me encanta é a de um cara – que tinha um problema de saúde que o impedia de andar – que viveu períodos rigorosos e de dificuldades, ele só conseguiu sentir o gosto especial da vida quando foi ajudado por seus amigos.

Um homem e seus quatro companheiros. E aqui, “companheiros” tem o sentido real da palavra: ‘que anda junto’, ‘que acompanha’, ‘que está sempre ligado ao outro’.

Esse homem não podia andar. Ele tinha uma vida complicada, não existia nada que pudesse facilitar sua locomoção, de forma que ele fosse independente. Ele precisava de alguém para ajudá-lo. Apesar de não andar, ele tinha pessoas que andavam junto com ele.

Em certo dia, Jesus apareceu na cidade que esse homem morava. De repente, muita gente se reuniu para ouvir o Mestre, e o local ficou tão cheio que era impossível entrar!

Aquele homem também queria ver Jesus, ele queria saber se o Salvador poderia mudar sua vida. E seus amigos estavam lá por ele mais uma vez. Mas como um paralítico chegaria até o Mestre se a casa estava lotada? Jamais quatro pessoas carregando uma outra pessoa seriam capazes de entrar pela porta.

E aqui está toda a emoção da história: eles entraram pelo telhado. Subiram para o terraço daquele local, tiram algumas telhas e desceram o amigo até Jesus.

Para ser sincera, me emociono toda vez que leio essa história. E me pergunto: será que sou esse tipo de amiga? Uma pessoa que ajudaria até o fim quem precisa de mim?

E em seguida, quase de forma instantânea, faço outra pergunta: será que eu tenho esse tipo de amigo? Que doaria suas forças para me ajudar a andar quando eu não posso fazer isso por mim mesma? Não sei o que você responderia no seu caso. Só posso responder por mim mesma. E para ser sincera, nem sempre sou e nem sempre tenho esses amigos.

Mas eu também não posso afirmar com toda a certeza que aquele homem que não podia andar teve sempre aqueles quatro amigos por perto. Talvez ele tenha vivido longos e tenebrosos invernos na sua vida. Talvez ele tenha sofrido bastante tempo pedindo por socorro e as pessoas tenham passado por ele na rua, fingindo que não o escutavam.

Eu não conheço a história toda desse rapaz. Assim como eu não conheço a sua história de vida. Porém, eu sei de algo. Eu sei que os invernos não duram para sempre. Aqueles quatro amigos chegaram em algum momento. Chegaram no momento certo. E puderam ajudar no processo de cura daquele homem.

Jesus viu o gesto de amizade e de coragem que eles demonstraram. Ele olhou com carinho para o homem. E Jesus o curou. Aquele homem voltou a andar e pode voltar para casa caminhando, e dessa vez, quem carregou sua maca foi ele mesmo.

A Bíblia não conta o que aconteceu com o homem e seus amigos depois que o milagre foi realizado. Mas eu consigo imaginar os cinco andando um ao lado do outro e falando ao mesmo tempo sobre o que tinha acabado de acontecer.

E, pense comigo, em um dado momento aquele homem que foi curado para de falar e apenas observa seus amigos e mesmo em silêncio, agradece por tê-los ali. O milagre não começou quando Jesus viu a fé daquele homem e de seus amigos. O milagre começou quando Deus, em sua imensa bondade, colocou aqueles amigos na vida daquele homem.

Os invernos não duram para sempre. E o milagre do verão vai acontecer na sua vida também. Deus usa pessoas para trazer os raios de sol de volta às nossas vidas. O sofrimento do homem que não podia andar não o impediu de ter pessoas perto dele.

Não permita que sua dor o afaste as pessoas. Elas podem ser o ingrediente necessário para a neve derreter e a vida voltar a sorrir para você!

Essa história está narrada no Livro de Marcos 2, 1-12.

Fonte:
https://pt.aleteia.org/2018/08/24/deus-e-amigos/

domingo, 2 de setembro de 2018

SEDE CUMPRIDORES DA PALAVRA E NÃO APENAS OUVINTES

https://www.youtube.com/watch?v=-p8V_inenTU


A liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre a “Lei”. Deus quer a realização e a vida plena para o homem e, nesse sentido, propõe-lhe a sua “Lei”. A “Lei” de Deus indica ao homem o caminho a seguir. Contudo, esse caminho não se esgota num mero cumprimento de ritos ou de práticas vazias de significado, mas num processo de conversão que leve o homem a comprometer-se cada vez mais com o amor a Deus e aos irmãos.
A primeira leitura garante-nos que as “leis” e preceitos de Deus são um caminho seguro para a felicidade e para a vida em plenitude. Por isso, o autor dessa catequese recomenda insistentemente ao seu Povo que acolha a Palavra de Deus e se deixe guiar por ela.
No Evangelho, Jesus denuncia a atitude daqueles que fizeram do cumprimento externo e superficial da “lei” um valor absoluto, esquecendo que a “lei” é apenas um caminho para chegar a um compromisso efectivo com o projecto de Deus. Na perspectiva de Jesus, a verdadeira religião não se centra no cumprimento formal das “leis”, mas num processo de conversão que leve o homem à comunhão com Deus e a viver numa real partilha de amor com os irmãos.
A segunda leitura convida os crentes a escutarem e acolherem a Palavra de Deus; mas avisa que essa Palavra escutada e acolhida no coração tem de tornar-se um compromisso de amor, de partilha, de solidariedade com o mundo e com os homens.

