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sábado, 9 de maio de 2026

Encontro de reflexão do MCC – Núcleo Centro


Encontro de reflexão do MCC – Núcleo Centro
Um grupo de Cursistas do núcleo centro do MCC, reuniu-se no dia 2 de maio na pitoresca vila de Nisa (Diocese de Portalegre- Castelo Branco), para uma jornada de reflexão sobre a realidade atual do Movimento dos Cursilhos de Cristandade.
A reflexão girou em torno de três temas principais:
• A realidade do MCC
• A espiritualidade do MCC
• O perfil e missão do Reitor/Reitora
E de uma pergunta para reflexão:
“Como dirigente deste movimento, neste momento da história, neste momento da vida da Igreja, neste momento da vida do MCC, …, continuaremos a dizer que Cristo conta connosco.
Numa viagem pela realidade do movimento, na companhia de textos incontornáveis, como as “Ideias Fundamentais”, a “Evangelii Gaudium” e olhando sempre para o contraste entre o Ideal do movimento e a situação real, João Mota, Presidente em exercício do Secretariado nacional, conduziu-nos por um caminho de confronto entre as aspirações dos fundadores do movimento expressas pelo Ideal, a visão da igreja para a missão dos cristãos no mundo e o “afinal onde estamos? “ …
Se a história é a raiz profunda que ancora o MCC, é nos frutos da árvore viva que pretendemos ser, que os outros vêm o que este movimento pode fazer pela Igreja. E fica a esperança de que cada um dos mais de 4000 cursilhistas que nos últimos 5 anos descobriram a alegria de ser cristão, sejam frutos que desenvolvam todo o seu aroma e sabor ligados à árvore mãe e não frutos secos caídos no chão.
Mas muito tem de mudar, a linguagem dos anos 40 tem de ceder o lugar ao léxico do século XXI, usado por uma geração que já não sabe quem foi Rita Hayworth e a tecnologia tem de ser, se não a essência da mensagem, pelo menos a ferramenta ao serviço da sua eficácia.
Mas é pegando na sua HISTÓRIA, vivendo o seu CARISMA, assumindo a sua MENTALIDADE, em ordem à FINALIDADE, obedecendo a uma ESTRATÉGIA clara e a um MÉTODO bem definido, que os momentos de PRÉ_CURSILHO, CURSILHO e PÓS-CURSILHO, serão de facto a chave para revigorar e rejuvenescer o Movimento dos Cursilhos de Cristandade.
Mas onde procurar a energia que parece faltar-nos neste momento? O guia para a resposta reside na Espiritualidade e foi para ela que o Pde Ricardo Lameira orientou a nossa canoa. Ao leme colocou o sonho de um simples “Aprendiz de cristão”, guiado por uma estrela de luz que brilha para todos os povos “Lumen Gentium”.
Na canoa vai a mensagem que no momento próprio tocará cada novo aprendiz de cristão, seja esse momento no recolhimento, na solidão e no silêncio, numa palavra de corredor que nos desperta, na conversa íntima com aquele Jesus que habita o Sacrário ou no calor humano que nos conforta o coração num “abraço de Paz”. A isto chamou o Pde Ricardo a “singularidade” de cada um dos frutos da árvore do MCC.
Mas o MCC é sobretudo “movimento”, que se inicia no momento em que, inspirado por Deus, um irmão nos conduz a uma vivência especial que no final não deve mudar a nossa geografia, a física e a humana, mas a nossa capacidade de apreciar a primeira e modificar a segunda.
A nossa missão como leigos cristãos é assim secular, viver no mundo, mas resistindo à tentação de ser mundano.
Então onde está a verdadeira “espiritualidade do MCC?”. A resposta é simples: na PESSOA, a palavra mais repetida (120 vezes) na coluna vertebral do nosso movimento que é o livro “Ideias Fundamentais”.
Mas afinal qual de nós é o mais importante no movimento? A resposta é simples: Aquele que tiver mais talento para servir os outros. E foi desse, do seu perfil, que nos falou o irmão Francisco Sousa da diocese do Porto.

Mas afinal quem é esse desconhecido que dá pelo nome de Reitor/Reitora. O “ideias Fundamentais” no seu nº209 começa a desvendar o mistério:
“209. O reitor ou coordenador. É o principal responsável pela equipa. … deve conhecer perfeitamente os objetivos e a técnica metodológica …. Será o primeiro e principal servidor da caridade e da harmonia na equipa e em todo o cursilho”. Então como deve ele comportar-se? “ao jeito de Jesus”.
Mas há mais? Sim deve ser:
• Transparente e coerente em tudo o que vive e faz. A cada dia procura ser melhor.
• Fascinado por Jesus, pela sua forma de ser e estar no mundo dos homens.
• Ser fermento vivo no seu ambiente.
• Ter espírito de serviço e fidelidade total ao carisma.
Saber que muitos são os rollos do cursilho, mas cada um é uma parte do todo e que ele ou ela, o reitor ou a reitora, deve sempre ter presente (concatenação dos rollos).
Saber que a sua missão principal será sempre: ”Fazer amigos, fazer-se amigo e fazê-los amigos de Cristo”
E depois? Terminado o cursilho volta a ser um entre nós, na companhia e na humildade dos muitos que servem, mas sempre preparado para dizer: “Cristo, conta comigo”



JOÃO MARTINS







quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Curados pelo encontro



Esta semana pediram-me para pensar e falar sobre a experiência da cura. Do que é isto de estar ou de nos sentirmos curados.

Num primeiro momento, o convite que me foi dirigido não me parecia fazer muito sentido, porque felizmente nunca passei por uma doença física cujo processo de cura que fosse exigente para mim. É claro que para nós, homens, a cura de uma gripe é sempre uma batalha muito grande, mas penso que para o que me tinha sido pedido isto não conte muito!

Foi então que dei por mim a pensar em toda a minha vida e a tentar perceber quais as vezes e as formas em que este Deus me foi visitando e curando. E percebi que não podia deixar de falar de um episódio que foi marcante na minha vida e essencialmente neste meu percurso de fé. Foi este momento, que mencionei e que também vos irei contar, que tudo se alterou. Costumo brincar, mas de forma muito séria, que neste momento em que fugia d’Ele, foi quando Deus me apanhou mais rápido e de várias formas. De formas que não imaginava.



O primeiro momento foi o de uma lesão no joelho com uma rotura completa do ligamento cruzado anterior. Foi um momento muito marcante e que fez com que questionasse todo o meu percurso, toda a minha fé e fez-me entrar num caminho de crise existencial. A verdade é que a Sua presença foi estando cada vez mais vincada e fui sentindo, em todo o processo de cura, que estava a ser acolhido e abraçado por este Deus.

A verdade é que, quando olhamos para os vários relatos de cura realizados por Jesus, o mais extraordinário que ali é revelado não é a cura física, mas sim o que aquela cura significava na vida de tantos e tantas. Os verdadeiros milagres de Jesus estavam efetivamente na possibilidade de poder recomeçar as vidas. É claro que, para alguns e algumas, o recomeço começava pela cura física, mas a primeira cura, a primeira alteração da sintomatologia na vida de tantos e tantas era o encontro com Aquele que lhes permitia serem olhados, serem acolhidos e serem amados.

