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sábado, 5 de setembro de 2026

Papa apela à confiança em Deus em momentos de incerteza pessoal

«Nem sempre é fácil compreender e aceitar os caminhos de Deus, especialmente quando estão muito distantes dos nossos» – Leão XIV



Castel Gandolfo, Itália, 30 ago 2026 (Ecclesia) – O Papa apelou hoje à aceitação humilde dos “caminhos de Deus”, mesmo quando contrariam as expetativas humanas, alertando para a tentação de julgar a ação divina nos momentos de incerteza.

“Também para nós nem sempre é fácil compreender e aceitar os caminhos de Deus, especialmente quando estão muito distantes dos nossos”, reconheceu Leão XIV, durante a recitação dominical do ângelus na Praça da Liberdade em Castel Gandolfo.

“Nessa altura, surge a tentação de pensar, contra toda a lógica da fé, que é o Senhor quem está errado, ou pior ainda, que não nos ouve ou que não se interessa por nós”, acrescentou, perante centenas de pessoas reunidas junto à residência pontifícia, nos arredores de Roma.

O Papa sustentou que a superação destas crises espirituais obriga o crente a “nunca interromper, nem mesmo nestes momentos, o diálogo com o Senhor”, sempre com total “confiança”.

Leão XIV realçou ainda a importância de “nunca julgar a ação de Deus, mas sim ouvir, com humildade, na oração, o que Ele está a revelar”.

A reflexão baseou-se no episódio evangélico em que Jesus anuncia a sua morte, uma perspetiva que provocou a indignação do apóstolo Pedro por estar “muito longe das expectativas” de “um Messias triunfante e poderoso”.

O encontro dominical culminou com um pedido para que a comunidade católica cultive a “docilidade” necessária para aceitar aquilo que Cristo pede.

“Que também nós, na nossa vida de fé e na nossa oração, tenhamos a mesma sinceridade de Pedro, ao dizer humildemente o que realmente sentimos, mesmo quando o coração está confuso”, recomendou.

Após a oração, Leão XIV saudou os vários grupos presentes no encontro, agradecendo às forças da Ordem e a todos os que contribuíram para a sua estadia em Castel Gandolfo, neste período do verão.

“Envio a minha cordial saudação aos fiéis que seguem o ângelus a partir da Praça de São Pedro. E a todos desejo um bom domingo”, concluiu, antes de se deslocar ao encontro da multidão, num pequeno veículo elétrico, passando entre os peregrinos durante vários minutos.



OC

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Como continuar confiando em Deus quando a vida parece difícil demais

 




Santa Teresinha nos encoraja a confiar na misericórdia de Deus, especialmente quando não somos fiéis a Ele


Uma das primeiras coisas que acontece quando a vida fica difícil é deixarmos de permanecer fiéis a Deus. Observamos nossas vidas e pensamos: "Onde o Senhor está, Deus?". Isso fica ainda mais acentuado quando nossa força de vontade é enfraquecida e sucumbimos a várias tentações.

Em momentos como estes, Santa Teresinha do Menino Jesus nos exorta a correr como uma criança nos braços de nosso Pai Celestial:

"[Uma criança que pecou] se joga nos braços de seu pai, dizendo que lamenta tê-lo machucado, que o ama e que provará isso por ser bom a partir de agora ... Então, se essa criança pedir ao pai para puni-la com um beijo, não acho que o pai possa endurecer seu coração contra a confiança de seu filho, conhecendo sua sinceridade e amor."

Uma ação como essa requer uma profunda confiança em Deus, vendo-O não como um pai vingativo que castiga desnecessariamente seus filhos, mas como um pai amoroso e misericordioso, pronto para nos receber e curar nossas feridas.

