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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos evoca «terrores» enfrentados pelos refugiados

Iniciativa decorre entre os dias 18 e 25 de janeiro, que tem em Portugal uma celebração nacional, este sábado, em Aveiro


Cruz com colete salva-vidas que o Papa Francisco colocou no Vaticano para lembrar os refugiados

Lisboa, 18 jan 2020 (Ecclesia) – Começa hoje, 18 de janeiro, o Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos, que une milhões de pessoas de várias Igrejas até ao dia 25 de janeiro, e recorda este ano os migrantes e refugiados que são vítimas de naufrágios no Mediterrâneo.

A reflexão proposta para as igrejas cristãs de todo o mundo foi preparado pelas comunidades do arquipélago maltês, a partir do relato bíblico do naufrágio de São Paulo II (século I), que o levou até à ilha de Malta, onde, segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, foi tratado com “invulgar humanidade”.

“Hoje muitas pessoas estão a enfrentar terrores semelhantes, nesses mesmos mares. Os lugares mencionados no texto também fazem parte das histórias de migrantes de tempos modernos”, refere a proposta de reflexão, publicada em conjunto pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Santa Sé) e a Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial das Igrejas.

Os materiais que partiram das Igrejas Cristãs em Malta e Gozo (Cristãos Unidos em Malta), destacando a chegada da fé cristã a estas ilhas, através do apóstolo Paulo.

Evocando as “crises da migração”, o texto recorda que “muitos estão a fazer jornadas perigosas por terra e pelo mar para escapar de desastres naturais, guerra e pobreza”.

“As suas vidas também estão expostas a imensas e friamente indiferentes forças – não apenas naturais, mas também políticas, económicas e humanas”, pode ler-se.

Essa indiferença humana assume várias formas: a indiferença dos que vendem lugares em barcos inadequados para pessoas desesperadas; a indiferença que leva à decisão de não enviar barcos de socorro; a indiferença que faz mandar embora barcos de imigrantes”.

Os cristãos são convidados à “hospitalidade”, testemunhando em conjunto a “amorosa providência de Deus para todas as pessoas”.

“A nossa própria unidade cristã será descoberta não apenas mostrando hospitalidade uns aos outros, embora isso seja muito importante, mas também através de encontros amigáveis com aqueles que não partilham nossa língua, cultura ou fé”, indica a proposta de reflexão.

A passagem bíblica escolhida para 2020 foi tirada do livro dos Atos dos Apóstolos (27,18-28,10), narrando o naufrágio de São Paulo a caminho de Roma, com o tema “Demonstraram-nos uma benevolência fora do comum”.


Algumas das iniciativas que assinalam a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, em Portugal, são a celebração nacional, este sábado, na Sé de Aveiro, às 21h00; a oração promovida pelos cristãos católicos, greco-católicos, evangélicos, anglicanos, luteranos e ortodoxos do Algarve, às 16h00 também deste sábado, na igreja de São Francisco, em Faro; a vigília ecuménica que decorre na Igreja de Santa Isabel, em Lisboa, às 21h00 de hoje; a proposta das igrejas cristãs do Porto que pedem a todas as comunidades que rezem pelo fim da violência doméstica nos encontros deste fim de semana; e também através da apresentação do tema nos programas Ecclesia que passam na Antena 1, entre os dias 20 e 24 de janeiro, às 22h45, e na RTP2, às 15h00, no dia 22 de janeiro.
A entrevista desta semana Ecclesia/Renascença aborda também este tema a partir da experiência de Catarina Belo, professora de Filosofia Islâmica Medieval, no Egito.


O ‘oitavário pela unidade da Igreja’, hoje com outra denominação, começou a ser celebrado em 1908, por iniciativa do norte-americano Paul Wattson, presbítero anglicano que mais tarde se converteu ao catolicismo.

O ecumenismo é o conjunto de iniciativas e atividades tendentes a favorecer o regresso à unidade dos cristãos, quebrada no passado por cismas e ruturas.

As principais divisões entre as Igrejas cristãs ocorreram no século V, depois dos Concílios de Éfeso e de Calcedónia (Igreja copta, do Egito, entre outras); no século XI com a cisão entre o Ocidente e o Oriente (Igrejas Ortodoxas); no século XVI, com a Reforma Protestante e, posteriormente, a separação da Igreja de Inglaterra (Anglicana).