É aqui que acho que a cura realmente existe: no encontro. Na relação. Nos milagres que não vemos e que vão acontecendo em tantos momentos das nossas vidas. Quantas vezes fomos curados com a presença de alguém? Quantas vezes fomos curados em abraços? Quantas vezes fomos curados por alguém que apenas nos escutou? Quantas vezes fomos curados e nem reparamos?

Muitos são os momentos em que acreditamos que a cura acontecerá de uma forma mágica e repentina. E é tremendamente legítimo este desejo, porque o é muito humano. Há situações e casos de vida complexos, dolorosos e angustiantes ao ponto de querermos apenas que tudo se renove.

A cura pode acontecer de muitas formas e nós podemos ser efetivamente a cura para tantos e tantas.

Para finalizar, gostava de vos deixar mais umas questões: quantas vezes permitiste que fosses cura de alguém? Quantas vezes te deste de forma inteira a quem mais precisava? Quantas vezes saíste do teu conforto para abraçares o desconforto de tantos?

Espero que esta reflexão que convosco partilho vos tenha inquietado e que isso vos leve a perceber a verdadeira cura que este Jesus dava e continua a dar a todos nós.

Que sejamos testemunhas de uma cura que ganha forma e sentido no encontro puro e inteiro!


Emanuel António Dias


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Papa Francisco: o importante do Advento é encontrar Jesus, guiados por Maria

FAMILY PRAY

"Estejamos preparados para nos deixarmos visitar por Ele, hóspede esperado e agradável, mesmo quando Ele 'transtorna' os nossos planos"

No bom propósito de aprofundar ao máximo na vida espiritual ao longo deste Advento, retomamos alguns pensamentos do Papa Francisco no Ângelus de 27 de novembro de 2016:

O mais importante: o encontro com nosso Senhor

“A relação com Deus que vem nos visitar confere a cada gesto, a todas as coisas, uma luz diversa, uma importância, um valor simbólico. Desta perspetiva também vem um convite à sobriedade, a não sermos dominados pelas coisas deste mundo, pelas realidades materiais, mas, em vez disso, a governá-las. Se, ao contrário, nos deixarmos condicionar e dominar por elas, não podemos perceber que há algo muito mais importante: o nosso encontro final com nosso Senhor: e isto é importante. Aquele, aquele encontro. E as coisas de todos os dias devem ter esse horizonte, devem ser orientadas para esse horizonte: o encontro com nosso Senhor, que vem por nós”.

Maria nos leva pela mão até Jesus

“Nossa Senhora, Virgem do Advento, nos ajude a não nos considerarmos proprietários da nossa vida, a não opormos resistência quando o Senhor vem para mudá-la, mas a estar preparados para nos deixarmos visitar por Ele, hóspede esperado e agradável, mesmo quando Ele ‘transtorna’ os nossos planos”.


https://pt.aleteia.org/2018/12/04/

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A oração é um encontro entre duas pessoas: o Homem e Deus.



A Parábola do Semeador deste domingo deixou-me muito pensativo! Principalmente pela resposta que Jesus dá à pergunta dos apóstolos: «Porque lhes falas em parábolas?»

«Jesus respondeu: "Porque a vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não. Pois àquele que tem, lhe será dado e lhe será dado em abundância, mas ao que não tem, mesmo o que tem lhe será tirado". É por isso que lhes falo em parábolas: porque veem sem ver e ouvem sem ouvir nem entender.» (Mt 13, 11-13)

Durante estes dias dei por mim a pensar se sou um daqueles que veem sem ver e ouvem sem entender; se ando distraído; se as preocupações e tribulações deste mundo me tolhem do que é essencial; se os cuidados, as riquezas e demais interesses deste mundo me desviam do caminho, da verdade e da vida...

Já a semana passada fiquei reflexivo ao ouvir a homilia de um sacerdote na televisão. Vou tentar reproduzir as suas palavras: 'O que todos queremos é a felicidade, não é? Mas que felicidade? Pois eu acho que, de verdade, todos queremos é dinheiro, poder, prestígio e fama!' Claro que a sua partilha não ficou por aqui.

De facto, tantas vezes dou por mim a pensar em como alcançar certos bens materiais de felicidade volátil, do que a preocupar-me com o que é que me faz feliz de verdade. É curioso que, quando paro e me concentro no essencial, encontro pessoas a viverem com dificuldades financeiras ou problemas de saúde e, apesar disso, parecem-me tão serenas e tão felizes. Acredito que essas é que veem e ouvem compreendendo a palavra.

E este resultado é fruto de muita oração, sem dúvida alguma. A oração é um encontro entre duas pessoas: o Homem e Deus. Um perante o Outro, em diálogo com toda a nossa realidade existencial, o estado interior, os pensamentos e as preocupações. Este encontro pessoal não fica apenas  pelo nível das ideias ou dos pensamentos, mas deve envolver toda a pessoa nos afetos e nos sentimentos. Na oração temos que entrar com toda a riqueza da nossa humanidade. Não foi assim que Jesus Cristo amou? E amou até à cruz!

Então percebo como estas pessoas estão tão serenas e tão felizes! Elas transformam em oração aqueles sofrimentos, comunicando nesse encontro tudo o que agita o seu coração. Entregam-se de forma simples e confiante, na certeza de dialogar com um Pai que cuida deles, recolhe as suas lágrimas e as suas lamentações. E assim, dão fruto nas suas vidas "ora cem, ora sessenta, ora trinta por um".

Votos de uma semana de Visão e Escuta Orantes.


Paulo Victória- 08 agosto 2017 - http://www.imissio.net/artigos/49/459/a-oracao-e-um-encontro-entre-duas-pessoas-o-homem-e-deus/

terça-feira, 11 de julho de 2017

«Ide encontrar Jesus, contai-lhe o que vos pesa, e ele vos aliviará»

Palavras do papa antes do Angelus

Angelus 09/07/2017, CTV

O Papa Francisco convida todos e cada um a irem ao encontro de Jesus para lhe “contarem a sua vida”, o que lhes pesa, o que os magoa e encontrar junto d’ Ele o repouso, a consolação e a paz. Quando as coisas não estão bem, é preciso «mexer-se», «reagir» e ir até Jesus: «Jesus quer tirar-nos dessas areias movediças».

Antes da oração do ângelus do meio-dia, neste domingo, 9 de julho de 2017, na praça de S. Pedro, o Papa Francisco comentou, na verdade, o Evangelho do dia (Mt 11, 28ss).

Jesus, disse o Papa, “espera por nós, espera sempre por nós, não para resolver magicamente os nossos problemas, mas para nos fortalecer nos nossos problemas”.

E o Papa explica: «Jesus não suprime o peso da vida, mas a angústia co coração; não nos suprime a cruz, mas carrega-a connosco. E com Ele, todo o peso se torna leve (cf. v. 30), porque ele é o repouso que nós buscamos».

Esta passagem faz-me lembrar uma meditação de Blaise Pascal sobre o «divertimento». Quantos objetivos são ilusórios: prometem o repouso e apenas distraem um pouco, prometem a paz e dão o divertimento e em seguida deixam na solidão sem precedentes; são «fogos-de-artifício».

Eis a nossa tradução deste comentário inédito, onde o Papa comunica a força da sua experiência espiritual.

AB/JDL

Palavras do Papa Francisco antes do ângelus

Caros irmãos e irmãos, as minhas saudações!

