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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Eucaristia: é um treino para praticarmos a justiça.

 


Eucaristia: é um treino para praticarmos a justiça.
Jesus estava no LAGO, subiu à MONTANHA, seguia-o muita gente, estava PRÓXIMA A PÁSCOA e de repente Jesus perguntou: “onde podemos comprar pão para dar ao povo?” Jesus muda a sua agenda ao ver aquela multidão e aquele desconforto, ao ver a fome daquela gente...
Não vos quero provocar, mas este relato provoca-nos: quando foi a última vez que tu mudaste a tua agenda por causa da fome, do desconforto de alguém?
Este relato é um piscar de olho à Eucaristia. Não podemos passar ao lado da mudança da agenda de Jesus e da relação que Jesus estabelece entre a Eucaristia e a justiça.
VAMOS À EUCARISTIA FAZER O QUÊ?
Vamos para nos sentirmos bem com Deus?
Vamos para esquecer a exigência de cada dia da semana?
Vamos para uma relação pessoal com Deus?
Nós vamos porque não desistimos de ver Deus na comunidade!
De ver Deus nos laços.
Quer seja por causa, quer seja por consequência a vinda de cada um à eucaristia é um treino para praticarmos a justiça. É um treino para praticarmos a justiça.
Não vamos à eucaristia para nos darmos bem com Deus!
Nós vamos para nos darmos bem uns com os outros!
Nós vamos para arranjar forças para pedir perdão e para perdoar!
Nós vamos rever os nossos preconceitos.
Nós vamos reconhecer que ainda condenamos gente! Que ainda não nos diz nada o desconforto dos outros, o mesmo desconforto que fez Jesus mudar de agenda.
Nós vamos à eucaristia, porque estamos em caminho e em processo e queremos dar forma ao sonho de Jesus. Que façamos da eucaristia um pretexto para mudarmos de agenda! Para sermos gente de mais justiça!

Texto adaptado do Padre António Pedro Monteiro

Padre João Torres

quinta-feira, 6 de junho de 2024

E se a Eucaristia fosse a mesa da (nossa) Vida?



“Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizeis: Eis aí um glutão e um beberrão,amigo dos publicanos e pecadores.”

Lucas 7,34


Jesus, o Nazareno, glutão e beberrão. Jesus, o Cristo, conhecido como aquele que se reúne, à volta da mesa, com todos. Amigo dos sem amigo. Próximo dos que se apresentavam inteiros. Íntimo dos que tinham fome e sede de Vida.

Jesus encontrou-Se à volta da mesa e, por isso, decidiu que o seu memorial teria de estar relacionado com a refeição: o pão partido que relembra a sua vida doada e o vinho partilhado que relembra a alegria da novidade e do recomeço.

Jesus comia e bebia para entrar no concreto das vidas. Jesus comia e bebia para conhecer de perto o que alimentava a alma de tantos homens e mulheres. Jesus comia e bebia, porque sabia que à volta da mesa partilhava-se a refeição da vida. É ali, à volta da mesa, que partilhamos as alegrias, as tristezas, as conquistas, as derrotas, as dúvidas, as angústias e as dores. É ali, à volta da mesa, que recordamos o que fomos, o que somos e o que podemos vir a ser. É ali, à volta da mesa, que nos apercebemos quem dá sabor à nossa vida. É à volta da mesa que recordamos porque somos amados!

E hoje, o que celebramos à volta da mesa? Quem se senta ao redor da Sua mesa? Quem convidamos para partilhar da Sua refeição? Quem recordamos à volta da Sua mesa? Com quem e por quem partilhamos o Seu pão e o Seu vinho? O que partilhamos à volta da mesa?

A Eucaristia não é para colocar de parte a nossa vida. A Eucaristia é para ser adensada com a vida de todos e todas. A Eucaristia é para ser temperada com a nossa inteireza. A Eucaristia é para ser mesa: espaço onde todos podem partilhar a sua fome!

Se a Eucaristia não transmite a intimidade e o exagero de Jesus, estaremos reunidos por Si e consigo?


Emanuel antónio dias

sábado, 18 de abril de 2020

INFORMAÇÃO PAROQUIAL

Domingo da Divina MisericórdiaP. Fernando Farinha.jpg

O nosso Pároco , Fernando Farinha, celebra, amanhã, dia 19, a Eucaristia, pelas 12:00H, na Igreja Matriz, pelo fim da pandemia, pelos doentes, idosos, os que sofrem e pelos falecidos das nossas paróquias durante este período de confinação.
Esta celebração não terá participação dos fiéis, no cumprimento do plano de emergência nacional.
Associemos -nos em oração, por estas  intenções e pelas nossas, rezando e acendendo uma vela.

🙏 🙏 🙏

Ó Maria, Nossa Senhora da Hora:

Tu resplandeces sempre no nosso caminho
como sinal de salvação e de esperança.
Confiamo-nos a Ti, Saúde dos Enfermos,
que junto da Cruz foste associada à dor de Jesus,
mantendo firme a tua fé.

Tu, Salvação do Povo de Deus,
sabes bem do que mais precisamos
e estamos seguros de que proverás
para que, tal como em Caná da Galileia,
possa voltar a alegria e a festa
depois deste momento de provação.

Ajuda-nos, Mãe do Divino Amor,
a conformar-nos com a vontade do Pai
e a fazer aquilo que Jesus nos disser,

Ele que tomou sobre Si os nossos sofrimentos
e carregou as nossas dores,
para nos conduzir, por meio da Cruz,
à glória da Ressurreição.

Ámen.


À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus.
Não desprezeis as nossas súplicas, nós que estamos na provação,
e livrai-nos de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!