Santa Teresa fala essas palavras por experiência própria, pois admite à sua irmã que não é perfeita:

"Receio não ter dito o que devo; talvez você pense que eu sempre faço o que estou dizendo. Ah não! Nem sempre sou fiel, mas nunca desanimo; eu me abandono nos braços de Jesus. A pequena gota de orvalho vai mais fundo no cálice da flor dos campos e lá encontra novamente tudo o que perdeu e muito mais."

Esta a imagem de correr para Jesus e permitir que ele nos abrace é uma ilustração muito amada de Santa Teresa. Ela volta a isso com frequência em seus escritos e incentiva os outros a terem uma confiança semelhante em Deus.

Quando os tempos ficam difíceis e começamos a duvidar da bondade de Deus, a melhor coisa a fazer é correr para ele. Mas isso requer um coração filial, que não teme a ira de Deus, mas confia em sua misericórdia.


https://pt.aleteia.org/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

A vida não é sobre forçar coisas, é sobre confiar...




A vida não é sobre forçar coisas, é sobre confiar...

A vida não é sobre forçar "coisas" mas sobretudo, confiar na viagem.

Um destes dias, num momento de reflexão, falava sobre a importância da viagem, que é a vida, e sobre o que é realmente valioso para cada um ao longo do tempo.

Talvez as perspetivas se alterem e, ao invés de desvalorizarmos aquilo que não apreciamos, passamos a ver com outro olhar todas as dimensão da nossa existência.

Despimos as camadas que nos afastam de quem somos, para nos entregarmos ao encontro da verdade em cada um e da realidade que nos liga uns aos outros, como um só.

Não há melhor viagem do que aquela que é feita de dentro para fora. Onde o conhecimento e a sabedoria das experiências nos permitem ir mais fundo e nos transformam no íntimo de nós mesmos.

Há viagens que são feitas sem sairmos do mesmo lugar. A vida não é sobre forçar coisas, é sobre confiar. Escutar, respeitar cada coração que fala, que expressa a sua história, a sua vida cheia, o seu tempo... a sua viagem.

Boa semana!


Carla Correia

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

«Bendito quem confia no Senhor»



O tempo passa e a tristeza angustia o meu coração.

Sou como pobre que tudo possuiu e nada tem.

Sinto uma fome insaciável.

Baixo a cabeça e choro…


Quando foi que perdi a Fé na Tua Ressurreição, Senhor Jesus?

Não sei…

Entre os desejos de ser maior que os outros…

A vontade de falar tudo o que acho que é a verdade…

As caminhadas sem sentido que me afastam do Pão da Eucaristia…

E a indiferença perante a guerra que o mundo edifica…


Bom Pai,

sou um cardo que se esquece de como é bom abandonar-se aos Teus desígnios.

Vivo no deserto ao aceitar a vida que o mundo me apresenta.

Mas Tu… Tu não Te afastas de mim.

Queres o meu coração aberto e capaz de levar Jesus a Todos e Todos a Jesus.


No alimento que partilho com o sem-abrigo que me fita com o olhar…

Nesta hora em que o grito do vizinho que chora é mais forte que a dor que sinto…

No abraço que construo com todos os que se sentem marginalizados e incompreendidos…

Sou árvore plantada à beira do rio! Sou Bem-Aventurada! Sou peregrina da Esperança…


E sem mais “Ais” na minha vida, a felicidade plena invade a minha Alma.

Estou pronta para anunciar que o Nosso Jesus desceu do monte…

Colocou-se no mesmo plano que cada um de nós…

e ao erguer o Seu olhar salvou a Humanidade inteira… salvou a minha e a tua Vida.



Liliana Dinis

segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Tudo é possível... Confia



Tudo é possível... Confia

Muitas vezes aquilo que achamos impossível, reflete apenas um medo interno. O medo de tentar, o medo de não nos acharmos suficientes, pouco mereceredores, falhar... uma série de emoções e crenças, válidas, porque fazem parte de nós, mas que apenas surgem porque o ser humano gosta de se manter na zona confortável, no que conhece e lhe traz segurança.