No evangelho de hoje, Jesus diz: «Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos».

O Senhor não reserva esta frase para um dos seus amigos, não; ele dirige-a a «todos» os que estão cansados e oprimidos pela vida. Quem pode excluir-se deste convite?

O Senhor sabe o quanto a vida é dura. Ele sabe que muitas coisas cansam o coração: as deceções e as feridas do passado, os fardos a carregar e os erros do passado a suportar no presente, as incertezas e as preocupações com o futuro.

Diante de tudo isto, a primeira palavra de Jesus é um convite a mexer-se e a reagir: «vinde». O erro, quando as coisas não vão bem, é de ficar lá onde estamos, deitados. Isso é evidente, mas quanto é difícil de reagir e de se abrir! Não é fácil. Nos momentos sombrios, a tentação é de ficar fechado em si, de ruminar o quanto a vida é injusta, o quanto os outros são ingratos, e como o mundo é mau e assim por diante. Todos nós sabemos isso.

Por vezes já fizemos esta experiência. Mas fechados sobre nós mesmo desta maneira, vemos tudo negro. É então que nos familiarizamos com a tristeza má, que acaba por se sentir em sua casa. Essa tristeza leva-nos à prostração, e é uma coisa má.

Mas Jesus quer tirar-nos dessas «areias movediças» e é por isso que diz a cada um de nós: «Vem!» «Quem?» «Tu, tu, tu…». A saída encontra-se na relação, no facto de estender a mão e de erguer o olhar para Aquele que nos ama verdadeiramente.

Na verdade, não basta sair de si, mas é preciso saber para onde ir. Porque há muitos objetivos que são ilusórios: prometem o repouso e apenas distraem um pouco; prometem a paz e dão o divertimento, e logo nos deixam numa solidão sem precedentes; são «fogos de artifício».

É por isso que Jesus indica para onde ir: «Vinde a mim»! E se muitas vezes frente a um peso da vida ou a uma situação dolorosa tentamos falar com alguém – e é muito bom fazer isso – que nos escuta, com um amigo, com um especialista, não esqueçamos Jesus: de abrir-lhe o nosso coração, de contar-lhe a nossa vida, de lhe confiar as pessoas e as situações.

Talvez haja «zonas» da nossa vida que nunca lhe foram abertas e que ficaram obscuras porque nunca viram a luz do Senhor. Cada um tem a sua história pessoal: E se alguém tem essa zona obscura, procurai Jesus, ide ver um missionário da misericórdia, ir ver um sacerdote… Mas ide a Jesus, e contai isso a Jesus.

Hoje ele diz a cada um: «coragem, não baixes os braços diante do peso da vida, não te feches nos medos e nos pecados, mas vem a mim!»

Ele espera-nos, ele sempre nos espera, não para resolver magicamente os nossos problemas, mas para nos tornar fortes nos problemas. Jesus não suprime o peso da vida, mas a angústia do coração; não suprime a cruz, mas carrega-a connosco. E com Ele toda a carga se torna leve (cf. v.30), porque ele é o repouso que cada um de nós procura.

Quando Jesus entra na nossa vida, chega a paz; essa paz que permanece mesmo nas dificuldades e nos sofrimentos.

Vamos até Jesus, demos-lhe o nosso tempo, encontremo-lo todos os dias na oração, num diálogo confiante, pessoal; familiarizemo-nos com a sua Palavra, redescubramos sem medo o seu perdão, saciemo-nos de novo do seu Pão da vida: sentir-nos-emos amados e consolados por Ele.

É ele próprio que no-lo pede, quase insistindo: Ele repete-o de novo no fim do evangelho de hoje: «Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito» (v.29).

Portanto, aprendamos a ir até Jesus; e enquanto nos meses de verão vamos procurar um pouco de repouso para a fadiga do corpo, não esqueçamos de encontrar o verdadeiro repouso no Senhor.

Que a Virgem Maria nos ajude em tudo isto ; ela que cuida de nós, quando estamos cansados e oprimidos e nos conduz até Jesus.



© Tradução de ZENIT, P. Joaquim Domingos Luís

quinta-feira, 30 de março de 2017

Um Olhar que (me) Encontra




Todas as experiências que vivenciamos ao longo da nossa vida deixam uma marca em nós. Umas por serem demasiado fortes e intensas, outras pela saudade que deixam, outras até pelo incómodo que nos causam. Algumas são vividas de forma tão autêntica e emotiva que nos acompanham todos os dias e nos moldam para todos os momentos da nossa vida.

Uma vez que assinalamos a semana nacional da Educação Moral e Religiosa Católica, não podia deixar de mostrar o quão marcada esta disciplina me deixou. A mim e a todos aqueles que, tal como eu, um dia tiveram a graça de ser alunos de EMRC.

É certo e sabido que as melhores experiências da nossa vida são aquelas que fazemos de livre vontade, por iniciativa própria, partindo à aventura, esperando para ver o que virá. Podemos até achar que, devido à sua importância na formação de verdadeiros Homens e Mulheres, a disciplina de EMRC não deveria ser opcional… pois eu digo que sim! Ainda bem que o é!

A beleza do cristianismo está no Encontro. Tudo é belo e ganha sentido quando o cristão se deixa encontrar por Deus, numa experiência de despojamento e de gratuidade. O mesmo nos oferece a EMRC. Através dos momentos vividos em sala de aula, das atividades proporcionadas ao longo do ano letivo, dos encontros e desencontros do dia a dia, das horas passadas com os colegas e professores, sem nos apercebermos, criamos espaço e damos abertura a que Algo maior nos invada. Começamos a descobrir a beleza daquela hora e começamos a perceber que, afinal, a disciplina que é opção, é uma mais valia. Uma hora que não é desperdiçada mas sim ganha. Ganha numa experiência de abertura e de encontro, que nos leva à descoberta do Senhor que fixa os meus olhos e chama o meu nome.

E é esta disciplina que, sendo opção, muda a nossa vida. É ela nos ensina a amar, a perdoar e que nos mostra que a nossa vida tem sentido. EMRC é a disciplina que “nos tira as máscaras e nos dá um rosto” e que, acima de tudo, nos torna Homens e Mulheres.

Rita Santos (23-03-2017) em iMissio

terça-feira, 21 de março de 2017

Papa pede que Quaresma seja tempo de encontro com Jesus

Foto de Francisco, o Papa da humildade.

O Papa Francisco convidou os católicos a fazer da Quaresma um tempo de encontro com Jesus Cristo, “na oração” e no “rosto” de quem sofre.

A intervenção dominical perante peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a recitação do ângelus, partiu do relato evangélico do encontro entre Jesus e uma samaritana, mulher que fazia parte de uma população “cismática e herética” que, recordou o Papa, foi uma das primeiras a aderir à “pregação cristã dos apóstolos”.

“Sabemos quem é Jesus, mas talvez não o tenhamos encontrado pessoalmente, falando com Ele, e não o tenhamos ainda reconhecido como o nosso Salvador”, assinalou, perante cerca de 40 mil pessoas, segundo a Rádio Vaticano.

Francisco recordou ainda que “a água que dá a vida eterna foi infundida” sobre os cristãos no dia do Batismo”.

“Quando esquecemos a verdadeira água, vamos à procura de poços que não têm águas límpidas”, advertiu.