Papa Francisco

quinta-feira, 29 de março de 2018

Instituição da Eucaristia


https://www.youtube.com/watch?v=IEFuH_h7WO4


Celebramos nesta Quinta-Feira a abertura do Tríduo Pascal em que Nosso Senhor Jesus Cristo institui a Eucaristia com um doce e ingente apelo à fraternidade, à comunhão, à concórdia e a paz. Jesus pereniza no tempo e na história a sua presença em nosso Meio, presente pela consubstanciação do pão no Seu Corpo e do Vinho em Seu Sangue. Lúcido e grandioso mistério da Nossa Fé.

E a libertação do povo é feita, simbolicamente, com o gesto significativo do Lava-pés: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos amei uns aos outros, assim como Eu vos Amei, disse o Senhor”

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Papa responde a «perguntas importantes» sobre a Eucaristia e quer telemóveis de fora

Francisco inicia ciclo de catequeses sobre a Missa homenageando «mártires» do domingo





(Ecclesia) - O Papa Francisco iniciou hoje um novo ciclo de reflexões no Vaticano, dedicado à Eucaristia, prometendo responder a “perguntas importantes” sobre este sacramento, que apresentou como “coração” da Igreja.

“Nas próximas catequeses gostaria de dar resposta a algumas perguntas importantes sobre a Eucaristia e a Missa, para redescobrir, ou descobrir, como através deste mistério de fé resplandece o amor de Deus”, disse aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência pública semanal.

A intervenção evocou o “grande número de cristãos” que ao longo de dois mil anos deram a sua vida para “defender a Eucaristia” e os que, ainda hoje, arriscam a vida para participar na Missa dominical.

Um dos casos apresentados foi o de um grupo de cristãos do norte de África, em 304, presos durante as perseguições de Diocleciano, tendo respondido ao procurador romano: “Sem o domingo não podemos viver”.

“Estes cristãos do norte de África foram mortos. Deixaram o testemunho de que se pode renunciar à vida terrena por causa da Eucaristia, porque ela nos dá a vida eterna, tornando-nos participantes da vitória de Cristo sobre a morte”, assinalou o Papa.

Francisco questionou os presentes sobre a sua participação na Missa, lamentando que nas celebrações da Praça de São Pedro seja possível ver telemóveis levantados, “não só de fiéis, mas de alguns padres e também bispos”.

“A Missa não é um espetáculo: é ir ao encontro da Paixão e da Ressurreição do Senhor. Por este motivo é que o sacerdote diz «corações ao alto». O que é que isso quer dizer? Lembrem-se: nada de telemóveis”, advertiu.

O Papa convidou todos a regressar aos “fundamentos”, ao que é essencial na celebração dos Sacramentos, sublinhando a importância da renovação litúrgica levada a cabo no Concílio Vaticano II (1962-1965) e da formação dos católicos.

"Já viram como as crianças fazem o sinal da cruz? Não sabemos o que estão a fazer, se é o sinal da cruz ou um desenho. Precisamos de ensiná-las a benzer-se bem. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia", exemplificou.

A intervenção recordou a memória litúrgica dos Santos Mártires, cujas relíquias estão guardadas na Basílica de São Pedro, recordando “os muitos cristãos perseguidos” na atualidade.

Francisco deixou uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa, desejando-vos que cresçam “no amor e na adoração da Eucaristia”.

“Que este Sacramento possa continuar a plasmar as vossas comunidades na caridade e na comunhão, segundo o coração do Pai. De bom grado vos abençoo a vós e aos vossos entes queridos!”, concluiu.

OC   ( Agencia Ecclesia)

segunda-feira, 14 de março de 2016

5 passos para uma vida espiritual cristã


oración - pt

Do tesouro inesgotável da fé católica



A ORAÇÃO

“Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos” (cf. Lc 11, 1c).

“A oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria” (Sta. Teresa do Menino Jesus).

“A oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes” (São João Damasceno).

A oração é um dom de Deus, onde Ele quer estabelecer uma profunda e íntima comunhão com o ser humano, pode se dizer que é uma graça concedida pelo próprio Deus. E para que esta oração, que é um diálogo com Deus, aconteça é necessário o dom da fé. Em Hb 11, 6, diz que: “sem fé é impossível agradar a Deus, pois para se achegar a ele é necessário que se creia primeiro que ele existe e que recompensa os que o procuram.”

A oração nos torna amigos de Deus. Por isso, a oração e as suas práticas não podem se tornar um peso, mas deve trazer um desejo pelo divino.

“A oração, quer saibamos ou não, é o encontro entre a sede de Deus e a nossa. Deus tem sede de que nós tenhamos sede dele” (Sto. Agostinho).

Estamos num mundo que tenta nos fazer olhar para a Terra e não para as realidades celestiais. A oração é o caminho que nos faz lançar o olhar para as coisas do Alto. Quem deseja encontrar o Amor de Deus deve percorrer o caminho da oração, da experiência do encontro pessoal com Jesus. Este processo acontecerá a partir da fé.

Há diversas formas de Oração:

Oração de súplica

O vocabulário referente à súplica tem muitos matizes no Novo Testamento: pedir, implorar, suplicar com insistência, invocar, clamar, gritar e mesmo “lutar na oração”. Mas sua forma mais habitual, por ser a mais espontânea, é o pedido: é pela oração de súplica que exprimimos a consciência de nossa relação com Deus: como criaturas, não somos nem nossa origem, nem senhores das adversidades, nem nosso fim último. Mas, como pecadores, sabemos, na qualidade de cristãos, que nos afastamos de nosso Pai. O pedido já é uma volta para Ele.