Não digo com isto que tenhamos de virar a vida ao contrário, fazer o pino todos os dias para provar que somos mais capazes. Não, de todo. Muito pelo contrário.

O que considero mesmo, muito importante, é a capacidade de nos questionarmos quando não saímos do mesmo lugar e permanecemos numa certa apatia, angústia,frustração, irritabilidade, tristeza...

O que me faz não avançar? O que me afasta do que amo? O que me faz feliz?

Tudo o que fazemos ou não, reflete as montanhas que temos de atravessar dentro de nós. E atravessar montanhas não é simples, mas é possível. Mais! É necessário.

Não te permitas ficar apenas no dia a dia. Vê mais longe, vê mais claro. Vê-te melhor. Olha para ti de forma inteira. Tenta. Uma vez, duas...erra, uma vez, duas... as que foram necessárias, mas avança. A vida é movimento. E a vida quer sempre o melhor para ti, mesmo que às vezes seja tão difícil compreender.

Só tu sabes o que tens dentro. O jardim que precisas regar.

Se o universo é infinito, as estrelas também existem no céu escuro. Nós é que não as vemos, mas elas estão lá.

Nunca estamos sozinhos. Nunca.

Confia!


Boa semana!


Carla Correia

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Papa: nas dificuldades e perdas, confiar em Deus





"Pedir sempre ao Espírito Santo para que derrame sobre nós o dom da força, que cura nossos medos"


A Igreja celebra neste dia 26 de dezembro a festividade de Santo Estêvão, diácono e primeiro mártir, perseguido e morto em Jerusalém.

Antes de rezar a oração mariana do Angelus, nesta quarta-feira na Praça São Pedro, o Papa falou aos fiéis sobre as analogias na vida de Estêvão e do próprio Jesus. Ambos entregaram seu espírito a Deus no momento da morte: Estêvão ao ser lapidado, e Jesus na cruz.

O comportamento de Estêvão que imita fielmente o gesto de Jesus é um convite a cada um de nós a receber com fé, das mãos do Senhor, aquilo que a vida nos oferece de positivo e de negativo.

Nossa existência não é marcada apenas por circunstâncias felizes, mas também por dificuldades e perdas; mas a confiança em Deus nos ajuda a acolher os momentos fadigosos e a vivê-los como ocasião de crescimento na fé e construção de novas relações com os irmãos. Trata-se de abandonar-nos nas mãos do Senhor, que sabemos ser um Pai rico de bondade com seus filhos.

A segunda atitude indicada por Francisco como comum entre Estêvão e Jesus foi o perdão. Nenhum dos dois maldisse seus perseguidores, mas rezaram por eles.

O perdão engradece o coração, gera partilha, doa serenidade e paz. O protomártir Estêvão nos aponta o caminho a percorrer nas relações interpessoais de família, na escola e no trabalho, na paróquia e nas comunidades.

A lógica do perdão e da misericórdia é sempre vitoriosa e abre horizontes de esperança; mas o perdão se cultiva com a oração, que nos permite fixar o olhar em Jesus.

Terminando, o Pontífice lembrou que é a oração que nos fortalece, e por isso, temos que pedir sempre ao Espírito Santo para que derrame sobre nós o dom da força, que cura nossos medos, nossas fraquezas, nossa pequenez.
“Invoquemos a intercessão de Maria e de Santo Estêvão. Que nos ajudem a entregarmo-nos sempre mais a Deus, especialmente nos momentos difíceis, e nos ampare no propósito de sermos homens e mulheres capazes de perdoar”.

Após conceder a bênção a todos os presentes e a nós, que a recebemos pelo rádio e TV, Francisco agradeceu as mensagens e votos pelas festividades de Natal chegadas de todas as partes do mundo, pediu a todos que rezem por ele e, desejando como sempre ‘bom almoço’, se despediu dos féis.

(Com Vatican News)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Sei em quem pus a minha confiança!