OC

CF Atualidades
De Agência Ecclesia
Link http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/vaticano/vaticano-papa-pede-que-quaresma-seja-tempo-de-encontro-com-jesus/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

História de um encontro



Pegou em tudo aquilo de que precisava para passar uns dias fora dali, em retiro.
Na verdade, levava na mochila sobretudo cansaço e vontade de silêncio. Cansaço da rotina, do trabalho (que ficou a acumular na secretária), de casa e dos ritmos de cada um. Cansaço das exigências, dos pedidos, das respostas.
Depois de lá ter chegado e de ter mergulhado no silêncio, passeou pela sua vida enquanto olhava o mar e a serra, organizou os pensamentos, leu a Bíblia e procurou ter atenção aos gestos e atitudes de Jesus. Queria conhecê-lo melhor, fazer experiência de amizade com Ele. Cada dia era uma descoberta mais profunda de quem era, de quem Ele era, e da sua relação. Via mais claro, e aproximava-se do essencial.

Na última noite ali, subiu ao terraço e maravilhou-se com o céu estrelado. As estrelas brilhavam tanto e não corria uma brisa. Tudo estava silencioso. Tão bonito o céu e tão próximo ao mesmo tempo.
De repente, olhou para o telhado da capela, que descreveu como uma rampa a caminho daquele céu estrelado, e viu uma figura ali sentada a olhar o céu.
Quem seria, pensou?
De repente sentiu um desejo enorme de ir para ali! Ardia-lhe o coração!
Mas que pensariam os outros se vissem aquilo?
Hesitou. Tinha que saltar um pequeno portão, o telhado não tinha vedação à volta e estava escuro. A única luz vinha das estrelas.
E a figura continuava ali sentada.
Que perderia se não fosse? Mas e se alguém me vê aqui e se preocupa?, pensou. De repente a cabeça estava a mil!

Tinha medo mas seguiu em frente, passou por cima do pequeno portão, e caminhou sem ver bem onde punha os pés.
Ia alegre! E quase a chegar junto da figura ali sentada, sentiu no coração: Medo de quê? Vou ter com o Senhor do Universo!
Sentou-se ao lado d'Ele, com o coração a explodir de alegria e amor. Ficou em silêncio durante um tempo a absorver a companhia. Depois começou a falar-Lhe de tudo. De tudo mesmo. Do que Lhe custa, das feridas que traz, dos medos que tem, daquilo pelo qual mais anseia, dos seus sonhos. Falou-Lhe daqueles que ama. Ele ouviu calmamente. Rezaram em conjunto o terço e ficaram ali a olhar as estrelas. Como naquele céu, e ao lado d'Ele, estivesse tudo aquilo de que precisava, tudo aquilo de que andava à procura e de que tantas vezes se afastava.

Contou-me este encontro que agora partilho. Tão bonito.
Deixou-me a pensar que posso fazer este encontro já hoje, porque Ele está sempre à espera que me sente a conversar com Ele.
E eu quero estar sempre a caminho, naquela rampa que conduz ao céu.



Rita Sacramento Monteiro (24-02-2017) iMissio

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Papa: a fé cristã não é uma teoria, mas é o encontro com Jesus


De Rádio Vaticana
– A fé cristã não é uma teoria ou uma filosofia, mas é o encontro com Jesus. Foi o que destacou o Papa celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta na segunda-feira (28/11), no início do Tempo do Advento.

Em sua homilia, o Pontífice observou que neste período do Ano, a Liturgia nos propõe inúmeros encontros de Jesus: com a sua Mãe no ventre, com São João Batista, com os pastores, com os Magos. Tudo isso nos diz que o Advento é “um tempo para caminhar e ir ao encontro com o Senhor, isto é, um tempo para não ficar parado”.

Oração, caridade e louvor: assim encontraremos o Senhor

Eis então que devemos nos perguntar como podemos ir ao encontro de Jesus. “Quais são as atitudes que devo ter para encontrar o Senhor? Como devo preparar o meu coração para encontrar o Senhor?”, questinou o Papa.

“Na oração no início da Missa, a Liturgia nos fala de três atitudes: vigilantes na oração, operosos na caridade e exultantes no louvor. Ou seja, devo rezar com vigilância; devo ser operoso na caridade – a caridade fraterna: não somente dar esmola, não; mas também tolerar as pessoas que me incomodam, tolerar em casa as crianças quando fazem muito barulho, ou o marido ou a mulher quando estão em dificuldade, ou a sogra... não sei .. mas tolerar: tolerar … Sempre a caridade, mas operosa. E também a alegria de louvar o Senhor: ‘Exultantes na alegria’. Assim devemos viver este caminho, esta vontade de encontrar o Senhor. Para encontrá-lo bem. Não ficar parados. E encontraremos o Senhor”.

Porém, acrescentou o Papa, “ ali haverá uma surpresa, porque Ele é o Senhor das surpresas”. Também o Senhor “não está parado”. Eu, afirmou Francisco, “estou em caminho para encontrá-Lo e ele está em caminho para me encontrar. E quando nos encontramos, vemos que a grande surpresa é que Ele está me procurando antes que eu comece a procurá-lo”.

O Senhor sempre nos precede no encontro

“Esta é a grande surpresa do encontro com o Senhor. Ele nos procurou por primeiro. É sempre o primeiro. Ele percorre o seu caminho para nos encontrar”. Foi o que aconteceu com o Centurião:

“O Senhor vai sempre além, vai primeiro. Nós fazemos um passo e Ele faz dez. Sempre. A abundância de sua graça, de seu amor, de sua ternura não se cansa de nos procurar, também, às vezes, com coisas pequenas: Pensamos que encontrar o Senhor seja algo magnífico, como aquele homem da Síria, Naamã, que tinha hanseníase: E não é simples. Ele também teve um surpresa grande da maneira de Deus agir. O nosso é o Deus das surpresas, o Deus que está nos procurando, nos esperando, e nos pede somente o pequeno passo da boa vontade.”

Devemos ter a “vontade de encontrá-lo”. Depois, Ele “nos ajuda”. “O Senhor nos acompanhará durante a nossa vida”, disse o Papa. Muitas vezes, irá nos ver distanciar Dele, e nos esperará como o Pai do Filho Pródigo.

A fé não é saber tudo sobre dogmática, mas encontrar Jesus

“Muitas vezes”, acrescentou o pontífice, “verá que queremos nos aproximar e sairá ao nosso encontro. É o encontro com o Senhor: isto é importante! O encontro. “Sempre me impressionou o que o Papa Bento XVI disse: que a fé não é uma teoria, uma filosofia, uma ideia: é um encontro. Um encontro com Jesus”. Caso contrário, “se você não encontrou a sua misericórdia pode até rezar o Credo de cor, mas não ter fé”:

“Os doutores da lei sabiam tudo, tudo sobre a dogmática daquele tempo, tudo sobre a moral daquele tempo, tudo. Não tinham fé, porque o seu coração tinha se distanciado de Deus. Distanciar-se ou ter o desejo de ir ao encontro. Esta é a graça que nós hoje pedimos. Ó Deus, nosso Pai, suscite em nós a vontade de ir ao encontro de Cristo, com as boas obras. Ir ao encontro de Jesus. Por isso, recordamos a graça que pedimos na oração, com a vigilância na oração, operosos na caridade e exultantes no louvor. Assim, encontraremos o Senhor e teremos uma linda surpresa.”