Oração de intercessão

A intercessão é uma oração de pedido que nos conforma de perto com a oração de Jesus. Ele é o único Intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, dos pecadores, sobretudo. Interceder, pedir em favor de outro, desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa da de Cristo; é a expressão da comunhão dos santos. Na intercessão, aquele que ora “não procura seus próprios interesses, mas pensa sobretudo nos dos outros” (cf. Fl 2,4) e reza mesmo por aqueles que lhe fazem mal.

Oração de louvor

O louvor é a forma de oração que reconhece o mais imediatamente possível que Deus é Deus! Canta-o pelo que Ele mesmo é, dá-lhe glória, mais do que pelo que Ele faz, por aquilo que Ele É. A Eucaristia contém e exprime todas as formas de oração. É “a oferenda pura” de todo o Corpo de Cristo “para a glória de seu Nome”; segundo as tradições do Oriente e do Ocidente, ela é “o sacrifício de louvor”.

“Não existe outro caminho da oração cristã senão Cristo. Seja a nossa oração comunitária ou pessoal, vocal ou interior, ela só tem acesso ao Pai se orarmos “em nome” de Jesus.”

2º. A EUCARISTIA

A Eucaristia é fonte e ápice de toda a vida cristã. Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa. Pela celebração Eucarística nós nos unimos à liturgia do céu e antecipamos a vida eterna, quando Deus será tudo em todos (cf. ICor 15,28).

Encontram-se no cerne da celebração da Eucaristia o pão e o vinho, os quais, pelas palavras de Cristo e pela invocação do Espírito Santo, se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo. Fiel à ordem do Senhor, a Igreja continua fazendo, em sua memória, até a sua volta gloriosa, o que ele fez na véspera de sua paixão: “Tomou o pão…” “Tomou o cálice cheio de vinho…”

A presença do verdadeiro Corpo de Cristo e do verdadeiro Sangue de Cristo neste sacramento não se pode descobrir pelos sentidos, diz São Tomás, mas só com fé, baseada na autoridade de Deus.

O Senhor nos convida insistentemente a recebê-lo no sacramento da Eucaristia: “Em verdade, em verdade, vos digo: ‘se não comerdes a Carne do Filho do homem e não beberdes o seu Sangue, não tereis a vida em vós’ (cf. Jo 6,53).
Um dos frutos da Comunhão Eucarística são:

– Aumenta a nossa união com Cristo. Receber a Eucaristia na comunhão traz como fruto principal a união íntima com Cristo Jesus. Pois o Senhor diz: “Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em mim e eu nele” (cf. Jo 6,56).

– Separa-nos do pecado. Como o alimento corporal serve para restaurar a perda das forças, a Eucaristia fortalece a caridade que, na vida diária, tende a arrefecer; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais. Pela mesma caridade que acende em nós, a Eucaristia nos preserva dos pecados mortais futuros. Quanto mais participarmos da vida de Cristo e quanto mais progredirmos em sua amizade, tanto mais difícil de ele separar-nos pelo pecado mortal.

3º. A SAGRADA ESCRITURA

Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus.

Os livros sagrados não devem ser apenas um livro de leitura ou somente para um conhecimento intelectual, mas sim um livro para rezar e meditar os mistérios revelados por Deus a cada um de nós.

Aqueles que desejam conhecer mais profundamente a Deus, deve ter a Bíblia sagrada como um grande meio para se chegar ao conhecimento do Amor de Deus.

A Sagrada Escritura é uma grande arma espiritual para derrubar as forças de Satanás.

4º. O ROSÁRIO DA VIRGEM MARIA

A Virgem Maria é reconhecida e honrada como a verdadeira Mãe de Deus e do Redentor. Ela é também verdadeiramente Mãe dos membros de Cristo, porque cooperou pela caridade para que na Igreja nascessem os fiéis que são os membros desta Cabeça.

O Rosário, de fato, ainda que caracterizado por sua fisionomia mariana, em seu âmago é oração cristológica. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade de seu amor. Mediante o Rosário, o cristão alcança a graça em abundância, como se a recebesse das próprias mãos da Mãe do Redentor.

Todo católico deve estar na “escola” de Maria, pois Ela nos apresenta a grande Verdade que é Jesus Cristo, o seu Filho. Aqueles que tem a Virgem Maria como sua Mãe, tem uma grande intercessora em todos os momentos difíceis da vida terrena.

Maria Santíssima nos leva para os braços de Seu Filho Jesus.

5º. O JEJUM

A abstinência e o jejum são formas de penitência interior. Este tipo de penitência nos ajuda a dominar as nossas paixões carnais, que muitas vezes nos conduzem ao pecado.

O jejum na Igreja Católica é obrigatório na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Fora esses dias, o católico pode fazer jejum quando quiser e achar necessário. O jejum é deixar de fazer uma refeição no dia (almoço ou jantar).

A abstinência de carne, o fiel católico a partir dos 14 anos de idade deve abster-se de comer carne (e seus derivados) na Quarta-feira de cinzas, na Sexta-feira Santa (da Paixão) e em todas as sextas-feiras do ano (salvo se for dia de solenidade);

O jejum, o fiel católico a partir dos 18 anos até 59 anos de idade deve deixar de fazer uma refeição no dia – devendo ser o almoço ou o jantar, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira da Paixão.

Do sacerdote salvista Pe. Wendel, através do blog Rumo à Santidade


quarta-feira, 22 de julho de 2015

10 coisas surpreendentes que acontecem quando você faz Adoração com frequência


Adoration at the first Eucharistic Congress _


O progresso interior vai reflectir a sua maravilhosa transformação!