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Fazemos caminho Contigo:

cada dia, cada hora, cada milésima de segundo

bebemos da certeza de que estás connosco.

És alento nas horas de agrura;

Esperança nas horas de desespero;

Paz em tempos de conflitos;

Amor em quotidianos de ódios.

Vives Escondido…e Presente!

Atraídos por Ti,

vamo-nos desfazendo das certezas

que embalam os nossos dias e ancorando a nossa vida na certeza de que és a Vida;

Atraídos por Ti,

vamos juntando os pequenos fragmentos de nós,

numa união plena que só Tu nos podes trazer.

Num mundo em que nos parece que todos os caminhos vão dar à dispersão,

és Tu a certeza de devolução da inteireza.

Há um santuário, uma morada á nossa espera:

O Teu coração em quem podemos confiar plenamente!



Cristina Duarte

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Eu não sei, mas confio


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Eu não sei, mas confio

Por vezes não temos de ter grandes palavras para justificar a nossa fé. Nem precisamos, inclusive, de grandes obras para nos mostrarmos crentes. A verdade é que, muitas das vezes, respondendo àqueles que nos abordam com um "não sei" demonstra que a nossa fé, muito mais do que estar alicerçada em teologias muito elaboradas, está, isso sim, sustentada na confiança de que não caminhamos sós.

E esta confiança não advém do medo da finitude ou do desespero de obter respostas para tudo, até porque, quem vai questionando e caminhando na sua fé, vai percebendo que as respostas são quase nenhumas. Esta confiança que alimenta a fé provém de uma entrega a Deus, onde esta apenas surge depois de analisarmos as nossas vidas, as nossas vivências e o que vai acontecendo ao nosso redor.

Acredito que não nos adianta sabermos de muita coisa, nem sermos tremendamente ativos na nossa comunidade paroquial, se não soubermos colocar a confiança n'Aquele que um dia nos chamou a caminhar com Ele. Só com a confiança poderemos alimentar a fé nos momentos em que não O sentimos. Só com a confiança poderemos alimentar a fé nos momentos em que não teremos respostas para os nossos porquês. Só com a confiança poderemos alimentar a fé nos momentos em que pecamos mais do que nunca. Só com a confiança poderemos alimentar a fé num Deus omni-amor e tremendamente misericordioso.

Nos momentos em que a vida apertar connosco, não será o imenso palavreado e conhecimento que nos levará até ao Senhor, mas sim a relação de coração que teremos ou não com Ele.

E nós bem sabemos que sem confiança é impossível construir alguma relação, por isso o mesmo acontece com a nossa fé.

Confiar que Ele está mesmo quando o mundo nos diz o contrário. Confiar que Ele está mesmo quando não sabemos do Seu paradeiro. Confiar que Ele está mesmo quando não merecemos a Sua presença.

E nada disto é fazer um Deus à nossa semelhança. É, isso sim, deixar que Ele carregue nas Suas mãos a nossa vida e os nossos corações...

Não, eu não sei tudo. Não, eu não sei porque é assim. Não, eu não sei porque acontece isso. Não, eu não sei, mas eu confio...

E tu, estás disposto a confiar-te ao Deus da Vida?