(BF/MJ)

CF Atualidades
De News.VA
Link http://www.news.va/pt/news/papa-a-fe-crista-nao-e-uma-teoria-mas-e-o-encontro

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Encontro dos Novos Cursilhistas do 74º C.C. Senhoras e 88º Homens




No dia 20 de Novembro, em Nisa, na Senhora da Graça, os novos cursilhistas e a equipa de dirigentes reuniram-se para reviver o cursilho e partilhar o 4ºdia.Depois de um breve acolhimento e da oração inicial, foi tempo de a Lucília falar sobre o tema: “M.C.C. – O Pós-Cursilho”. Iniciou o tema com a leitura do Evangelho de São Mateus (2, 1-12), dizendo que “um cursilho é como a Estrela que vemos, nos encaminha, nos leva ao Encontro com o Menino que nos espera e que, após esse Encontro, voltamos, certamente, por outro caminho”. Continuou dizendo que “o objetivo do Cursilho é um caminho para seguir Cristo. Que o carisma do MCC é um dom que o Espírito Santo derrama sobre a sua Igreja que conforma uma mentalidade e impulsiona um movimento eclesial”. E que “mediante método Kerigmático próprio, possibilita a vivência e a convivência do fundamental cristão, ajuda a descobrir e a realizar a vocação pessoal de cada um, e promove grupos de cristãos que levam o Evangelho aos seus ambientes”.
Na explicação do carisma Cursilhista de Cristandade e da dinâmica do Movimento, sublinhou: “Urge cada vez mais conhecer a essência do movimento, a sua mentalidade, finalidade e o método. O porquê do que somos, o porquê do que fazemos e como o fazemos. É a mentalidade que determina a finalidade do Movimento, que concretiza o método e a estratégia que são os meios necessários para atingir designando as estruturas necessárias para isso. Como refere o nº10 da Encíclica da Porta da Fé “no nosso contexto cultural, há muitas pessoas que, embora não reconhecendo em si mesmas o dom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo. Esta busca é um verdadeiro «preâmbulo» da fé, porque move as pessoas pela estrada que conduz ao mistério de Deus. De facto, a própria razão do homem traz inscrita em si mesma a exigência «daquilo que vale e permanece sempre». Esta exigência constitui um convite permanente, inscrito indelevelmente no coração humano, para caminhar ao encontro d’Aquele que não teríamos procurado se Ele mesmo não tivesse já vindo ao nosso encontro. É precisamente a este encontro que nos convida e abre plenamente a fé.”O MCC existe para realizar uma missão evangelizadora das pessoas e dos ambientes onde vivem. O método possibilita a finalidade atingindo um objetivo concreto: “a conversão das pessoas para a fermentação dos ambientes”. O método assenta em três tempos: Pré-Cursilho, Cursilho e Pós- Cursilho que constituem um todo indivisível. O Pré cursilho existe para iniciar o processo de evangelização das pessoas que posteriormente fermentem os ambientes que necessitam de evangelização.O Cursilho possibilita um encontro pessoal com Cristo que começa com um encontro consigo mesmo e que se completa com um encontro com os outros. Proporciona o início de uma conversão consciente, crescente e em comunidade.O Pós-Cursilho é a maneira de viver a fé em comunidade e fermentar os ambientes para que a pessoa seja cristã e membro da Igreja e no mundo levando à sua renovação a partir de dentro. Este pretende ainda “ser necessariamente um processo dinâmico e aberto sempre ao serviço das pessoas e da vida renovando e aperfeiçoando a conversão pessoal iniciada no cursilho”.Por isso a necessidade das Reuniões de Grupo onde as pessoas se reúnem para estreitar laços e ser mais cristãs. A Ultreia é a reunião de reuniões de grupo que promovem o crescimento na oração, no estudo e na ação levando ao compromisso pessoal e comunitário no ambiente de cada um.Os Mini-Cursilhos para casais permite aos casais crescer em unidade aquela vivência que fizeram em separado fortalecendo a relação.”Seguiu-se depois uma pequena reflexão em pequenos grupos sobre o tema apresentado, partilhando depois as conclusões, o que permitiu realçar a importância do Grupo, da amizade, do apoio que se encontra nos outros. Na confirmação de que experiência Cursilhista do 4.º Dia “é um caminho de cristandade que deve ser vivido de forma coerente e consciente.”O almoço partilhado foi tempo para trocar experiências, conhecimentos e estreitar laços.Logo de seguida houve espaço para os novos partilharem a forma como estavam a vivenciar o 4º dia, de que registamos testemunhos como: “agora faço as coisas de forma consciente e mais ativa”; “Sinto necessidade de ir ao Santíssimo, de me encontrar com ELE”; “tenho outra postura perante as dificuldades”; “deixei de ser egoísta e comecei a pensar mais nos outros”; “não tenho vergonha de me assumir como cristão perante os outros”; “iniciei o meu percurso como catequista na paróquia onde estou inserida e estou a crescer na Fé junto com eles”, etc.O encontro foi encerrado com a Eucaristia presidida pelo assistente do movimento, Padre Adelino Cardoso, que na sua homilia realçou: “Cristo dá outro sentido à vida. Cristo Rei encerra o ano litúrgico, no próximo domingo já se inicia o advento e Cristo aponta-nos o caminho para a vida depois da morte. Quando Cristo estava na Cruz, ladeado com os malfeitores, um revolta-se e o outro pede-lhe que se lembre dele quando Jesus estiver no Reino. Confiou em Jesus. Com qual dos malfeitores nos identificamos? Cristo deu-se e continua a dar-se por cada um de nós. É Ele o verdadeiro Libertador. E nós? Como respondemos a esse amor?

Sandra Ribeiro

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

MCC - Encontro de Núcleos de Escola- Nisa



                                                                          

“MAIS ALÉM… COM ENTUSIASMO!”


Mais Além com Entusiasmo … em Ano da Misericórdia


Integrado no calendário de Atividades do Movimento de Cursilhos de Cristandade da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, realizou-se no passado dia 30 de outubro de 2016 pelas 15h no Salão Pastoral do Calvário em Nisa o encontro de Núcleos de Escola. Foram cerca de 50 os cursistas presentes em representação dos 4 Núcleos de Escola da Diocese.

Após o habitual acolhimento e oração iniciaram-se os trabalhos com a apresentação/partilha do rolho “Mais Além com Entusiasmo” do sempre caloroso Presidente do Secretariado Nacional – Saul Quintas, que destacou o papel dos dirigentes e a sua necessária integração nas estruturas do movimento, pois como nos disse o Papa Francisco na III Ultreia Europeia “Estais chamados - não escolhestes vós, não, fostes escolhidos, fostes chamados - a fazer frutificar o carisma que o Senhor vos confiou e que está na origem dos Cursilhos de Cristandade… “.

No final foram feitos os avisos mais relevantes sobre as principais atividades do movimento para o presente ano pastoral, tendo sido dado o respetivo destaque para a Ultreia Mundial que decorrerá em Fátima a 6 de maio de 2017. Os trabalhos encerraram com a mensagem final do Sr. Bispo D. Antonino Dias que nos dirigiu palavras de agradecimento pelo trabalho desenvolvido em prol do movimento e da Igreja Diocesana, deixando-nos também uma mensagem de incentivo e entusiasmo.