A Eucaristia é descrita no Catecismo como fonte e ápice da nossa fé. Encontrar tempo para fazer Adoração Eucarística pode ser difícil, mas, se você conseguir, poderá perceber resultados surpreendentes!"Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção, o partiu e deu a eles, dizendo: Tomai, isto é o meu corpo. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, o entregou a eles e todos beberam. E Ele disse: Isto é o meu sangue, o sangue da aliança derramado por muitos" (Marcos 14, 22-24).
Na cultura de hoje, a ideia de progresso interior é drasticamente desvalorizada como “desperdício de tempo” ou “coisa dos antigos e ​​ingénuos”. Só o progresso exterior parece palpável. Mas o progresso material permanece fora de nós: ele até nos oferece alguns sentimentos positivos, mas é sempre efémero e sem substância. Já o progresso interior significa que você está se transformando e tornando-se melhor!


O tempo que dedica à Adoração pode surpreendê-lo de muitas maneiras. 

Veja aqui dez delas:

1. Desenvolve um sentimento de admiração e maravilha


Não há nada como a atmosfera de uma capela ou igreja tranquila! O odor do incenso e o esplendor do ostensório ajudam a compreender a verdade do que está acontecendo na Adoração. Estamos realmente diante de Jesus Cristo! Seu Corpo, Seu Sangue, Sua Alma, Sua Divindade. Quanto mais se emerge no silêncio diante da Hóstia Santa, mais se compreende que a única resposta à grandeza de Deus é a maravilha, a admiração e o amor.


2. Experimenta a paz em outras áreas da sua vida


Jesus disse: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou" (João 14, 27). A paz exterior que podemos experimentar na Adoração (a quietude e o silêncio) vai muito mais a fundo e nos leva a uma paz interior que abraça todas as áreas da nossa vida. Isto não significa que tudo ficará perfeito e sem sofrimento, mas essa paz nos fortalecerá para enfrentarmos com mais firmeza e serenidade as tempestades da vida.


3. Começa a olhar mais para fora de si mesmo


Jesus nos disse: "Como eu vos amei, assim também vós amai-vos uns aos outros" (João 13, 34). A Adoração nos conecta ao próximo e ao mundo – afinal, estamos dedicando tempo ao Criador de tudo o que existe! Mais tempo para louvar e adorar a Deus significa mais tempo para ir além das nossas próprias preocupações e para enxergarmos as necessidades dos outros e do mundo em que vivemos.


4. Às vezes, fica entediado...


Haverá momentos em que a Adoração parecerá “insossa”, “árida”... Você vai se distrair, a sua mente vai começar a divagar... A Adoração regular pode se estabilizar e deixar de parecer especial, mas isso não desvaloriza nem diminui a verdade da Adoração. Nossa fé é muito mais do que sentimentos e Deus continuará trabalhando em você mesmo que você não o “sinta” ou passe por momentos mais “secos”. Ainda que a sua mente divague, você está dando a Deus o melhor que pode: o seu tempo, o seu empenho e a sua companhia!


5.  Emociona -se na Adoração!


Quanto mais tempo você dedica a adorar a Deus, mais você descobre que Ele ama você e quer passar tempo com você. E mais você começa a realmente querer viver esse tempo com Ele! Se a Adoração antes parecia rotina, aos poucos você percebe que deseja fazê-la! Como dizemos na missa, "é justo e necessário" dar graças ao Senhor! A Adoração a Deus está inscrita em nosso coração, e "o nosso coração está inquieto enquanto não repousa nele" (Santo Agostinho)!


6. A graça entra na sua vida


É incrível como um simples ato de compromisso com Deus, ainda que seja num curto período de Adoração, faz diferença para o resto da sua vida! Você pode manter a certeza de continuar na presença dele mesmo depois de ter saído da igreja ou da capela. A graça o apoia em todos os momentos, especialmente nos de tentação. Fica mais fácil resistir à tentação quando se dedica mais tempo à Adoração.


7.  Percebe o quanto é felizardo


Há pessoas que gostariam de passar mais tempo com Jesus em Adoração, mas não podem porque estão doentes ou têm mil tarefas necessárias no quotidiano. Há pessoas, em muitas regiões do mundo, que arriscam a vida pela Eucaristia e são perseguidas por causa da fé. Há pessoas que enfrentam situações extremamente perigosas para ficar com Jesus! E você tem o presente de poder adorá-lo abertamente, sem falar no fato de ter um sacerdote por perto para lhe administrar os sacramentos!


8. Compreende que Deus tem senso de humor!


Quanto mais  permite que Deus lhe fale, em vez de gastar todo o seu tempo falando para Ele, mais nota que Deus tem um grande senso de humor! Há até momentos em que  quer rir em voz alta! Talvez isto pareça surpreendente, mas os melhores pais e padres não demonstram o seu amor com bom humor?


9. Vai querer confessar se mais vezes


Pode parecer intimidador, mas não é. A confissão nos permite experimentar o oceano ilimitado da misericórdia de Deus! Sua misericórdia engolfa todos os nossos pecados e nos dá uma liberdade real, uma liberdade sem medo, que nos permite entrar no seu Amor e na sua Bondade! A confissão fortalece a consciência de que estamos nos braços de um Pai que nos ama muito e que "nunca se cansa de perdoar" (Papa Francisco).


10. Apaixona - se!
Quando dedica tempo de coração aberto a adorar a Deus e permitir que Cristo lhe mostre o Seu Amor,  também se apaixona! E o amor dele revela se a si mesmo e permite que você seja você mesmo! "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (João 10, 10).