OC/PR

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Semana de Oração pela unidade dos Cristãos

DIA 8- Ele reunirá os dispersos... dos quatro cantos da terra

 

Isaías 11, 12-13
Efraim não terá mais ciúme de Judá e Judá não será mais adversário de Efraim
Salmo 106, 1-14. 43-48Congrega-nos no meio das nações e celebraremos o teu santo nome
Efésios 2, 13-19Em sua carne destruiu o muro de separação
João 17, 1-12Eu fui glorificado neles


Ao longo da narrativa bíblica da história da salvação, uma inegável motivação é a infatigável determinação do Senhor de formar um povo que ele possa chamar de seu. A formação de tal povo – unido numa sagrada aliança com Deus – é parte integrante do plano de salvação do Senhor para a glorificação e santificação do nome de Deus.
Os profetas repetidamente fazem Israel lembrar que a aliança exigia que as relações entre os vários grupos sociais deveriam ser caracterizadas por justiça, compaixão e misericórdia. Ao se preparar para selar a nova aliança com seu próprio sangue, a intensa prece de Jesus a seu Pai foi o pedido de aqueles que o Pai lhe tinha dado fossem um, assim como ele e o Pai eram um. Quando os cristãos descobrem sua unidade em Jesus, eles participam da glorificação de Cristo na presença do Pai com a mesma glória que ele tinha na presença do Pai antes que o mundo existisse. E assim, o povo que fez aliança com Deus precisa sempre se esforçar para ser uma comunidade reconciliada – que seja em si mesma um sinal eficiente de como viver em justiça e paz – para todos os povos da terra.

Oração

Senhor,
humildemente pedimos que, por tua graça,
as Igrejas do mundo inteiro
possam se tornar instrumentos da tua paz.
Através de sua ação conjunta como representantes
e agentes da tua cura, na reconciliação do amor
entre povos divididos,
possa teu nome ser santificado e glorificado.
Amém.

A mão direita de Deus
está semeando em nossa terra,
plantando sementes de liberdade, esperança e amor;
Nessas terras de tantos povos,
que todos os seus filhos juntem as mãos
e sejam UM com a mão direita de Deus.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Semana de Oração pela unidade dos Cristãos

DIA 7 Sendo família no lar e na Igreja

 

Êxodo 2, 1-0
Nascimento de Moisés
Salmo 127Se o Senhor não construir a casa, seus construtores trabalham em vão
Hebreus 11, 23-24Moisés foi ocultado pelos pais... pois eles tinham visto a beleza do filho
Mateus 2, 13-15José levantou-se, tomou consigo o menino e a mãe de noite e retirou-se para o Egito

Famílias têm central importância na proteção e alimentação de crianças. Os relatos bíblicos da infância de Moisés e de Jesus, que estavam em perigo de morte desde o momento de seu nascimento por causa das ordens de assassinato dadas por governantes irados, ilustram a vulnerabilidade das crianças diante de forças externas. Essas histórias também apresentam ações que podem proteger esses pequeninos. Mateus nos mostra um modelo de paternidade que está em amorosa fidelidade à orientação do Senhor, especialmente em tempos de perigo.

As Escrituras vêem as crianças como uma bênção e esperança para o futuro. Para o salmista, elas são como “flechas nas mãos do guerreiro”. Como cristãos, partilhamos um chamado comum para vivermos como rede de famílias que se apóiam, confiando na força do Senhor para a tarefa de construir comunidades fortes, nas quais as crianças são protegidas e podem se desenvolver.


Oração

Deus cheio de graças,
enviaste teu filho para nascer numa família comum,
com ancestrais que eram tanto fiéis como pecadores.
Pedimos a tua bênção para todas as famílias
dentro dos lares e comunidades.
Oramos especialmente pela unidade da família cristã
para que o mundo possa crer.
Em nome de Jesus oramos.
Amém.


A mão direita de Deus
Está escrevendo em nossa terra,
Escrevendo com poder e amor;
Nossos conflitos e nossos medos,
Nossos triunfos e nossas lágrimas.
São gravados pela mão direita de Deus.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Semana de Oração pela unidade dos Cristãos dia 6

DIA 6 Cuidemos dos interesses de outros

 

Isaías 25, 1-9
Exultemos, jubilemos, pois ele nos salva
Salmo 82Fazei justiça ao infeliz e ao indigente
Filipenses 2, 1-4Cada um não olhe só por si mesmo, mas também pelos outros
Lucas 12, 13-21Guardai-vos de toda ganância


O testemunho das Escrituras mostra que Deus sempre faz uma opção preferencial pelos pobres; a mão direita de Deus age a favor dos que não têm poder e contra os poderosos. Do mesmo modo, Jesus insistentemente alerta sobre os perigos da ganância. Apesar dessasadvertências, no entanto, o pecado da ambição freqüentemente infecta nossas comunidades cristãs e introduz uma lógica de competição: uma comunidade competindo com a outra. Precisamos nos lembrar de que, à medida que falhamos em nos diferenciar do mundo e nos acomodamos ao seu espírito de competição e divisão, deixamos de oferecer um “baluarte para o pobre na aflição, o refúgio contra a tempestade”.