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David Esteves


domingo, 30 de outubro de 2016

INFORMAÇÃO PAROQUIAL


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As aparições de Fátima são um acontecimento marcante na Igreja Católica, não apenas pela importância que assumiram para inúmeras pessoas e pela sua extensa divulgação no mundo, mas também pela sua íntima ligação à mensagem evangélica, pela profundidade com que marcam a vivência da fé de muitos dos católicos e pelo alcance profético dos seus apelos. A Igreja confirmou que elas apresentam uma proposta credível e válida de concretização da vida cristã.

No âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Fátima, realizar -se-á um Encontro / Palestra, no próximo dia 5 de Novembro, sábado, no salão do centro paroquial, em Arronches, pelas 16:00H orientado por Orlando de Carvalho com o objectivo de:
Fomentar a reflexão sobre a mensagem de Fátima e as suas implicações para a vida cristã.
Desenvolver, à luz da mensagem de Fátima, subsídios de apoio à pastoral.
Apresentar sugestões para viver a espiritualidade de Fátima.


Venha participar! Contamos consigo!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Encontro de Núcleos de Escola - MCC

Movimento de Cursilhos de Cristandade

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Realiza- se  um Encontro de Núcleos de Escola, no próximo dia 30, Domingo, pelas  15:00H, no Calvário em Nisa.
O Encontro terá a presença do Presidente do Secretariado Nacional, Saúl Quintas, que partilhará um tema de interesse para todos os elementos das Escolas.
Contamos com a presença de todos para reflectir em conjunto e ajudar a crescer o MCC.

DECOLORES.



segunda-feira, 18 de abril de 2016

Sair de si ao encontro do outro é experiência da gratuidade


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Sair de si para ir ao encontro do outro é o caminho que deve ser seguido por todos os cristãos. Nossa missão é portadora de vida.Por isso, é belo pensar a vida humana como um caminho de partilha e de solidariedade.
Desde quando nascemos, somos caminhantes. O nosso caminho faz parte de uma construção pessoal e coletiva. Um dos grandes desafios da nossa vida é o caminho de sair de nós mesmos para irmos ao encontro dos outros. Para trilharmos a cultura do encontro, é preciso superar a barreira da indiferença que nos impede de enxergar os talentos e riquezas que o outro também tem para nos oferecer.
Na verdade, um dos grandes problemas que enfrentamos nos dias de hoje é a indiferença ou a autorreferencialidade. Seguindo esse caminho e olhando o mundo e a vida a partir de nós mesmos, ignoramos as coisas que acontecem ao nosso redor. Isso significa que nosso projeto de vida está pautado num individualismo muito grande. O império do individualismo toma conta da nossa vida: meus valores, minha cultura, minha vida, minhas preocupações, meu projeto de vida etc. Esse caminho nos leva a uma frustração muito grande.
Quando fechamos a nossa vida interior em torno de nossos próprios interesses, fechamos o espaço para os outros, não ouvimos a voz de Deus, não desfrutamos do dom da alegria do seu amor e tão pouco ouvimos a sua voz. Tudo está fechado. Mas o que realmente nos leva ao encontro do outro? Segundo o papa Francisco, é o dom da acolhida. Temos que saber acolher as pessoas em nosso meio. Uma pessoa fechada e com o rosto triste não está preparada para acolher ninguém. É importante ressaltar que a acolhida é dom gratuito do amor de Deus. Com certeza, se fizermos bem a experiência do amor gratuito de Deus em nossa vida, estaremos preparados para acolher o outro, devolvendo parte desse amor, que é sentido de vida plena.
Se olharmos para o caminho de Jesus, ele nunca se cansou de olhar as pessoas, se aproximar deles e caminhar com elas. Isso nos mostra que seu testemunho de vida passou pelo viés da descentralização. Jesus é o homem-Deus apaixonado pelas criaturas, pelo Reino, pelos sofredores e excluídos da sociedade. Sua missão foi curar e libertar as pessoas de todos os tipos de enfermidades. Isso nos mostra o quanto Jesus se aproximou das pessoas. Por meio de seus gestos e ensinamentos, Jesus nos revela o verdadeiro rosto do ser humano que se deixa interpelar pelo outro.
Para que o ser humano possa promover a verdadeira cultura do encontro, é preciso olhar Jesus. Que as atitudes e gestos de Jesus nos ajudem a nunca buscar o primeiro lugar, a nunca nos considerar melhores que os outros; pelo contrário, que a humildade, simplicidade, acolhida e o dom do serviço aos outros estejam sempre presentes em nosso projeto de vida.


www.paulinos.org.br/home/blog/igreja/sair-de-si-ao-encontro-do-outro-e-experiencia-da-gratuidade/

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Cristãos perseguidos unem igrejas separadas por mil anos



Encontro simbólico entre o Papa Francisco e o Patriarca de Moscovo marca aproximação da Igreja Católica e Ortodoxa, separadas desde 1054.

Um milénio de costas voltadas não se resolve numa reunião de um par de horas. Mas não deixou de ser histórico o encontro desta sexta-feira entre o Papa Francisco e o Patriarca Kirill, em Havana, o primeiro entre os líderes da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa russa desde o Grande Cisma de 1054.

O momento esperado ocorreu numa sala do aeroporto José Martí, quando Francisco e Kirill se cumprimentaram com um abraço e um beijo em cada face, sob o olhar atento do Presidente cubano, Raúl Castro. “Somos irmãos. É essa a vontade de Deus”, começou por dizer o Papa, assim que encontrou o Patriarca. “Não posso afastar a sensação de que nos estamos a encontrar no tempo certo, no local certo”, afirmou Kirill.

Apesar de curto, o encontro entre Francisco e Kirill foi preparado durante vários meses e em segredo. O desejo de uma aproximação tem feito parte da agenda do Vaticano, mas nem João Paulo II nem Bento XVI conseguiram um encontro com o líder da Igreja russa. No final do encontro, os dois líderes religiosos assinaram uma posição conjunta a pedir a protecção dos cristãos perseguidos no Médio Oriente.

Para superar uma ruptura milenar era necessária uma conjugação única. Por um lado, uma Igreja Católica liderada por um Papa com boa imagem em Moscovo – ao contrário do polaco João Paulo II – a que se soma uma ameaça comum: o radicalismo do autoproclamado Estado Islâmico. Foi a defesa das minorias cristãs no Médio Oriente, um tema em que é fácil alcançar concórdia, que forçou a reaproximação das duas hierarquias religiosas.

“É um encontro simbólico. Ninguém deve esperar que no dia seguinte o mundo mude”, dizia à BBC o porta-voz do patriarca de Moscovo, Vakhtang Kipshidze, alguns dias antes. “No entanto, qualquer passo para uma resposta comum a desafios comuns é algo que deve ser considerado e apoiado.”

Com a bênção de Putin

As razões apontadas para esta aproximação são várias, mas é certo que o passo derradeiro terá sido dado pelo patriarca Kirill. Há cerca de um ano, o Papa já tinha telefonado ao líder ortodoxo para lhe garantir a total disponibilidade para um encontro.