Então, o que está esperando? Dedique um tempo à Adoração Eucarística e deixe Deus transformar a sua vida!


Ruth Baker ( Aleteia)

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Ave Verum Corpus:


Ave Verum Corpus: um hino eucarístico de 700 anos, em versão musicada por Mozart



https://www.youtube.com/watch?t=53&v=6KUDs8KJc_c

Breve e belíssimo louvor ao Corpo Eucarístico de Cristo, filho de Maria!

Jesus Eucaristia


O "Ave Verum Corpus" é um breve hino eucarístico do século XIV, atribuído ao papa Inocêncio VI. Ao longo da história, vários compositores lhe deram música, incluindo Mozart e Gounod. Significando "Salve, Verdadeiro Corpo", este hino reconhece a presença real de Jesus na Eucaristia.

No vídeo a seguir, você o aprecia em uma interpretação de abril de 1990, na igreja de Waldsassen, na Alemanha. Trata-se da versão de Mozart, regida pelo maestro Leonard Bernstein, que faleceu seis meses depois deste concerto.


Tradução da letra:

Salve, verdadeiro Corpo nascido da Virgem Maria,
verdadeiramente atormentado, imolado na cruz pelos homens,
de cujo lado perfurado fluíram água e sangue;
sê para nós uma antecipação [do banquete celeste] na provação da morte.
Ó Jesus doce, ó Jesus piedoso, ó Jesus, filho de Maria!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Quais são as regras que um fotógrafo deve respeitar dentro da igreja?


Regole norme chiesa fotografo video foto

Se eles respeitam regras ao fotografar eventos com presidentes, artistas e grandes personalidades, muito mais com o Rei dos Reis


Como se comportar na igreja ao fotografar ou filmar eventos durante uma celebração? Há normas particulares a serem respeitadas?

Enrico Finotti, liturgista e coordenador da revista italiana "Liturgia Culmen et Fons", explica que é preciso levar em consideração especialmente três aspectos:

1. Sentido do sagrado
Seja ou não católico praticamente, para realizar de forma correcta o serviço fotográfico (ou vídeo) em uma celebração litúrgica, é preciso ter o sentido do sagrado. Já quem é católico de verdade deve ter um mínimo de consciência de que, nas celebrações litúrgicas da Igreja, o Senhor está presente.

Estar em uma igreja não é a mesma coisa que estar em uma praça ou em outro lugar da vida cotidiana. O católico bem formado sentirá um impulso ao silêncio e à veneração, e cada um dos seus gestos será inspirado por tais sentimentos.


Mas também quem não é católico, se tiver senso de educação e respeito pelos outros, compreenderá com facilidade que é oportuno ter uma delicada atenção nos lugares de culto, onde seus semelhantes se encontram com o sobrenatural e exercem seu dever perante Deus segundo o que dita sua religião.

Este sentido do sagrado, portanto, ainda que seja específico para o cristão, deve estar presente em toda pessoa de boa vontade inspirada pelos princípios do respeito às convicções religiosas de cada um.

2. Conhecimento dos ritos

O fotógrafo, repórter etc., se verdadeiramente quiserem fazer um serviço profissional, não podem contentar-se com sua preparação técnica, mas também identificar a estrutura geral da celebração, seus momentos mais importantes e os passos do evento que quer fotografar ou filmar.

É comum observar em álbuns de casamento, crisma, primeira comunhão etc., uma desconcertante marginalização das coisas mais importantes e a ausência dos momentos centrais e mais significativos do evento celebrado.

Além disso, o conhecimento da celebração ritual proporciona as melhores indicações para não atrapalhar indevidamente sequências fortemente marcadas pela oração contemplativa e, portanto, não susceptíveis de distracções incómodas.


3. Regras práticas
Estabelecidos os princípios gerais, é possível recordar algumas normas básicas de intervenção:
- Os lugares celebrativos: altar, sacrário, ambão e sede, com toda a área do presbitério, que os rodeia a protege, não deveriam ter jamais a presença de operadores midiáticos (fotógrafos, camera man etc.). Os profissionais não podem subir as escadas do altar nem se aproximar dele, nem permanecer perto do sacrário, nem aceder ao ambão, nem à sede presidencial..
- As partes mais sagradas do rito: a Oração Eucarística (Cânon) com a consagração e elevação; a distribuição da comunhão; a proclamação do Evangelho e das leituras deveriam poder ser feitas com o máximo da sacramentalidade e em um clima de oração e escuta atenta de Deus, que primeiramente fala ao seu povo e depois se imola por ele e se entrega em alimento de vida eterna. É evidente que a capacidade e a perícia de um fotógrafo se manifestam precisamente nesses momentos singulares, ao tirar fotos sem ser percebido.

- Um serviço lateral e escondido: é mais fácil colocar uma câmara de vídeo em lugares fixos, porém, mais difícil o serviço fotográfico, tanto pelos flashes como pelo necessário deslocamento em pontos diversos.

Finotti conclui sua explicação recordando que este serviço pode ser uma ocasião formidável para dar um testemunho de fé aos próprios clientes. De fato, um fotógrafo com uma fé autêntica pode se tornar um catequista singular.

Mais ainda: seu trabalho o coloca em uma situação propícia para levar a cabo um eficaz apostolado litúrgico: quase como um mistagogo, ele pode levar seus clientes (com seu comportamento, suas decisões e seus conselhos, dados com cortesia e competência) ao sentido de uma celebração litúrgica autêntica e participante.