Para nossas diferentes Igrejas e denominações, ser rico aos olhos de Deus não significa ter muitos membros pertencendo – ou fazendo doações – a nossa própria comunidade. Em vez disso, trata-se de reconhecer que, como cristãos, temos inúmeros irmãos e irmãs pelo mundo, unidos diante das divisões econômicas de “Norte” e “Sul”. Conscientes dessa fraternidade em Cristo, os cristãos podem unir as mãos na promoção da justiça econômica para todos.

Oração

Todo poderoso Deus,
Dá coragem e força à tua Igreja
para continuamente proclamar a justiça e o direito
em situações de dominação e opressão.
Ao celebrarmos nossa unidade em Cristo,
que o teu Espírito nos ajude
a cuidar das necessidades de outros.
Amém


A mão direita de Deus
Está atingindo nossa terra,
Pondo para fora inveja, ódio e ambição;
Nosso egoísmo e luxúria,
Nosso orgulho e atos injustos
São destruídos pela mão direita de Deus.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Semana de Oração pela unidade dos Cristãos- dia 5


DIA 5 Escuta! O grito de meu pobre povo vem de longe e se espalha na terra!



Deuteronômio 1, 19-35
O Senhor marcha à tua frente e te carrega
Salmo 145,9-20O Senhor é o apoio de todos os que caem
Tiago, 1, 9-11O rico passará como a flor dos prados
Lucas 18, 35-43Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!



Podemos imaginar o barulho da multidão quando Jesus entra em Jericó. Muitas vozes abafam o grito do mendigo cego. Ele é visto como um desvio e embaraço. Mas no meio desse tumulto Jesus ouve a voz do cego, assim como Deus sempre ouve os gritos do pobre nas Escrituras hebraicas. O Senhor que ergue os caídos não apenas escuta, mas responde. Dessa maneira, a vida do mendigo é radicalmente transformada.

A desunião dos cristãos se tornou parte do caos e tumulto do mundo. Como as vozes que se erguiam em Jericó, nossas divisões podem abafar o grito do pobre. No entanto, quando estamos unidos nos tornamos mais plenamente uma presença de Cristo no mundo, mais capazes de ouvir, prestar atenção e responder. Em vez de aumentar o volume da discordância, somos capazes de verdadeiramente escutar e discernir as vozes daqueles que mais necessitam ser ouvidos.

Oração

Amoroso Deus, tu ergues os pobres e desanimados
e restauras a dignidade deles.
Ouve agora nosso clamor peles pobres de nosso mundo,
restaura a esperança deles e ergue-os,
para que todo o teu povo possa ser um.
Assim oramos em nome de Jesus.
Amém.


A mão direita de Deus
Está elevando nossa terra,
Erguendo os caídos um por um;
Cada um tem seu nome conhecido,
E é resgatado agora da vergonha
Pela elevação da mão direita de Deus.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Semana da oração pela unidade dos Cristãos, dia 4


DIA 4 Esperança e cura



Isaías 9, 2-7 a
Estender-se-á a soberania e haverá paz sem fim
Salmo 34, 1-15 Procura a paz e vai atrás dela!
Apocalipse 7, 13-17Deus enxugará toda lágrima de seus olhos
João 14, 25-27 Eu vos deixo a paz


O Reino que Deus prometeu, o Reino que Jesus proclamou e tornou presente no seu ministério, é um reino de ação correta, paz e alegria no Espírito Santo. O que essa Boa Nova significa para os que estão presos na escuridão da violência? Na visão do profeta, a luz brilhou sobre aqueles que viviam numa terra de profunda escuridão. Mas como os cristãos podem trazer a luz de Jesus àqueles que estão vivendo na escuridão da violência doméstica e da que vem das quadrilhas? Que sentimento de esperança os cristãos podem oferecer? É uma triste realidade a divisão entre cristãos como um contra sinal que restringe a comunicação da esperança.

No entanto, a busca pela paz e reconciliação entre as diferentes Igrejas e denominações é o oposto disso. Quanto os cristãos trabalham pela unidade num mundo em conflito, eles oferecem ao mundo um sinal de reconciliação. Cristãos que se recusam a entrar numa lógica de privilégio e prestígio, que se recusam a menosprezar outros e suas comunidades, dão testemunho da paz do Reino de Deus, onde o Cordeiro guia os santos às fontes de água da vida. Essa é uma paz da qual o mundo necessita, que traz cura e conforta os que são afligidos pela violência.