“Um encontro entre Kirill e Francisco não teria ocorrido sem a bênção do Kremlin”, escreve no Moscow Times o teólogo Andrei Desnitski. Há uma relação bastante estreita entre as duas instituições, que adopta ora uma postura de simbiose ora de competição. Desde que chegou ao poder, Vladimir Putin aproximou-se da Igreja Ortodoxa, afirmando-se como defensor dos seus valores conservadores, muitas vezes em contraponto com um Ocidente apresentado como “materialista”.

A Igreja Ortodoxa Russa passou então a gozar de uma influência na sociedade de que não dispunha desde os tempos do Império Czarista – e que se materializa nos subsídios governamentais que atingiram 256 milhões de rublos (quase três milhões de euros), entre 2013 e 2015. Mas nem sempre os objectivos do Kremlin e do Patriarcado de Moscovo coincidem. A intervenção russa na Ucrânia motivou críticas e apoios dentro da Igreja, mas Kirill recusou apoiar qualquer dos lados, lembrando que há fiéis “dos dois lados das barricadas”.

O encontro entre Kirill e Francisco estará sobretudo relacionado com a luta interna pela preponderância no universo ortodoxo. Ao contrário da Igreja Católica, a Ortodoxa não tem uma hierarquia liderada por uma única figura, sendo composta por várias igrejas autocéfalas, da qual a russa é apenas uma – apesar de ter o maior número de seguidores, cerca de 130 milhões. A hegemonia é disputada pelos patriarcas de Moscovo e Constantinopla, a mais influente igreja ortodoxa.

As relações entre Francisco e o Patriarca Bartolomeu de Constantinopla são boas, com vários encontros entre os dois. “Uma recusa de Kirill em encontrar-se com Francisco não iria ajudar à sua popularidade entre os outros líderes da igreja e iria fazer Bartolomeu parecer o único representante legítimo da Igreja Ortodoxa”, conclui Desnitski.

Putin terá outras razões para apoiar o encontro entre os dois líderes religiosos. Em Junho, o Papa recebeu o Presidente russo no Vaticano e as relações entre os dois são encaradas por vários diplomatas como positivas. Algo diferente do que ocorria com João Paulo II, por exemplo. Putin “compreende que o Papa é um elemento importante no cenário mundial e julgo que ele gostaria de ter a possibilidade de usar a melhoria das relações entre o Vaticano e a Igreja Ortodoxa russa para fazer passar a visão do Kremlin no Vaticano”, disse à Reuters um diplomata sob condição de anonimato.

A escolha de Havana para palco do encontro histórico tem também ela um significado político. Depois da queda da União Soviética, o regime cubano estabeleceu fortes relações com a Igreja Ortodoxa russa e, em especial, com o actual patriarca, que visitou a ilha por três vezes. O Vaticano lançou, por seu turno, as bases para o reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e os EUA e Francisco visitou a ilha em Setembro.

A travar qualquer aproximação esteve durante décadas a recriminação feita pela Igreja Ortodoxa russa de “proselitismo” por parte do Vaticano, especialmente no que respeita à Ucrânia. O Patriarcado de Moscovo exerce influência sobre fiéis em praticamente todos os ex-territórios da União Soviética, à excepção da Geórgia e da Arménia – países que possuem igrejas ortodoxas autónomas – e criticou as tentativas do Vaticano para estender a sua autoridade sobre a Ucrânia Ocidental, onde a força da Igreja russa sempre foi menor.

[João Ruela Ribeiro | Público]



iMissio

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Encontro de Formação cristã





"A CVX BI promove no próximo dia 6 de Junho mais um Encontro de Formação Cristã. Este ano o tema será «A Oração» e terá como orientador o Padre Francisco Correia, SJ. Irá decorrer na Casa de Santa Maria, em Castelo Branco e destina-se a todos os que querem aprofundar «esta Amizade com Deus».
As inscrições devem ser feitas conforme indicado no cartaz ao lado."



Susana Gonçalves

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O encontro de Francisco com os Cursilhos da Cristandade


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco encontrou na tarde de quinta-feira (30/04) na sala Paulo VI, o Movimento dos Cursilhos de Cristandade, reunidos em Roma para celebrar a Ultreya Europeia nos 70 anos de difusão do movimento no mundo e para concluir o 50º aniversário de sua presença em Itália. O Pontífice intercalou seu discurso com respostas de improviso à diversas perguntas colocadas por alguns cursilhistas no início do encontro.

O Papa iniciou desculpando-se pela mudança de horário no encontro, previsto para se realizar na sexta-feira, dizendo que o Papa “é infalível somente nas questões dogmáticas, mas isto é só de vez em quando, raramente”, mas que também tem “defeitos” . E elogiou o movimento, por não fazer proselitismo - ressaltando, que a “igreja cresce pelo testemunho e não pelo proselitismo” – exortando os participantes “a traduzirem e não traírem o carisma, mas adaptá-lo à realidade local”.

Justamente “o ardente desejo de amizade com Deus” dos cursilhos – ressaltou o Papa - ajudou milhares de pessoas em todo o mundo a “crescer na vida de fé”:

“O método de evangelização dos Cursilhos nasce justamente deste ardente desejo de amizade com Deus, do qual brota a amizade com os irmãos. Desde o início se entendeu que somente dentro das relações de amizade autêntica era possível preparar e acompanhar as pessoas em seu caminho, um caminho que parte da conversão e passa através a descoberta da beleza de uma vida vivida na graça de Deus e chega até à alegria de tornar-se apóstolos na vida quotidiana”.

Francisco destacou que no contexto moderno do anonimato e de isolamento típico das nossas cidades, é importante a dimensão acolhedora, familiar, à medida do homem, que os encontros do Cursilho oferecem, e acrescentou:

“A estas pequenas reuniões de pequenos grupos é importante criar momentos que favoreçam a abertura a uma dimensão social e eclesial maior, envolvendo também quem veio em contacto com o vosso carisma mas não participa habitualmente de um grupo. A Igreja, de fato, é uma ‘mãe de coração aberto’ que nos convida às vezes de ‘diminuir o passo’, a ‘colocar de lado a ansiedade para olhar nos olhos e escutar’, a ‘renunciar às urgências para acompanhar quem permaneceu ao largo da estrada”.

O Papa deu aos cursilhistas uma tarefa de casa: estudar as obras de misericórdia, corporal e espiritual, para serem colocadas em prática.

Entre os fundadores dos Cursilhos, o Papa citou Eduardo Bonnin Aguilo e o Bispo de Mallorca, Dom Juan Hervas y Benet, que acompanhou o crescimento do movimento: “foram autênticos missionários. Não hesitaram em tomar a iniciativa e corajosamente se aproximaram das pessoas, envolvendo-as com simpatia e acompanhando-as no caminho da fé com respeito e amor”.

Ao longo de seu pronunciamento, o Papa fez vários convites aos cursilhistas de hoje:

“Como é necessário sair, sem nunca se cansar, para encontrar os assim chamados ‘afastados’!”. Mas para ajudar os outros a crescer na fé, “é necessário experimentar em primeira pessoa a bondade e a ternura de Deus”.

“Ele não nos pede nada em troca, pede somente para ser acolhido, porque o amor de Deus é gratuitidade, puro dom”.