Gelsomino Del Guercio ( aleteia)

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Entender e viver Corpus Christi



Saiba como surgiu a festa de Corpus Christi e seu sentido mais profundo

A solenidade de Corpus Christi é a ocasião oportuna para de um modo público, em nossas praças e ruas, testemunhar a nossa fé na certeza da presença real de Jesus na Eucaristia.Esta maravilha tão sublime e elevada, através da qual o Senhor se doa em alimento e remédio,para quem o recebe com fé, aconteceu na 5º feira Santa.

Neste dia, Jesus, deu aos apóstolos a grande missão de continuarem a celebrar a ceia através dos tempos, ordenando: “Fazei isto em memória de mim.” Ao dizer fazei isto, apontou para uma realidade forte. Quando se celebra a eucaristia, não se trata de uma recordação ou representação simbólica, mas um ato a cumprir. Deste modo, cremos, que depois do sacerdote ter invocado o Espírito Santo, e repetido as palavras do Senhor na última ceia, o pão e o vinho se tornam o Seu Corpo e Sangue.

No discurso do pão da vida, Jesus é muito claro a este respeito, ao afirmar em Jo 6,51: “E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.”A cada missa acontece o maior de todos os milagres, e a mais importante de todas as aparições.O próprio Jesus se faz presente para encher com a sua glória e poder, o lugar onde se celebra a Eucaristia, como também a cada pessoa presente neste momento tão sagrado e sobrenatural.

De todos os sacramentos, a Eucaristia, é o mais comovente, porque é aqui que Jesus Cristo nos mergulha no amor da sua entrega total realizada na cruz. Em 1Pdr 2,24 lemos: “Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para a justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados” A cada Eucaristia torna-se presente este efeito da cruz. São Paulo em 1Cor 11,24, revela importantes gestos e palavras de Jesus durante a ceia:“e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós…” Onde foi partido e entregue o Corpo de Cristo? Na cruz.

Em 1Cor 11,25 também esta revelado:“Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim.” Ao falar Nova Aliança, recorda a Antiga Aliança do passadoonde existia o sacrifício de animais.Onde Jesus foi sacrificado e derramou o Seu sangue precioso? Na cruz. Por isso, a Eucaristia é a maior fonte de cura para todas as dimensões da nossa vida. São Pedro nos disse: por suas chagas fomos curados.

Quando participamos da santa missa, entramos em um mundo espiritual, que esta fora do tempo material, e se transforma na melhor hora de Deus para a nossa vida. Não podemos esconder tão grande tesouro e fonte de milagres.

A missa de Corpus Christi, com a procissão e bênção, é uma é uma oportunidade especial para avivar a nossa fé no amor de Deus. É Jesus em pessoa, que não fica restrito as paredes de uma igreja, mas que passa no meio do povo, e santifica nossas ruas com a sua presença.Jesus vivo vai passar próximo de você, coloque em ação o poder da fé,e com certeza você experimentará a bênção de Deus agindo em sua vida.

ORIGEM DA FESTA DE CORPUS CHRISTI

Sua origem esta ligada a dois fatos do século XIII:

– As revelações feitas a Santa Juliana de Liege, onde Nosso Senhor Jesus Cristo pedia uma festa pública dedicada a Eucaristia. Nesta época era sacerdote, nesta diocese da Bélgica, o futuro papa Urbano IV.

– o Milagre Eucarístico de Bolsena (Itália), acontecido em 1263

O sacerdote Pedro de Praga fazia uma peregrinação à Roma. Nessa viagem, parou para pernoitar na vila Bolsena, não longe de Roma e se hospedou na Igreja de Santa Catarina. Na manhã seguinte, foi celebrar uma missa e pediu ao Senhor que tirasse da sua mente as dúvidas sobre a Sua presença real na Eucaristia. Era difícil para ele acreditar que no pão e no vinho, estava o Corpo de Cristo. Na hora em que ergueu a hóstia, esta começou a sangrar (sangue vivo). Ele assustado, embrulhou a hóstia e voltou à sacristia e avisou o que estava acontecendo. O sangue escorria, sujando todo o chão no qual apareciam vários pingos.

O milagre foi informado ao Papa Urbano IV, que estava em Orvieto, que mandou um bispo a essa vila verificar a veracidade de tal fato. O bispo viu que a hóstia sangrava e o chão, o altar e o corporal (toalha branca do altar) estavam todos manchados de sangue. Imediatamente organiza uma procissão para levar o corporal do milagre à presença do papa.O Papa resolve ir ao encontro da procissão. Quando o bispo mostra o corporal manchado de sangue, o papa se ajoelha e diz: “Corpus Christi” (Corpo de Cristo)!”

Em 1264, o papa Urbano IV, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.
sources: PADRE ALBERTO GAMBARINI

terça-feira, 11 de novembro de 2014

10 dicas para aproveitar melhor a Missa


Woman receives Eucharist

Conselhos de como viver profundamente a celebração eucarística

1. Chegue sempre pontualmente, inclusive antes de a santa missa começar. Lembre-se de que o primeiro preceito da Igreja, que existe desde o século IV, é ouvir a missa completa todos os domingos e festas de guarda e não fazer trabalhos ou actividades que impeçam a santificação desses dias.

Para isso, é importante chegar à igreja a tempo. Para quê? Para preparar-nos espiritualmente em oração, fazendo nossa oração pessoal. Inclusive para ver antecipadamente as leituras no folheto da missa. Quando as leituras do dia são lidas antes da missa, o coração se prepara melhor para ouvir o que o Senhor quer nos dizer e entender melhor a homilia.

2. Entrando na igreja, sua primeira acção deve ser cumprimentar o Senhor. Nunca entre na igreja distraído. Procure imediatamente o sacrário. Haverá uma luz vermelha acesa indicando o lugar em que o Santíssimo Sacramento está reservado. Faça uma devota genuflexão, como sinal de adoração e respeito diante do Senhor.