Oração

Deus de toda consolação e esperança,
tua ressurreição derrotou a violência da cruz.
Como teu povo, possamos ser um sinal visível
de que a violência do mundo será vencida.
Assim oramos em nome de nosso Senhor ressuscitado.
Amém.


A mão direita de Deus
aponta para nossa terra,
indicando o caminho que devemos seguir;
O caminho é nebuloso,
tão facilmente nos desviaríamos.
Mas somos guiados pela mão direita de Deus.

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Semana de Oração pela unidade dos Cristãos

DIA 7 Sendo família no lar e na Igreja

 

Êxodo 2, 1-0
Nascimento de Moisés
Salmo 127Se o Senhor não construir a casa, seus construtores trabalham em vão
Hebreus 11, 23-24Moisés foi ocultado pelos pais... pois eles tinham visto a beleza do filho
Mateus 2, 13-15José levantou-se, tomou consigo o menino e a mãe de noite e retirou-se para o Egito



Famílias têm central importância na proteção e alimentação de crianças. Os relatos bíblicos da infância de Moisés e de Jesus, que estavam em perigo de morte desde o momento de seu nascimento por causa das ordens de assassinato dadas por governantes irados, ilustram a vulnerabilidade das crianças diante de forças externas. Essas histórias também apresentam ações que podem proteger esses pequeninos. Mateus nos mostra um modelo de paternidade que está em amorosa fidelidade à orientação do Senhor, especialmente em tempos de perigo.

As Escrituras vêem as crianças como uma bênção e esperança para o futuro. Para o salmista, elas são como “flechas nas mãos do guerreiro”. Como cristãos, partilhamos um chamado comum para vivermos como rede de famílias que se apóiam, confiando na força do Senhor para a tarefa de construir comunidades fortes, nas quais as crianças são protegidas e podem se desenvolver.

Oração

Deus cheio de graças,
enviaste teu filho para nascer numa família comum,
com ancestrais que eram tanto fiéis como pecadores.
Pedimos a tua bênção para todas as famílias
dentro dos lares e comunidades.
Oramos especialmente pela unidade da família cristã
para que o mundo possa crer.
Em nome de Jesus oramos.
Amém.

A mão direita de Deus
Está escrevendo em nossa terra,
Escrevendo com poder e amor;
Nossos conflitos e nossos medos,
Nossos triunfos e nossas lágrimas.
São gravados pela mão direita de Deus.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Ecumenismo: Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2017 evoca 500 anos da reforma protestante



A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2017, que no hemisfério norte se celebra de 18 a 25 de janeiro, vai evocar os 500 anos da reforma protestante, iniciada por Martinho Lutero.

O documento de reflexão preparado e publicado em conjunto pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Santa Sé) e a Comissão Fé e Constituição (Conselho Mundial de Igrejas) tem como tema central a “reconciliação”.

“Que pessoas e Igrejas possam ser impelidas pelo amor de Cristo a viver vidas reconciliadas e a derrubar as paredes da divisão”, pode ler-se.

A proposta deste ano surgiu pela mão do Conselho de Igrejas na Alemanha (ACK), a convite do Conselho Mundial de Igrejas, o qual assinala que a reforma de Lutero “tem sido tema de controvérsia na história das relações intereclesiais”.

Em 1517 Martinho Lutero publicou as suas “95 teses”, provocando uma rutura entre várias comunidades cristãs, até então ligadas à Igreja Católica, apresentada no documento como “dolorosa divisão”.

As Igrejas cristãs na Alemanha propõem que, 500 anos depois, se reflita sobre a “reconciliação como centro da fé”.

O tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2017 inspira-se numa passagem da segunda carta de São Paulo aos Coríntios: ‘Reconciliação: é o amor de Cristo que nos impele’.

“Como embaixadoras de reconciliação, as Igrejas ativamente prestaram assistência aos refugiados na busca de novos lares, enquanto, ao mesmo tempo, tentavam melhorar as condições de vida nos países que eles tinham deixado para trás”, refere o documento de reflexão.

A 31 de outubro de 2016, o Papa e o presidente da Federação Luterana Mundial (LWF, siga em inglês), assinaram na Suécia uma declaração comum, por ocasião da comemoração conjunta católico-luterana dos 500 anos da reforma protestante.

“Pedimos a Deus inspiração, ânimo e força para podermos continuar juntos no serviço, defendendo a dignidade e os direitos humanos, especialmente dos pobres, trabalhando pela justiça e rejeitando todas as formas de violência”, refere o texto, firmado por Francisco e por Munib Yunan na catedral luterana de Lund, após uma oração ecuménica.

OC

CF Atualidades
De Agência Ecclesia
Link http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/internacional/ecumenismo-semana-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos-de-2017-evoca-500-anos-da-reforma-protestante/