Emanuel António Dias

quarta-feira, 29 de março de 2017

Sem O terdes visto, vós O amais…




«Sem O terdes visto, vós O amais;
sem O ver ainda, acreditais n'Ele.»
I Pedro 1,8
Numa altura em que se instaura a dúvida em tudo e em todos.
Num momento em que a sociedade tem sede de provas, nós, cristãos, entregamos a nossa vida n'Aquele que transcende toda a nossa humanidade.
Não temos provas físicas.
Caminhamos num mar de dúvidas.
Vivemos, para as verdadeiras coisas da vida, sem termos 100% de certezas.
Mas como se isso não chegasse, nós vamos ainda mais longe.
Vamos ainda mais fundo para encontrarmos um amor desmedido.
Numa altura da história da humanidade em que o empirismo reina os nossos dias, nós depositamos o nosso credo num Deus de amor.
Nós acreditamos em Deus Pai.
Nós acreditamos em Jesus Cristo.
Nós acreditamos no Espírito Santo e que Ele nos dará uma nova vida.
Nós acreditamos na crucificação.
Nós acreditamos que Ele venceu a morte.
Nós acreditamos na Ressurreição e que voltaremos para Ele.
Não vivemos iludidos, nem cegos.
Temos, isso sim, a audácia de entregarmos a nossa vida a algo maior.
Temos a coragem de confiar na revelação de um Deus que faz presença em todos aqueles que se cruzam connosco.
Haverá melhor rosto de Deus de que todos aqueles que nos são próximos?
Haverá melhor olhar de Deus de que todos os olhares profundos que chegam até nós?
A revelação d'Aquele em que acreditamos é bem mais simples do que imaginamos.
Ele está "colado" a nós, mas "não está «atravessado» no caminho. Contudo, os nossos próximos estão, e quando eu der um passo de amor na direção dos mesmos, Deus estará presente nesse amor entre nós.".
É por isso que faz todo o sentido que O continuemos a amar.
É por isso que faz todo o sentido que continuemos a acreditar n'Ele.
Este Deus nunca aparecerá da forma que nós queremos, mas estará, com toda a certeza, onde menos nós quisermos estar e onde nós menos esperarmos.

Emanuel António Dias (24-03-2017) em iMissio

domingo, 3 de janeiro de 2016

Como vai ser o novo ano?




Não vale a pena pensar nisso. É um caminho a percorrer, desconhecido, com surpresas boas e menos boas que fazem parte da vida.

Ao desejarmos aos outros um bom ano, certamente queremos ajuda-los a serem felizes.

Aceitar o novo ano com humildade (tendo em conta a debilidade humana) é um desafio maravilhoso: com os projetos, alegrias, desilusões, dificuldades, sofrimentos. O sofrimento pesado ou leve faz parte da vida e se o olharmos com os olhos da fé ele faz parte da beleza da vida.

Ao receber este novo ano devemos fazer uma pausa que nos leve ao reconhecimento e profunda gratidão a Deus pelo dom maravilhoso e precioso da vida. Agradecimento também às pessoas que entraram na nossa vida e nos ajudaram a ser mais felizes.

O novo ano necessita de corações grandes, onde esteja a paz e o amor. O cristão acredita num ano pleno de misericórdia. Acredita nos braços abertos de Deus que nos acolhe nas dificuldades, desânimos e trambolhões.

O ano será feliz se o vivermos à luz da fé. Caminhando sob o olhar misericordioso de Deus e de Maria, que é Mãe de ternura, procuraremos viver cada dia com amor à família, ao vizinho, ao colega de trabalho e ao desconhecido, que também é filho de Deus...

Hélio Domingues -
www.imissio.net

segunda-feira, 2 de junho de 2014

CONFIE NO TEMPO DE DEUS




Confie no tempo de Deus

A confiança requer que você coloque sua agenda nas mãos de Deus, crendo que o tempo dele é perfeito para todas as coisas em sua vida. Sua natureza humana quer que as boas coisas aconteçam imediatamente, não mais tarde. Mas você aprende a crer e a esperar que as coisas aconteçam no tempo perfeito de Deus à medida que amadurece na vida cristã. Confiar em Deus frequentemente significa não saber como Ele irá realizar algo e quando Ele o fará. Mas não saber “como e quando” fortalece sua fé e lhe ensina lições de confiança. Lembre-se: a confiança não é herdada, é aprendida. O tempo desempenha um papel importante para aprender a confiar em Deus. À medida que você experimentar a fidelidade do Senhor, vez após vez, desistirá de confiar em si mesmo e colocará sua vida nas mãos habilidosas de Deus. Esse é um lugar maravilhoso para estar!

(Joyce Meyer)