Uma vez feito o acto de adoração, busque um bom lugar para se sentar, de preferência ocupando os primeiros bancos.

3. Se você precisar se movimentar dentro da igreja, faça-o com respeito. E quando tiver de cruzar toda a igreja, passando na frente do altar, faça uma reverência profunda, ainda que a missa não tenha começado. Se o Senhor já estiver no altar, faça uma genuflexão simples (encostando o joelho direito no chão).

4. Observe o silêncio. Haverá pessoas orando, preparando-se para a confissão ou confessando-se. Permaneça em silêncio ou orando, como preparação pessoal e para respeitar o momento dos outros com Deus.

Observe o silêncio antes, durante e depois da celebração, com excepção dos momentos em que se canta ou responde às acções litúrgicas.

Considere a missa como um ato sagrado. Isso implica em desligar ou silenciar o celular; não o deixe sequer vibrando, porque isso pode distrai-lo e o tornar dependente. Se, por distração, você se esquecer de desligar o celular e ele tocar durante a missa, não saia da igreja para atender: desligue-o imediatamente.

5. Vista-se com decência na casa de Deus. No lugar onde se renova de forma incruenta o sacrifício de Cristo na cruz, vista-se da melhor maneira possível. Vista-se bem, mas pela dignidade do lugar e do momento, e não para aparecer. Não use roupas inadequadas, ainda que faça calor, nem roupas desportivas, pijama, shorts etc.

6. A Igreja nos pede um jejum eucarístico de 1 hora (de comida e bebida) antes da sagrada comunhão, com excepção da água e dos remédios (CDC 919).

O jejum exige evitar inclusive a goma de mascar antes e durante a celebração. Esta norma não é opcional, e violá-la conscientemente é sacrilégio. Observar esta regra é sinal de máximo respeito de quem identifica a presença real de Cristo na Eucaristia; é também a preparação mais adequada para receber o Senhor.

7. Controle seus filhos. Se forem pequenos, evite que fiquem brincando ou incomodando os outros; eduque-os no respeito ao lugar e ao momento; assim, saberão a importância da missa.

Se forem muito pequenos ou de colo e você não puder deixá-los aos cuidados de alguém, procure sentar-se nos bancos de trás da igreja, caso seja preciso sair para acalmá-los no caso de chorarem.

8. Jesus diz: “Minha casa será chamada de casa de oração”
(Mt 21, 13). Portanto, o templo paroquial não é lugar para conversar. Não confunda a igreja com uma cafeteria, não se sente com as pernas cruzadas, como nos actos ou reuniões sociais.

A missa não é um momento para expressar afectos pessoais. Se você está com seu esposo(a) ou namorado(a), deixe as manifestações extravagantes de carinho para outro lugar e momento. A missa é um encontro a sós com Deus; vivam-na como casal, mas cada um dirigindo-se particularmente a Deus.

9. Participe activamente da missa e deixe suas leituras e devoções pessoais para outro momento (por exemplo, rezar o terço), seja este antes ou depois da celebração. Durante a missa, evite os deslocamentos desnecessários, como peregrinar na frente de imagens de devoção.

10. Não incentive a distracção. Na missa, deixe de lado todo outro assunto ou pensamento. Não desvalorize a missa com um coração dividido, pensando nos seus assuntos pessoais.

Não se ocupe de banalidades, nem se distraia olhando para os outros, muito menos com malícia. Tampouco passe o tempo todo olhando para o relógio, como se estivesse esperando a missa acabar logo.


PE. HENRY VARGAS HOLGUÍN ( aleteia.org)

sábado, 3 de maio de 2014

INFORMAÇÃO PAROQUIAL



No próximo dia 4 de Maio, decorrerá a tradicional caminhada até à Ermida do Rei Santo, por ocasião da romaria anual, com grupos de caminheiros a partirem em direcção ao Rei Santo desde as localidades de Arronches, Esperança, Mosteiros e La Codosera.
Será celebrada a Eucaristia na Ermida pelas 15:00H.

Nas paróquias as missas são celebradas no horário habitual

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vivo o que celebro?




É preciso coerência entre o que celebro na Eucaristia e o que vivo na prática do dia a dia

Na catequese da semana passada, o Papa Francisco introduziu o tema da Eucaristia. A 12 de Fevereiro, ele deu continuidade com uma indagação: “Vivo o que celebro?”. O Papa levou os fiéis a uma reflexão sobre aquilo que celebramos e vivemos.

O texto bíblico desta quarta-feira foi:

“Na noite em que foi traído, tomou o pão e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim. Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim. Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha.” (1Cor 11, 23b-26)

Existem sinais concretos que nos levam a compreender se vivemos bem ou não a Eucaristia. O primeiro sinal é nossa consideração com o próximo. “Quando participamos da Santa Missa, nos encontramos com homens e mulheres de todos os tipos: jovens, idosos, crianças, pobres e ricos; oriundos do lugar e estrangeiros; acompanhados das famílias e sozinhos. Mas a Eucaristia que celebro, me leva a sentir todos irmãos e irmãs? Amamos como Jesus quer que amemos aqueles irmãos e irmãs mais necessitados?”

"O segundo sinal é a graça se sentir-se perdoado e pronto a perdoar. Quem celebra a Eucaristia se reconhece necessitado de ser aceito e regenerado pela misericórdia de Deus", disse o Papa, acrescentando espontaneamente: "Se cada um de nós não se sente necessário da misericórdia de Deus, não se sente pecador, é melhor que não vá à Missa. Vamos à Missa porque somos pecadores e queremos receber o perdão de Jesus. Precisamos ir a Missa humildemente como pecadores e o Senhor nos reconcilia".