“É bonito ajudar a todos, também aqueles que tem dificuldade em viver a própria fé, a permanecer sempre em contacto com esta mãe, sempre próximos a esta grande família acolhedora que é a Igreja”.

“Vos encorajo a seguir “sempre além”, fieis ao vosso carisma!”. “A atingir os distantes” (...) “a sair da própria comodidade e ter a coragem de chegar a todas as periferias”.

O pronunciamento integral, ainda não publicado, poderá ser lido, em português, no site do Vaticano. (JE)
(from Vatican Radio)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Partilhas de vida com esperança



Encontro do Pré-Seminário


O encontro do Pré-Seminário Diocesano realizou-se no passado fim de semana em Arronches onde procuramos viver o tema “Abre-te à Vida”! O desafio, lançado pelo Padre Fernando Farinha, foi o de podermos testemunhar um pouco do que somos e do que vivemos nos nossos encontros do Pré-Seminário a um grupo de jovens que vive na Instituição Casa Juvenil PraCachopos.

Encontramos cerca de 20 rapazes vindos de “todo” o Portugal desejosos de estar connosco e de nos conhecer. Mas também uma equipa técnica serena, próxima e atenta às necessidades de cada rapaz, preparada para corresponder às necessidades primeiras e inesperadas que pudessem surgir.

O encontro correu muito bem. O nosso encontro enquanto grupo pré-seminário, decorreu com boa disposição, animação e abertura de coração para dar o melhor que temos; e também o encontro com os rapazes “PraCachopos” onde essencialmente procuramos passar a mensagem que Deus nos ama e que está sempre disponível a connosco caminhar, a tornar novos os nossos caminhos e a dar-nos força para abraçarmos todas as oportunidades que vão surgindo nas nossas vidas. Foi importante para nós deixarmos a mensagem de que depende de cada um de nós escrever novas páginas na vidas e prepararmos um final feliz para as nossas histórias de vida. Todos temos direito a recomeçar e a olhar o futuro com esperança, independentemente das histórias e dos caminhos feitos do passado!

Foi um tempo muito bom onde fizemos uns jogos, cantamos, dialogamos, demos testemunho sobre vocação, rezamos e deixamos uma mensagem de esperança e de muita alegria. Ao partirmos sentimos ainda uma forte expressão de amizade da parte dos rapazes que nos envolveram e quiseram despedir-se de todos nós, um a um, pedindo que pudéssemos voltar mais vezes, desejo esse que foi manifestado por todas as partes.

Na partilha particular acerca do encontro a opinião dos pré-seminaristas foi unânime, foi muito bom estar com os rapazes da Casa Juvenil “PraCachopos” e todos deixaram em aberto a hipótese de regressar, talvez nas férias, e promover com eles uma actividade onde pudessem ser eles a coordenar, testemunhar acerca das suas vidas e mostrar-nos a forma como vivem a fé e como acompanham o padre Fernando Farinha na descoberta e na vivência cristã, enquanto parte da comunidade de Arronches. Ficou o desafio!

Quando abrimos a nossa vida e partilhamos da nossa esperança, o mundo que algumas vezes nos parece com cor triste torna-se um espaço e um lugar onde, com Deus, todos os sonhos se podem realizar e todas as histórias terão certamente um final feliz.

Pré-Seminário Diocesano

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Senhor, ensina-me

Uma breve oração para encontrar-se com Deus

oracion

Senhor Deus, ensina-me
onde e como buscar-te,
onde e como encontrar-te...

Tu és meu Deus,
Tu és meu Senhor
e eu nunca te vi.
Tu me moldaste e me remodelaste,
deste-me todas as coisas boas que possuo,
mas ainda não te conheço...

Ensina-me como buscar-te,
porque eu não sei buscar-te se Tu não me ensinares,
nem encontrar-te se Tu não te mostrares a mim.

Que eu te busque em meu desejo,
que te deseje em minha busca,
que te busque amando-te
e que te ame quando te encontrar.
Amém.

(Santo Anselmo de Cantuária)
sources: Oleada Joven

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

“Família e transmissão da fé”

Foto: “Família e transmissão da fé”

A PAULUS editora traz a Portugal o Pe. Andrea Ciucci, do Conselho Pontifício para a Família, para proferir duas conferências sobre o tema «Família e Transmissão da Fé», nos dias 6 e 7 de dezembro, em Lisboa e em Castelo Branco. 
 
Esta iniciativa é uma oportunidade para aprofundar a temática da família e da fé, tão atuais na Igreja e na sociedade, acompanhando de perto o recente Sínodo Extraordinário sobre a Família e antecipando o Encontro Mundial das Famílias 2015 em Philadelphia (EUA). Será um momento de encontro e de formação para as famílias, mas também para todos os agentes pastorais que trabalham com elas. 
 
A primeira conferência será no dia 6 de dezembro, no auditório do colégio universitário Pio XII, em Lisboa, às 15h30. No domingo 7 de dezembro a conferência terá lugar na Sacristia Grande da Sé de Castelo Branco, pelas 16h, com a presença de D. Antonino Dias, Bispo de Portalegre - Castelo Branco e presidente da Comissão Episcopal para o Laicado e Família.
 
 
O evento é organizado no âmbito das comemorações dos 60 anos da Família Cristã (http://familiacrista.paulus.pt), uma revista que procura formar e informar, todos os meses, as famílias, abordando temas atuais, como Família, Sociedade, Igreja, Cultura, Catequese, Saúde e Bem-estar, sempre numa perspetiva cristã. 
 
Apoiam este evento o Departamento Nacional da Pastoral Familiar, a Associação Portuguesa de Escolas Católicas e os Departamentos da Pastoral da Família do Patriarcado de Lisboa e da Diocese de Portalegre - Castelo Branco.



A PAULUS editora traz a Portugal o Pe. Andrea Ciucci, do Conselho Pontifício para a Família, para proferir duas conferências sobre o tema «Família e Transmissão da Fé», nos dias 6 e 7 de Dezembro, em Lisboa e em Castelo Branco.

Esta iniciativa é uma oportunidade para aprofundar a temática da família e da fé, tão atuais na Igreja e na sociedade, acompanhando de perto o recente Sínodo Extraordinário sobre a Família e antecipando o Encontro Mundial das Famílias 2015 em Philadelphia (EUA). Será um momento de encontro e de formação para as famílias, mas também para todos os agentes pastorais que trabalham com elas.
A primeira conferência será no dia 6 de Dezembro, no auditório do colégio universitário Pio XII, em Lisboa, às 15h30. No domingo 7 de Dezembro a conferência terá lugar na Sacristia Grande da Sé de Castelo Branco, pelas 16h, com a presença de D. Antonino Dias, Bispo de Portalegre - Castelo Branco e presidente da Comissão Episcopal para o Laicado e Família.


O evento é organizado no âmbito das comemorações dos 60 anos da Família Cristã (http://familiacrista.paulus.pt/), uma revista que procura formar e informar, todos os meses, as famílias, abordando temas actuais, como Família, Sociedade, Igreja, Cultura, Catequese, Saúde e Bem-estar, sempre numa perspectiva cristã.

Apoiam este evento o Departamento Nacional da Pastoral Familiar, a Associação Portuguesa de Escolas Católicas e os Departamentos da Pastoral da Família do Patriarcado de Lisboa e da Diocese de Portalegre - Castelo Branco.