Só Deus pode ver o coração, enquanto os homens, esses, vêem as aparências. É, pois, com toda a confiança filial que podemos deixar Deus olhar-nos. Mas isso é exigente para nós, porque todas as nossas palavras e todos os nossos gestos devem estar em harmonia com o que o nosso coração quer exprimir. As nossas palavras e orações devem ser a expressão do nosso amor filial e fraternal. A lei de Deus está inscrita no nosso coração, conhecemos a sua vontade, sabemos muito bem o que Lhe agrada: cabe a nós pormo-nos de acordo sobre os nossos comportamentos e sobre esta vontade de Deus. Aliás, falta-nos pedir-Lhe: “Que a tua vontade seja feita!” Então, talvez Deus dir-nos-á: “Honras-Me com os lábios, fazes a minha vontade, mas o teu coração está longe de Mim”.

sábado, 1 de setembro de 2018

O que é preciso Deus fazer mais para eu não o ignorar?


https://www.youtube.com/watch?v=KydO0WytTPI

Ele ama-me

Mas é assim que Deus
 demonstra o seu amor para connosco:
 quando ainda éramos pecadores
 é que Cristo morreu por nós.
 Rm 5, 8 Ele quer-me junto dele para a vida eterna Tanto amou Deus o mundo,
 que lhe entregou o seu Filho Unigénito,
 a fim de que todo o que nele crê não se perca,
 mas tenha a vida eterna

. Jo 3,16 

E a vontade daquele que me enviou é esta:
 que Eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, 
mas o ressuscite no último dia.
Esta é, pois, a vontade do meu Pai:
 que todo aquele que vê o Filho
 e nele crê tenha a vida eterna;
 e Eu o ressuscitarei no último dia.

 Jo 6,39-40 Ele está sempre pronto
 para Perdoar todos os meus pecados Se confessamos os nossos pecados,
 Deus é fiel e justo 
para nos perdoar os pecados
 e nos purificar de toda a iniquidade.

 Jo 1, 9 Ele quer que eu seja feliz O que ouve a palavra com atenção
 encontra a felicidade;
 ditoso quem confia no Senhor. 

Pr 16, 20 

Ele quer que eu prospere Eu conheço bem os desígnios
 que tenho acerca de vós,
 desígnios de prosperidade e não de calamidade,
 de vos garantir um futuro de esperança 

Jr 29, 11 Ele dá-me força e coragem Quando te invoquei, atendeste-me
 e aumentaste as forças da minha alma. 

Sl 138, 3
Tem coragem; não tremas,
 porque o Senhor, teu Deus, estará contigo
 para onde quer que fores.

 Js 1, 9 Ele quer que eu seja um vencedor E quem é que vence o mundo
 senão aquele que crê 
que Jesus é Filho de Deus? 

1Jo 5, 5 Ele dá-me a paz Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz.
 Não é como a dá o mundo, que Eu vo-la dou.
 Não se perturbe o vosso coração 

Jo 14, 27
Ele estará sempre comigo E sabei que Eu estarei sempre convosco 
até ao fim dos tempos.

 Mt 28, 20 Ele quer que eu seja alegre Manifestei-vos estas coisas,
 para que esteja em vós a minha alegria,
 e a vossa alegria seja completa. 

Jo 15,11

Ele tranquiliza-me Por nada vos deixeis inquietar; pelo contrário: 
em tudo, pela oração e pela prece
, apresentai os vossos pedidos a Deus em ações de graças. Então, a paz de Deus,
 que ultrapassa toda a inteligência, 
guardará os vossos corações
 e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.

 Fl 4, 6-7 Com Ele daremos muito fruto Quem permanece em mim e Eu nele,
 esse dá muito fruto,
 pois, sem mim, nada podeis fazer.

 Jo 15, 5 Ele quer que eu faça coisas grandiosas Em verdade, em verdade vos digo:
 quem crê em mim também fará as obras
 que Eu realizo; e fará obras maiores do que estas,
porque Eu vou para o Pai,
 e o que pedirdes em meu nome
 Eu o farei, de modo que, no Filho,
 se manifeste a glória do Pai 

Jo 14, 12-13