O terceiro sinal comentado por Francisco diz respeito à relação entre a celebração eucarística e a vida de nossa comunidade cristã. "A Eucaristia é uma acção de Cristo. É Cristo que a a tua, que está sobre o altar. A missão e identidade da Igreja fluem dali, da Eucaristia, e ali tomam forma. A celebração pode ser impecável do ponto de vista da aparência, bonita, mas, se não nos leva a um encontro com Jesus, corre o risco de não levar qualquer nutriente ao nosso coração e à nossa vida."

Concluiu levando esperança aos fiéis: “Vivemos a Eucaristia com um espírito de fé e de oração, de perdão, de arrependimento, de alegria comunitária, de preocupação com as necessidades de tantos irmãos e irmãs, na certeza de que o Senhor cumprirá o que prometeu: a vida eterna
!”.
Clarissa Oliveira -www.aleteia.org/pt

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Eucaristia, fonte de vida da Igreja

Resumo da catequese do Papa na audiência geral de

 hoje


























Todo caminho autêntico de fé, comunhão e testemunho parte do sacramento da Eucaristia.

Não obstante a chuva que há dias caía sobre Roma, cerca de 13 mil fiéis e peregrinos compareceram à Praça S. Pedro esta quarta-feira, para a audiência geral.

Prosseguindo sua série de catequeses sobre os Sacramentos, Francisco falou hoje da Eucaristia, coração da “iniciação cristã” com o Baptismo e a Confirmação.

O que vemos quando nos reunimos para celebrar a Eucaristia nos faz intuir aquilo que estamos para viver. O altar coberto por uma toalha nos faz pensar num banquete: Cristo é o alimento espiritual que recebemos. Ao lado, está o ambão, de onde se proclama a Palavra de Deus.

Palavra e Pão na Missa se tornam uma só coisa, como na Última Ceia, quando todas as suas palavras e os seus sinais se condensaram no gesto de partir o pão e oferecer o cálice.

“O gesto de Jesus realizado na Última Ceia é o extremo agradecimento ao Pai pelo seu amor, pela sua misericórdia. ‘Agradecimento’ em grego se diz ‘Eucaristia’. Eis o motivo pelo qual o termo Eucaristia resume todo aquele gesto, que é gesto de Deus e do homem juntos, gesto de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem”, disse o Papa, explicando que, com aquele gesto, o Senhor Jesus derrama sobre nós toda a sua misericórdia e o seu amor e, deste modo, renova o nosso coração, a nossa vida e o nosso modo de nos relacionarmos com Ele e com os irmãos.

Por isso, explicou o Pontífice, a celebração eucarística é muito mais do que um simples banquete: é o memorial da Páscoa de Jesus, o mistério central da salvação. Quando nos aproximamos deste sacramento, é costume dizer que vamos “receber a Comunhão”. Na potência do Espírito Santo, a participação na Eucaristia nos conforma de modo único e profundo a Cristo, fazendo-nos saborear desde já a plena comunhão com o Pai que caracterizará o banquete celeste, onde com todos os Santos teremos a alegria inimaginável de contemplar Deus face a face.

“Queridos amigos, nunca agradeceremos suficientemente ao Senhor pelo dom que nos fez com a Eucaristia! É um dom muito grande e por isso é importante ir à missa aos domingos, não somente para rezar, mas para receber a Comunhão. É o dia da ressurreição do Senhor. E jamais conseguiremos colher todo o seu valor e a sua riqueza."

"Peçamos então que este Sacramento possa continuar a manter viva na Igreja a sua presença e a plasmar as nossas comunidades na caridade e na comunhão, segundo o coração do Pai. E isso se faz durante toda a vida, mas se começa no dia da Primeira Comunhão. É importante que as crianças se preparem bem para este dia, porque é o primeiro passo desta pertença a Jesus Cristo.”

(Com Rádio Vaticano)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

INFORMAÇÃO PAROQUIAL

No próximo dia 12, Domingo, a Eucaristia será às 12h na Igreja Matriz. As crianças do 3º ano de Catequese farão a sua 1ª comunhão.

No mesmo dia 12, terá lugar a Procissão das Velas, com saída da Igreja Matriz pelas 21h, em louvor de Nossa Senhora e em união com todos os peregrinos de Fátima, seguindo o percurso habitual pelas ruas da nossa vila.

Honremos e louvemos Nª Srª na sua passagem pelas ruas com portas e janelas adornadas e iluminadas.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Informação Paroquial

Cerimónias da Semana Santa nas Paróquias

 

 
Dia 26- Terça -feira - Via Sacra às 21h - Degolados  / Eucaristia às 18h30m Igreja Matriz de Arronches
 
Dia 27- Quarta- feira - Via Sacra às 21h - Esperança / Eucaristia às 18h30m Igreja Matriz de Arronches
 
Dia 28 - Quinta -feira - Eucaristia às 17h - Esperança
 
              Igreja Matriz de Arronches às 21h - Ceia do Senhor-   Lava Pés-  Adoração ao S. Sacramento
 
              Apresentação à Comunidade dos catequizandos que irão fazer a 1ª Comunhão
 
Dia 29- Sexta Feira Santa - 15H - PAIXÃO DO SENHOR - Igreja Matriz de Arronches
 
Dia 30- Sábado - VIGÍLIA PASCAL- às 22H Igreja Matriz de Arronches
 
Dia 31 - Domingo de Páscoa- Eucaristia Solene da Ressureição do Senhor- às 11h 30m - Igreja Matriz de Arronches